01-11-2013, 03:39 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 01-11-2013, 05:11 PM por Aquiles.)
Fala PPel,
"A indecisão mata o militar”.
Essa era uma das frases que ouvia no tempo do aquartelamento e trouxe pra vida civil.
Em síntese, é melhor você fazer uma escolha errada do que viver indeciso. A indecisão é uma amante cruel, pois rouba mais energia do que uma decisão não acertada.
Eu sei que você está tentando se direcionar e o que estou falando parece redundante, (de fato é) mas as vezes é preciso alguém nos falar o que está na frente do nosso nariz, o óbvio, para nos alertar.
Eu digo por experiência e conhecimento de causa.
Tente. Não deu, pare tão logo possa. Não se envolva tanto, principalmente com relação a envolvimentos pessoais. Se forem conflitantes, dê um jeito de cair fora tão depressa possível.
Como o assunto aqui não é relacionamento pessoais, antes de largar mão e jogar tudo pro alto, dê um tempo ainda, não largue de imediato. Veja se é realmente a decisão que quer tomar.
Investiga o exterior e conjugue isso a uma meditação interior, dos seus verdadeiros desejos e aspirações.
Percebe se realmente é aquilo ou não o que você quer. Ser é maior que ter.
Outra, pense na pior hipótese que poderia ocorrer caso desse a atitude que venha a tomar, e se estaria preparado para enfrentar isso.
E um princípio básico que o titio Ford nos deixou: Demore a tomar decisões, mas quando tomá-las, tenha persistência de mantê-las até o final.
Ou seja, depois de todo esse processo, seja firme.
Parece tudo meio conflitante, mas é assim mesmo.
http://www.youtube.com/watch?v=aDLj9s_GF3A
Veja meu exemplo. Estou quase me formando em contábeis, mas definitivamente não me encontrei na área.
Eu já trabalhei:
• Em escritório;
• Em empresa pública - estágio não como servidor;
• Em iniciativa privada;
Vou mencionar um pouco de cada um - minhas percepções.
Em escritório: ganha menos, difícil as cessão, trabalha bastante.
Em organismo público: Depende o concurso que tu fizer, tua remuneração está atrelada lá. o serviço é mais tranquilo, a dependerá repartição em que tu é lotado.
Equipamentos geralmente ultrapassados, tudo muito burocratizado (leis, portarias, oficios pra se mover uma palha), e você terá que lidar com o público em alguma etapa do serviço, bem provavelmente.
Iniciativa privada: os ganhos mais elevados que tive. Os estresses mais elevados pelo que passei também. Os caras sugam até a tua alma. haha e você suga o bolso deles. Você tem que demonstrar competência, afinal é pago pra isso, se não há punições. Não está bom, rua!
Assim, na minha modesta opinião, tua dúvida é o que diríamos de “perfil”.
Tem gente que adora a iniciativa privada, porque nela vê desafios.
Eu já diria pra esse animal desses que adora desafios, que montasse o empreendimento próprio, aí sem está uma verdadeira razão de viver.
Pra que algo que te dê mais tesão do que o próprio negócio?
Mas as vezes as pessoas não tem criatividade para abrir o negócio próprio, ou outras inúmeras desculpas/explicações possíveis. E sabemos que realmente não é assim... recursos, sócios, legislação, etc.
Já o cara que vai pra vida pública, bom, tu tem que se matar estudando. Então, tem que saber onde tá pisando.
Primeiro que não muito emoção, é fazer o trabalho de cada dia, não há crescimento, se quiser ganhar melhor, outro concurso melhor.
Isso pode ser uma desmotivação para alguns para outros nem tanto.
O importante no final das contas é ter visão ter visão. Saber o que se quer mesmo... é o que nós não sabemos (sim eu não sei também).
Não o quê, mais quem:
http://www.youtube.com/watch?v=wqLE521mzsc
Parece hipocrisia falar tanto tanto, e encontra-me na mesma situação.
Mais meu foco já está bem mais delimitado do que o teu, já tenho horizontes mais definidos.
Te digo, quanto mais opções, mais dúvidas.
Tem gente que não tem opção cara, faz o que dá de fazer e aos poucos vai buscando fazer o que realmente quer.
Hoje ando me observando muito com relação a zona de conforto que criamos, que ilusória, sempre acaba em meio a um vão.
Eu estou priorizando e vendo que tudo indica a liberdade: financeira, emocional, a capacidade de ir e vir e ser autor do próprio destino. Aí é que as coisas começam a ficar interessantes. Não sei que idade tu tem, e se já possui isso.
Hoje é o que eu priorizo, com unhas e dentes.
Então, tente diminuir um pouco esse leque, busque independência e uma base sólida para alçar voos maiores.
O que interesse é fazer a escolha certa, os rendimentos virão da tua competência e desenvoltura na profissão que consequentemente só será alcançada se você amar realmente o que faz.
Erick thomas, um palestrante motivacional, também disse: "você nunca terá sucesso se tiver que receber um real pelo que você faz."
A concepção é por aí. O dinheiro é imprescindível, mas amando o que faz a vida já fica mais leve, e tudo vai no fluxo certo.
Bom, vamos dar o desfecho desta ópera aqui - peço até desculpas porque ficou um pouco extenso, fui escrevendo tudo o que veio em mente.
Demore o tempo que for para tomar a sua decisão, depois de toma-la, siga em frente e não olhe para trás.
Aquiles, já no seu tempo, teve a oportunidade de escolher o que queria fazer da vida: viver calmamente até a velhice, com uma linda esposa, e seus filhos, ou morrer jovem, mas deixar seu nome na história. Sabemos a escolha que ele tomou, até porque hoje sabemos quem foi o lendário Aquiles.
Peço aos membros mais maduros e experientes do fórum que se manifestem, porque a verdade é que apesar de pouco tempo aqui, percebi que essa dúvida é recorrente.
É um momento muito difícil para quem tem de tomar essas decisões.
“O homem jovem conhece todas as regras, mas o homem maduro conhece todas as exceções.”
Abram o coração confrades, nossas decisões estão amparadas em conselhos de homens sábios e desenvolvidos como vocês.
Sempre avante!
"A indecisão mata o militar”.
Essa era uma das frases que ouvia no tempo do aquartelamento e trouxe pra vida civil.
Em síntese, é melhor você fazer uma escolha errada do que viver indeciso. A indecisão é uma amante cruel, pois rouba mais energia do que uma decisão não acertada.
Eu sei que você está tentando se direcionar e o que estou falando parece redundante, (de fato é) mas as vezes é preciso alguém nos falar o que está na frente do nosso nariz, o óbvio, para nos alertar.
Eu digo por experiência e conhecimento de causa.
Tente. Não deu, pare tão logo possa. Não se envolva tanto, principalmente com relação a envolvimentos pessoais. Se forem conflitantes, dê um jeito de cair fora tão depressa possível.
Como o assunto aqui não é relacionamento pessoais, antes de largar mão e jogar tudo pro alto, dê um tempo ainda, não largue de imediato. Veja se é realmente a decisão que quer tomar.
Investiga o exterior e conjugue isso a uma meditação interior, dos seus verdadeiros desejos e aspirações.
Percebe se realmente é aquilo ou não o que você quer. Ser é maior que ter.
Outra, pense na pior hipótese que poderia ocorrer caso desse a atitude que venha a tomar, e se estaria preparado para enfrentar isso.
E um princípio básico que o titio Ford nos deixou: Demore a tomar decisões, mas quando tomá-las, tenha persistência de mantê-las até o final.
Ou seja, depois de todo esse processo, seja firme.
Parece tudo meio conflitante, mas é assim mesmo.
http://www.youtube.com/watch?v=aDLj9s_GF3A
Veja meu exemplo. Estou quase me formando em contábeis, mas definitivamente não me encontrei na área.
Eu já trabalhei:
• Em escritório;
• Em empresa pública - estágio não como servidor;
• Em iniciativa privada;
Vou mencionar um pouco de cada um - minhas percepções.
Em escritório: ganha menos, difícil as cessão, trabalha bastante.
Em organismo público: Depende o concurso que tu fizer, tua remuneração está atrelada lá. o serviço é mais tranquilo, a dependerá repartição em que tu é lotado.
Equipamentos geralmente ultrapassados, tudo muito burocratizado (leis, portarias, oficios pra se mover uma palha), e você terá que lidar com o público em alguma etapa do serviço, bem provavelmente.
Iniciativa privada: os ganhos mais elevados que tive. Os estresses mais elevados pelo que passei também. Os caras sugam até a tua alma. haha e você suga o bolso deles. Você tem que demonstrar competência, afinal é pago pra isso, se não há punições. Não está bom, rua!
Assim, na minha modesta opinião, tua dúvida é o que diríamos de “perfil”.
Tem gente que adora a iniciativa privada, porque nela vê desafios.
Eu já diria pra esse animal desses que adora desafios, que montasse o empreendimento próprio, aí sem está uma verdadeira razão de viver.
Pra que algo que te dê mais tesão do que o próprio negócio?
Mas as vezes as pessoas não tem criatividade para abrir o negócio próprio, ou outras inúmeras desculpas/explicações possíveis. E sabemos que realmente não é assim... recursos, sócios, legislação, etc.
Já o cara que vai pra vida pública, bom, tu tem que se matar estudando. Então, tem que saber onde tá pisando.
Primeiro que não muito emoção, é fazer o trabalho de cada dia, não há crescimento, se quiser ganhar melhor, outro concurso melhor.
Isso pode ser uma desmotivação para alguns para outros nem tanto.
O importante no final das contas é ter visão ter visão. Saber o que se quer mesmo... é o que nós não sabemos (sim eu não sei também).
Não o quê, mais quem:
http://www.youtube.com/watch?v=wqLE521mzsc
Parece hipocrisia falar tanto tanto, e encontra-me na mesma situação.
Mais meu foco já está bem mais delimitado do que o teu, já tenho horizontes mais definidos.
Te digo, quanto mais opções, mais dúvidas.
Tem gente que não tem opção cara, faz o que dá de fazer e aos poucos vai buscando fazer o que realmente quer.
Hoje ando me observando muito com relação a zona de conforto que criamos, que ilusória, sempre acaba em meio a um vão.
Eu estou priorizando e vendo que tudo indica a liberdade: financeira, emocional, a capacidade de ir e vir e ser autor do próprio destino. Aí é que as coisas começam a ficar interessantes. Não sei que idade tu tem, e se já possui isso.
Hoje é o que eu priorizo, com unhas e dentes.
Então, tente diminuir um pouco esse leque, busque independência e uma base sólida para alçar voos maiores.
O que interesse é fazer a escolha certa, os rendimentos virão da tua competência e desenvoltura na profissão que consequentemente só será alcançada se você amar realmente o que faz.
Erick thomas, um palestrante motivacional, também disse: "você nunca terá sucesso se tiver que receber um real pelo que você faz."
A concepção é por aí. O dinheiro é imprescindível, mas amando o que faz a vida já fica mais leve, e tudo vai no fluxo certo.
Bom, vamos dar o desfecho desta ópera aqui - peço até desculpas porque ficou um pouco extenso, fui escrevendo tudo o que veio em mente.
Demore o tempo que for para tomar a sua decisão, depois de toma-la, siga em frente e não olhe para trás.
Aquiles, já no seu tempo, teve a oportunidade de escolher o que queria fazer da vida: viver calmamente até a velhice, com uma linda esposa, e seus filhos, ou morrer jovem, mas deixar seu nome na história. Sabemos a escolha que ele tomou, até porque hoje sabemos quem foi o lendário Aquiles.
Peço aos membros mais maduros e experientes do fórum que se manifestem, porque a verdade é que apesar de pouco tempo aqui, percebi que essa dúvida é recorrente.
É um momento muito difícil para quem tem de tomar essas decisões.
“O homem jovem conhece todas as regras, mas o homem maduro conhece todas as exceções.”
Abram o coração confrades, nossas decisões estão amparadas em conselhos de homens sábios e desenvolvidos como vocês.
Sempre avante!

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