30-10-2013, 09:05 PM
Construído na década de 1970 como parte do
"Million Programme" [um ambicioso
programa de habitação implantado pelo Partido Social Democrata Sueco],
programa que tinha o objetivo de prover casas a preços acessíveis para todos os
habitantes da Suécia, este conjunto habitacional é apenas um entre as dezenas
que existem na periferia de Estocolmo e que hoje abrigam populações imigrantes,
incluindo um grande número de imigrantes da Somália, da Eritréia, do
Afeganistão e do Iraque.
Imigração
tende a ser uma coisa boa, mas apenas quando ela atrai pessoas dispostas a
trabalhar duro para subir na vida. Já um
arranjo que combina imigração livre com estado provedor está propenso ao
desastre, pois ele se transforma em um chamariz para parasitas que querem
apenas direitos e que se acham credores das benesses dos nativos.
Na
Suécia, ao que tudo indica, a imigração livre em conjunto com generosos
auxílios estatais concedidos a imigrantes — e uma tolerância que certamente é
a maior de todas na Europa — não funcionou como o planejado. Que surpresa...
Além
das fartas benesses para os imigrantes, o estado sueco assumiu para si a tarefa
de como deve ser a educação paterna das crianças. E proibiu a punição de malfeitorias,
certamente sob o argumento de que um indivíduo em determinadas condições
sociais não pode ser responsabilizado por seus atos. O progressismo está apresentando sua fatura
para o país que é tido como o modelo de bem-estar social na Europa.
Que
inesperado! Conceda toda uma pletora de
direitos e subsídios, e se surpreenda ao constatar que não há nenhum esforço
para se adaptar à cultura do país. Será
que algum dia o espanto vai terminar?
"Nós somos o país que mais se esforçou para integrar essas
pessoas, muito mais do que qualquer outro país europeu; gastamos bilhões em um
sistema de bem-estar que foi criado para ajudar imigrantes desempregados e
garantir a eles uma boa qualidade de vida", disse Marc Abramsson, líder do
Partido Nacional Democrata. "Ainda
assim, temos áreas em que existem grupos étnicos que simplesmente não se
identificam com a sociedade sueca. Eles
veem a polícia e até mesmo as brigadas de incêndio como parte do aparato
repressor, e os atacam. Já tentamos de
tudo, de tudo mesmo, para melhorar as coisas, mas nada funcionou. Não se trata de racismo; a questão é
simplesmente que o multiculturalismo não reconhece como os humanos realmente
funcionam".
"Million Programme" [um ambicioso
programa de habitação implantado pelo Partido Social Democrata Sueco],
programa que tinha o objetivo de prover casas a preços acessíveis para todos os
habitantes da Suécia, este conjunto habitacional é apenas um entre as dezenas
que existem na periferia de Estocolmo e que hoje abrigam populações imigrantes,
incluindo um grande número de imigrantes da Somália, da Eritréia, do
Afeganistão e do Iraque.
Imigração
tende a ser uma coisa boa, mas apenas quando ela atrai pessoas dispostas a
trabalhar duro para subir na vida. Já um
arranjo que combina imigração livre com estado provedor está propenso ao
desastre, pois ele se transforma em um chamariz para parasitas que querem
apenas direitos e que se acham credores das benesses dos nativos.
Na
Suécia, ao que tudo indica, a imigração livre em conjunto com generosos
auxílios estatais concedidos a imigrantes — e uma tolerância que certamente é
a maior de todas na Europa — não funcionou como o planejado. Que surpresa...
Além
das fartas benesses para os imigrantes, o estado sueco assumiu para si a tarefa
de como deve ser a educação paterna das crianças. E proibiu a punição de malfeitorias,
certamente sob o argumento de que um indivíduo em determinadas condições
sociais não pode ser responsabilizado por seus atos. O progressismo está apresentando sua fatura
para o país que é tido como o modelo de bem-estar social na Europa.
Que
inesperado! Conceda toda uma pletora de
direitos e subsídios, e se surpreenda ao constatar que não há nenhum esforço
para se adaptar à cultura do país. Será
que algum dia o espanto vai terminar?
"Nós somos o país que mais se esforçou para integrar essas
pessoas, muito mais do que qualquer outro país europeu; gastamos bilhões em um
sistema de bem-estar que foi criado para ajudar imigrantes desempregados e
garantir a eles uma boa qualidade de vida", disse Marc Abramsson, líder do
Partido Nacional Democrata. "Ainda
assim, temos áreas em que existem grupos étnicos que simplesmente não se
identificam com a sociedade sueca. Eles
veem a polícia e até mesmo as brigadas de incêndio como parte do aparato
repressor, e os atacam. Já tentamos de
tudo, de tudo mesmo, para melhorar as coisas, mas nada funcionou. Não se trata de racismo; a questão é
simplesmente que o multiculturalismo não reconhece como os humanos realmente
funcionam".

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