20-09-2013, 11:42 AM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 20-09-2013, 11:43 AM por Mister.M.)
Confrades, aproveitando o relato da muda, vou compartilhar um relato verídico de um amigo meu.
Ele presta serviços para algumas empresas aqui da cidade, e sempre falava de uma recepcionista bonita e peituda que atendia ele em uma delas.
Ele sempre dando em cima, querendo marcar algo e meter a rola, mas a dita cuja sempre com um papinho "Ah você não vai topar, não vai querer, não vai gostar, blablabla".
Até que um dia, depois de certa insistência, a menina aceitou e marcou dele pegar ela depois do serviço.
Chega no horário combinado, ele estaciona o carro e..... a menina não tinha as duas pernas, era cadeirante, ele teve que pegar no colo e tudo mais pra por no carro, no bar, etc, etc.
Como ela era recepcionista, ele sempre via ela sentada, e jamais imaginou tal situação.
Mas, segundo ele, a foda foi boa e ele comeu ali mais algumas vezes antes de sumir...
Ele contando a história você mija de rir
PS: o relato não tem caráter preconceituoso, discriminatório, ou qualquer coisa pejorativa, é apenas mais um relato da vida vaginante de um homem hétero em busca de sexo.
Ele presta serviços para algumas empresas aqui da cidade, e sempre falava de uma recepcionista bonita e peituda que atendia ele em uma delas.
Ele sempre dando em cima, querendo marcar algo e meter a rola, mas a dita cuja sempre com um papinho "Ah você não vai topar, não vai querer, não vai gostar, blablabla".
Até que um dia, depois de certa insistência, a menina aceitou e marcou dele pegar ela depois do serviço.
Chega no horário combinado, ele estaciona o carro e..... a menina não tinha as duas pernas, era cadeirante, ele teve que pegar no colo e tudo mais pra por no carro, no bar, etc, etc.
Como ela era recepcionista, ele sempre via ela sentada, e jamais imaginou tal situação.
Mas, segundo ele, a foda foi boa e ele comeu ali mais algumas vezes antes de sumir...
Ele contando a história você mija de rir

PS: o relato não tem caráter preconceituoso, discriminatório, ou qualquer coisa pejorativa, é apenas mais um relato da vida vaginante de um homem hétero em busca de sexo.

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