02-09-2013, 11:15 PM
A felicidade tornou-se então mais um produto à venda. Mas esse não é um simples produto: é o objeto de desejo de 100% das pessoas da Terra. Todos, sem exceção, querem ser felizes, não importa como. Se uma pessoa que possui um iPhone é mais feliz, tem mais amigos, e atrai mais a mulherada, então automaticamente ele se torna objeto de desejo. Se o Camaro amarelo aumenta o tamanho do meu pau em 10cm, então eu faço em mil prestações se for o caso, mas adquiro um.
Para nós homens, a felicidade máxima é comer o maior número de fêmeas. E para as mulheres, a felicidade suprema é atrair o maior número de machos.
Desde pequenos, vamos à escola pra futuramente ter bons empregos, e consequentemente bons rendimentos. Esses bons rendimentos são para comprar coisas, roupas, automóveis, celulares, computadores, casas. Compramos também experiências, como restaurantes, viagens, aventuras, baladas, academia. Entretanto, não há como ser feliz sozinho, pois de nada adianta comprar tantas sensações e parafernalhas, se não houver uma recompensa: o reconhecimento social. Sim, tanto estudo e dinheiro dispensado, é para ser aplaudido. De forma prática, ninguém precisa de um Camaro, ou um iPhone. Existem outros produtos que realizam a mesma tarefa, e custam infinitamente menos. Mas mesmo assim compramos, porque entendemos que esse reconhecimento é a tal da felicidade.
Alguém reconhecido, destacado, tem maior acesso. As pessoas dão maior abertura aos destacados, e esses conseguem as melhores fêmeas tanto em qualidade como em quantidade, e vivem rodeados de admiradores. Mas é aí que vem a parte que ninguém conta...
CONTINUA...
Para nós homens, a felicidade máxima é comer o maior número de fêmeas. E para as mulheres, a felicidade suprema é atrair o maior número de machos.
Desde pequenos, vamos à escola pra futuramente ter bons empregos, e consequentemente bons rendimentos. Esses bons rendimentos são para comprar coisas, roupas, automóveis, celulares, computadores, casas. Compramos também experiências, como restaurantes, viagens, aventuras, baladas, academia. Entretanto, não há como ser feliz sozinho, pois de nada adianta comprar tantas sensações e parafernalhas, se não houver uma recompensa: o reconhecimento social. Sim, tanto estudo e dinheiro dispensado, é para ser aplaudido. De forma prática, ninguém precisa de um Camaro, ou um iPhone. Existem outros produtos que realizam a mesma tarefa, e custam infinitamente menos. Mas mesmo assim compramos, porque entendemos que esse reconhecimento é a tal da felicidade.
Alguém reconhecido, destacado, tem maior acesso. As pessoas dão maior abertura aos destacados, e esses conseguem as melhores fêmeas tanto em qualidade como em quantidade, e vivem rodeados de admiradores. Mas é aí que vem a parte que ninguém conta...
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