03-09-2013, 01:54 AM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 03-09-2013, 02:07 AM por Velho.)
Já acompanho a real e já tive o prazer de conhecer a obra completa. Mudei de nick.
A questão é: todo relacionamento, em um dado momento, entra em calmaria. Alias, é exatamente a busca dessa famigerada "paz", um dos objetivos do homem na construção familiar.
Contudo, essa calmaria é objeto de aversão feminina e possível instrumento a ser usado outra vc.
Estaria, a família, fadada ao fracasso, visto que inexiste mulher exceção, e, assim sendo, só através do "sofrimento controlado" é possível extrair o melhor da mulher, e, mesmo assim, sem jamais baixar a guarda? Ou a saída é renegar o conceito familiar, sendo que, seguindo de modo extremista o texto apresentado para reflexão, hodiernamente, qualquer vantagem ou controle relacional é apenas temporário e fadado a um final possivelmente lesivo?
Ou uma intepretação relativa seria melhor, tendo o texto aplicação apenas aos românticos, sendo possível ao homem desapegado a manutenção da solidez de um relacionamento duradouro, sem ser aviltado, cedo ou tarde, por atitudes depreciativas originadas pela consorte?
"Todo homem deve estar preparado para ser traído amanhã", e, sendo a assertiva uma passagem absoluta, deve, o homem, se dar o trabalho de estar em um relacionamento duradouro?
Vale a pena namorar, casar, sendo que, inevitavelmente, no apagar das luzes, as trevas o atingirão (exceto o protegido pelo manto o desapego)?
O desapego absoluto é o remédio para qualquer lesão, mas lembro que, em um relacionamento sólido, existe investimento de tempo e dinheiro. Ser lesado em outras vias, que não a do coração, tbm dói, e qualquer relacionamento sério é um investimento, a n ser que o desapego absoluto (e teórico), esteja no modo ativo. Contudo, é necessário ser um "super-homem" (conforme já apontado por um grande pensador) para atingir tal controle pessoal.
...
O objetivo era apresentar um texto e refletir sobre os seus ditames, levantando alguns questionamentos.
P mim, seja vc o Alfa pica das galáxias e se entenda por macho dominante, nunca deve-se esquecer q...
"Aquele q nunca acredita, jamais será enganado"
E NA não abre exceção para o NUNCA.
A questão é: todo relacionamento, em um dado momento, entra em calmaria. Alias, é exatamente a busca dessa famigerada "paz", um dos objetivos do homem na construção familiar.
Contudo, essa calmaria é objeto de aversão feminina e possível instrumento a ser usado outra vc.
Estaria, a família, fadada ao fracasso, visto que inexiste mulher exceção, e, assim sendo, só através do "sofrimento controlado" é possível extrair o melhor da mulher, e, mesmo assim, sem jamais baixar a guarda? Ou a saída é renegar o conceito familiar, sendo que, seguindo de modo extremista o texto apresentado para reflexão, hodiernamente, qualquer vantagem ou controle relacional é apenas temporário e fadado a um final possivelmente lesivo?
Ou uma intepretação relativa seria melhor, tendo o texto aplicação apenas aos românticos, sendo possível ao homem desapegado a manutenção da solidez de um relacionamento duradouro, sem ser aviltado, cedo ou tarde, por atitudes depreciativas originadas pela consorte?
"Todo homem deve estar preparado para ser traído amanhã", e, sendo a assertiva uma passagem absoluta, deve, o homem, se dar o trabalho de estar em um relacionamento duradouro?
Vale a pena namorar, casar, sendo que, inevitavelmente, no apagar das luzes, as trevas o atingirão (exceto o protegido pelo manto o desapego)?
O desapego absoluto é o remédio para qualquer lesão, mas lembro que, em um relacionamento sólido, existe investimento de tempo e dinheiro. Ser lesado em outras vias, que não a do coração, tbm dói, e qualquer relacionamento sério é um investimento, a n ser que o desapego absoluto (e teórico), esteja no modo ativo. Contudo, é necessário ser um "super-homem" (conforme já apontado por um grande pensador) para atingir tal controle pessoal.
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O objetivo era apresentar um texto e refletir sobre os seus ditames, levantando alguns questionamentos.
P mim, seja vc o Alfa pica das galáxias e se entenda por macho dominante, nunca deve-se esquecer q...
"Aquele q nunca acredita, jamais será enganado"
E NA não abre exceção para o NUNCA.
"Esto vir"

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