08-08-2013, 01:10 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 08-08-2013, 01:47 PM por Free Bird.)
Continuação passo 1: os personagens da nossa história.
Como falei aos confrades, irei apresentá-los aos personagens que criei para ilustrar a história.
Primeiramente, vamos ao nosso confrade XXX (sugiram nomes pra ele,pois sou péssimo em escolher nomes como já devem ter notado
), protagonista da história.
Primeiramente, gostaria de fazer algumas considerações sobre como montei o perfil dele.
Minha intenção foi criar um guerreiro da Real com que todos pudessem se identificar. Seja pela história, seja pela situação atual da vida dele, seja por seus planos de vida e até mesmo suas atitudes.
Ele é uma mistura de vários confrades, dos quais colhi características de acordo com seus relatos. Portanto, tem vários "easter eggs" de relatos de confrades misturado no dele.
Decidi fazer um relato completo e o mais realista possível, para que os confrades possam ver o XXX como um homem de verdade, que sofreu tanto quanto nós, mas soube dar a volta por cima. Quero que vejam ele como um confrade, frequentador de ambos os fóruns, que se esforça como nós para viver dignamente nesse mundão vaginante.
Então vamos lá!
Parte 1: antes da Real.
Introdução
Infância
Adolescência
Faculdade
A intervenção do pai.
A volta a faculdade.
A bruxa-madrinha e o namoro:
Continua....
Como falei aos confrades, irei apresentá-los aos personagens que criei para ilustrar a história.
Primeiramente, vamos ao nosso confrade XXX (sugiram nomes pra ele,pois sou péssimo em escolher nomes como já devem ter notado
), protagonista da história.Primeiramente, gostaria de fazer algumas considerações sobre como montei o perfil dele.
Minha intenção foi criar um guerreiro da Real com que todos pudessem se identificar. Seja pela história, seja pela situação atual da vida dele, seja por seus planos de vida e até mesmo suas atitudes.
Ele é uma mistura de vários confrades, dos quais colhi características de acordo com seus relatos. Portanto, tem vários "easter eggs" de relatos de confrades misturado no dele.
Decidi fazer um relato completo e o mais realista possível, para que os confrades possam ver o XXX como um homem de verdade, que sofreu tanto quanto nós, mas soube dar a volta por cima. Quero que vejam ele como um confrade, frequentador de ambos os fóruns, que se esforça como nós para viver dignamente nesse mundão vaginante.
Então vamos lá!
Parte 1: antes da Real.
Introdução
Show ContentSpoiler:
XXX atualmente:
Idade: 25 anos.
Altura: 1,80
Peso: 80 kgs
XXX é um gdr de classe média. Filho de pais separados, foi criado pela mãe com a ajuda da avó.
Porém, ele teve a sorte de ter um pai presente e honrado, que conseguiu passar a ele ensinamentos sobre honra e masculinidade.
Sua mãe é uma típica dona de casa que consegue uma renda extra utilizando seus dotes culinários. Seu pai trabalhou e cresceu em uma grande empresa de construção da cidade, possuindo uma situação financeira agradável atualmente, embora tenha passado sufoco no passado.
O pai e a mãe de XXX se separaram em bons termos, de fato que a mãe nunca cobrou pensão do pai, mas o pai dava tudo que podia para o filho e ajudava a ex no que podia também.
Idade: 25 anos.
Altura: 1,80
Peso: 80 kgs
XXX é um gdr de classe média. Filho de pais separados, foi criado pela mãe com a ajuda da avó.
Porém, ele teve a sorte de ter um pai presente e honrado, que conseguiu passar a ele ensinamentos sobre honra e masculinidade.
Sua mãe é uma típica dona de casa que consegue uma renda extra utilizando seus dotes culinários. Seu pai trabalhou e cresceu em uma grande empresa de construção da cidade, possuindo uma situação financeira agradável atualmente, embora tenha passado sufoco no passado.
O pai e a mãe de XXX se separaram em bons termos, de fato que a mãe nunca cobrou pensão do pai, mas o pai dava tudo que podia para o filho e ajudava a ex no que podia também.
Infância
Show ContentSpoiler:
Com pai e mãe trabalhando, XXX foi educado pela avó, mulher honrada, daquelas que não se encontra mais antigamente. Porém, isso não a impediu de criar XXX como um típico garoto regado a nescauzinho com leite ninho, o que o tornou um completo leite com pêra.
Nessa época o pai trabalhava bastante para conseguir evoluir na carreira e conquistar uma situação financeira mais confortável. A mãe ajudava a avó nos afazeres domésticos e trabalhava fora também nas oportunidades que apareciam.
Nessa época o pai trabalhava bastante para conseguir evoluir na carreira e conquistar uma situação financeira mais confortável. A mãe ajudava a avó nos afazeres domésticos e trabalhava fora também nas oportunidades que apareciam.
Adolescência
Show ContentSpoiler:
XXX foi um gordo zuado pela turma inteira e chegou a sofrer diversos bullyings por isso, mas nada muito sério. Era friendzonado até pelas garotas mais feias.
Perdeu o bv com uma menina ridicularmente feia e ainda sob pressão dos amigos para que ela encarasse ficar com ele.
Embora tanta humilhação, ainda era uma ótima pessoa.
Ajudava os colegas com as tarefas e trabalhos, pois sempre foi um ótimo aluno. Valorizava os poucos amigos que tinha.
Por ser estudioso e gentil, as meninas sempre se aproveitaram dele, o enrolavam para que ele passasse a tarde ensinando-as em época de prova e sempre queriam fazer trabalho com ele (pra ele fazer o trabalho sozinho e elas ganharem as notas).
Ele, matrixiano dos pés a cabeça, achava que um dia iria ganhar um beijo ou um sexo totoso em troca dos favores que fazia e por ser tão bonzinho e gente boa com os outros.
Todas essas injustiças e humilhações sempre causaram uma espécie de coceira no cérebro dele (que chamamos de comichão da Real) que insistia em pensar que algo estava errado nesse mundo.
No decorrer dos anos, vendo as meninas mais lindas e perfeitinhas liberarem fácil pra machoeiros e drogados, vagabundos sem futuro e aspirantes a bandidos, enquanto para ele só sobrava o: "somos amigos, quase irmãos, não quero estragar nossa relação ficando, vai que não dá certo?", XXX se revoltou no final do 2º ano do ensino médio.
Decidiu que ia fazer academia e acabar com essa putaria de ser gordo. Decidiu também que iria se focar no vestibular, pois na faculdade com certeza iria conseguir muito sexo (entrando no que eu chamo de Matrix American Pie).
Durante o terceiro ano ele conseguiu adquirir um corpo bem melhor e já notou a diferença no tratamento das vadias mirins para com ele, inclusive saindo do nível São Jorge (só pega dragão) para conseguir umas medianinhas. Porém, sexo que é bom nada, pois o excesso de romantismo dele causado pela criação leite com pêra secava as vaginas das vadias-mirins mais rápido que água na chaleira.
Mesmo assim ele manteve o foco nos estudos e academia e conseguiu ser aprovado numa federal, no curso que queria.
Perdeu o bv com uma menina ridicularmente feia e ainda sob pressão dos amigos para que ela encarasse ficar com ele.
Embora tanta humilhação, ainda era uma ótima pessoa.
Ajudava os colegas com as tarefas e trabalhos, pois sempre foi um ótimo aluno. Valorizava os poucos amigos que tinha.
Por ser estudioso e gentil, as meninas sempre se aproveitaram dele, o enrolavam para que ele passasse a tarde ensinando-as em época de prova e sempre queriam fazer trabalho com ele (pra ele fazer o trabalho sozinho e elas ganharem as notas).
Ele, matrixiano dos pés a cabeça, achava que um dia iria ganhar um beijo ou um sexo totoso em troca dos favores que fazia e por ser tão bonzinho e gente boa com os outros.
Todas essas injustiças e humilhações sempre causaram uma espécie de coceira no cérebro dele (que chamamos de comichão da Real) que insistia em pensar que algo estava errado nesse mundo.
No decorrer dos anos, vendo as meninas mais lindas e perfeitinhas liberarem fácil pra machoeiros e drogados, vagabundos sem futuro e aspirantes a bandidos, enquanto para ele só sobrava o: "somos amigos, quase irmãos, não quero estragar nossa relação ficando, vai que não dá certo?", XXX se revoltou no final do 2º ano do ensino médio.
Decidiu que ia fazer academia e acabar com essa putaria de ser gordo. Decidiu também que iria se focar no vestibular, pois na faculdade com certeza iria conseguir muito sexo (entrando no que eu chamo de Matrix American Pie).
Durante o terceiro ano ele conseguiu adquirir um corpo bem melhor e já notou a diferença no tratamento das vadias mirins para com ele, inclusive saindo do nível São Jorge (só pega dragão) para conseguir umas medianinhas. Porém, sexo que é bom nada, pois o excesso de romantismo dele causado pela criação leite com pêra secava as vaginas das vadias-mirins mais rápido que água na chaleira.
Mesmo assim ele manteve o foco nos estudos e academia e conseguiu ser aprovado numa federal, no curso que queria.
Faculdade
Show ContentSpoiler:
Finalmente na faculdade! Hora de realizar seus maiores sonhos! Comer todas as gatinhas, virar um Stifler e curtir a vida adoidado! Que felicidade enorme XXX sentiu nas primeiras semanas de aula. Um novo mundo a sua frente para aproveitar.
Um novo mundo, porém, muito parecido com o que ele estava acostumado.
Não demorou 2 meses para nosso querido confrade perceber que American Pie é tão realista quanto rei leão.
Embora ele tenha conseguido contato com muito mais mulheres, continuava a ser friendzonado sistematicamente, enquanto os destacados da turma passavam a rola todo dia numa diferente.
Foi então que o comichão da Real começou a se manifestar mais fortemente, fazendo notar o quão interesseiras são as mulheres.
Elas só liberavam pra quem tinha carro.
Nosso querido confrade só andava de transporte coletivo desde criança.
Ele não usava roupa de marca e nem tinha tantas habilidades sociais para se destacar no meio de tanto playboy.
Acabou que a faculdade estava sendo um repeteco do seu ensino médio.
Um novo mundo, porém, muito parecido com o que ele estava acostumado.
Não demorou 2 meses para nosso querido confrade perceber que American Pie é tão realista quanto rei leão.
Embora ele tenha conseguido contato com muito mais mulheres, continuava a ser friendzonado sistematicamente, enquanto os destacados da turma passavam a rola todo dia numa diferente.
Foi então que o comichão da Real começou a se manifestar mais fortemente, fazendo notar o quão interesseiras são as mulheres.
Elas só liberavam pra quem tinha carro.
Nosso querido confrade só andava de transporte coletivo desde criança.
Ele não usava roupa de marca e nem tinha tantas habilidades sociais para se destacar no meio de tanto playboy.
Acabou que a faculdade estava sendo um repeteco do seu ensino médio.
A intervenção do pai.
Show ContentSpoiler:
O pai de XXX era um cara manjador das putarias. Depois de anos de trabalho conseguiu crescer na empresa e ganhou um certo destaque financeiro e fez bom uso dele.
Porém, nunca pegou leve com o filho, dava apenas o suficiente para um mínimo de conforto e o incentivava a buscar o que queria sozinho, sem depender de ninguém. Ele não queria que XXX se tornasse um playboy inútil.
Pois bem, seu pai, vendo XXX com 19 anos, virgem, e com mentalidade de cabação, sem nunca ter namorado, fez o que qualquer pai honrado faria: obrigou XXX a ir num puteiro.
Até então o sonho de XXX era perder a virgindade junto com a namorada. Nosso protagonista leite com pêra escapou de virar baitola por pouco, como os confrades devem ter notado.
Sua mãe e vó, claro, eram contra levar o bonitinho no puteiro e achavam lindo o fato dele ser virgem e querer perder com a namorada.
Seu pai então pegou XXX em casa pra dar uma volta a noite, com a desculpa de irem jantar fora. Foi direto pro puteiro, parou na porta e falou:
-Filho, hoje você vai comer um priquitinho. Papai vai pagar e você escolhe quem você quiser.
Nosso protagonista, paspalhão, quase se cagou na hora. Se recusou a ir, relutou, relutou, mas no final não teve jeito, pois como seu pai falou:
-Vai perder a virgindade hoje e agora! Não quero saber de frescura de namoro, é agora e tá decidido, desça do carro e não me faça passar vergonha lá!
E lá vai nosso confrade XXX entrar no puteiro pela primeira vez na vida. Morto de vergonha, não tinha coragem nem de levantar a visão. Olhava para o chão o tempo todo.
Sentou numa mesa e seu pai começou a chamar umas garotas para ele escolher. No final, XXX viu uma garota idêntica a uma vadiazinha da época do terceiro ano que friendzonava ele fortemente (inclusive contava tudo que fazia sexualmente com o namorado) e acabou por criar coragem e escolher a garota.
Foi pro quarto com o cu na mão, mas a garota era uma profissional, sabia que era a primeira vez do garoto e guiou o coitado. XXX recebeu sua primeira chupetinha e deu sua primeira metidinha e pegou gosto pela coisa!
Saiu do quarto mais feliz que pinto na merda. Se sentindo o rei dos homens. Sorriso de orelha a orelha!
Finalmente ele tinha provado da fruta! E não era nada tão complicado como ele fantasiava, era algo bem simples até!
Também não era nada do outro mundo como ele imaginava. Não era sequer o prazer gigantesco que ele imaginava ser!
Era bom sim, mas não a ponto de justificar tardes de estudos perdidas com vadias no ensino médio, ele pensou.
Ele não podia crer que tinha movido fundos e mundos para agradar vadias apenas para ganhar sexo. Finalmente ele tinha um parâmetro para saber se valia a pena ou não se esforçar muito para ganhar sexo.
E isso fez toda a diferença na vida de nosso futuro GDR.
Porém, nunca pegou leve com o filho, dava apenas o suficiente para um mínimo de conforto e o incentivava a buscar o que queria sozinho, sem depender de ninguém. Ele não queria que XXX se tornasse um playboy inútil.
Pois bem, seu pai, vendo XXX com 19 anos, virgem, e com mentalidade de cabação, sem nunca ter namorado, fez o que qualquer pai honrado faria: obrigou XXX a ir num puteiro.
Até então o sonho de XXX era perder a virgindade junto com a namorada. Nosso protagonista leite com pêra escapou de virar baitola por pouco, como os confrades devem ter notado.
Sua mãe e vó, claro, eram contra levar o bonitinho no puteiro e achavam lindo o fato dele ser virgem e querer perder com a namorada.
Seu pai então pegou XXX em casa pra dar uma volta a noite, com a desculpa de irem jantar fora. Foi direto pro puteiro, parou na porta e falou:
-Filho, hoje você vai comer um priquitinho. Papai vai pagar e você escolhe quem você quiser.
Nosso protagonista, paspalhão, quase se cagou na hora. Se recusou a ir, relutou, relutou, mas no final não teve jeito, pois como seu pai falou:
-Vai perder a virgindade hoje e agora! Não quero saber de frescura de namoro, é agora e tá decidido, desça do carro e não me faça passar vergonha lá!
E lá vai nosso confrade XXX entrar no puteiro pela primeira vez na vida. Morto de vergonha, não tinha coragem nem de levantar a visão. Olhava para o chão o tempo todo.
Sentou numa mesa e seu pai começou a chamar umas garotas para ele escolher. No final, XXX viu uma garota idêntica a uma vadiazinha da época do terceiro ano que friendzonava ele fortemente (inclusive contava tudo que fazia sexualmente com o namorado) e acabou por criar coragem e escolher a garota.
Foi pro quarto com o cu na mão, mas a garota era uma profissional, sabia que era a primeira vez do garoto e guiou o coitado. XXX recebeu sua primeira chupetinha e deu sua primeira metidinha e pegou gosto pela coisa!
Saiu do quarto mais feliz que pinto na merda. Se sentindo o rei dos homens. Sorriso de orelha a orelha!
Finalmente ele tinha provado da fruta! E não era nada tão complicado como ele fantasiava, era algo bem simples até!
Também não era nada do outro mundo como ele imaginava. Não era sequer o prazer gigantesco que ele imaginava ser!
Era bom sim, mas não a ponto de justificar tardes de estudos perdidas com vadias no ensino médio, ele pensou.
Ele não podia crer que tinha movido fundos e mundos para agradar vadias apenas para ganhar sexo. Finalmente ele tinha um parâmetro para saber se valia a pena ou não se esforçar muito para ganhar sexo.
E isso fez toda a diferença na vida de nosso futuro GDR.
A volta a faculdade.
Show ContentSpoiler:
Sabendo que sexo era uma coisa bem simples, nosso futuro gdr mudou sua postura na faculdade. Agora se esforçava bem menos para agradar as vadias. Ironicamente (pelo menos para a cabeça dele na época), isso aumentou e muito o sucesso dele com a mulherada. Como ele já tinha certo destaque físico, sua mudança de postura começou a atrair as vadias universitárias.
Começou inclusive a comer civis, coisa impensável a pouco tempo atrás para ele, embora apenas umas 2 ou 3.
Porém, de nada adianta destaque se o homem não é desapegado e não tem a Real solidificada no seu caráter, pois no auge de passar o rodo nas vadias da faculdade, ele se apaixonou por sua bruxa madrinha.
Começou inclusive a comer civis, coisa impensável a pouco tempo atrás para ele, embora apenas umas 2 ou 3.
Porém, de nada adianta destaque se o homem não é desapegado e não tem a Real solidificada no seu caráter, pois no auge de passar o rodo nas vadias da faculdade, ele se apaixonou por sua bruxa madrinha.
A bruxa-madrinha e o namoro:
Show ContentSpoiler:
Nosso confrade conheceu sua futura BM com 21 anos e ela com 19. Caloura na faculdade e com jeito de menina, nosso confrade se apaixonou quase que a primeira vista.
Através de contatos em comum, engatou uma conversa com a garota na primeira semana do novo semestre que ela entrou, durante o trote, e poucos dias depois, para a imensa felicidade do XXX na época, conseguiu ficar com a menina.
Em pouco tempo ficando com a garota, dispensou todas as marmitas que tinha conseguido e começou a se focar apenas nela.
A vadiazinha, é claro, adorando a atenção que um dos veteranos um pouco destacado estava dando a ela e fazendo inveja as amigas, dava mais corda para XXX a cada dia, liberando a perseguida em pouco tempo e dando um belo chá de buceta no nosso companheiro.
Com 1 mês de fica, XXX resolve que tá na hora de namorar com o amor de sua vida, prepara uma viadagem extrema para pedir a garota em namoro na frente de todos da faculdade e no dia de aniversário do primeiro beijo, comete a paspalhice.
Vou deixar o pedido de namoro para os confrades imaginarem, mas lembrem da coisa mais vergonhosa que já viu nada vida, multiplique por 10 e vamos ter o pedido de namoro de XXX.
A vadia, centro da atenção da faculdade, aceitou na hora e eles se beijaram na frente de todo mundo. Confesso aos confrades que a emoção de ver tamanha história de amor nascendo me trouxe suor masculino aos olhos.
:
:
:
Passam os primeiros 3 meses a lá comédia romântica hollywoodiana, com uma dose de pornô americano também, pois o chá de buceta foi intenso durante o período.
Nosso confrade sequer conseguia imaginar algo de errado em sua musa. Com 4 meses ela começou a falar em noivado com nosso amigo e é claro, o paspalhão morreu de alegria, pois matrixiano que era, já tinha imaginado até o casamento deles (
.
Eis que XXX decide juntar dinheiro para o casamento e começa um estágio numa empresa boa de sua área. Se dedica ao serviço por meses, com o apoio de sua linda donzela, na intenção de mostrar serviço e ser efetivado depois. Porém, trabalhar e estudar é cansativo, de forma que nosso confrade acaba por diminuir o tempo junto de seu grande amor.
Resultado? Qualquer confrade aqui já deve ter imaginado.
A situação muda, e as cobranças começam:
"Você está tão ausente!"
"Nunca mais nos vemos direito."
"Você só pensa em estudo e trabalho, e eu?"
"Desse jeito que tá não sei se vou conseguir continuar contigo..."
Nosso confrade não sabe o que fazer! Ele está desesperado porque todo esse esforço é para conseguir uma vida tranquila e feliz com seu amor, mas esse amor não compreende isso e acaba se chateando e se distanciando cada vez mais.
"Onde está a lógica nisso tudo?" Nosso confrade se pergunta.
"O que eu vou fazer?"
Resolve então agradar a Deus e ao Diabo, encontrando com sua donzela toda noite enquanto estuda de manhã e estagia a tarde.
Tudo fica bem por um tempo, mas é claro que tal rotina é impossível de manter a longo prazo.
Como resultado, as notas de nosso companheiro caem mais do que peito de balzaca, de forma que ele repete várias cadeiras num só semestre.
Isso destrói nosso companheiro, pois logo ele, que nunca ficou de recuperação na vida, aluno exemplar, ser reprovado na faculdade e em várias cadeiras ao mesmo tempo? Inaceitável.
Decide conversar com sua amada e abrir o jogo. Explica que precisa estudar e que não pode vacilar na faculdade, pois o futuro deleS dependia disso. A santa do pau oco, claro, concorda e promete não reclamar mais. Refazem juras de amor eterno.
Novo semestre começa e nosso confrade dá o gás nos estudos e no trabalho, vendo sua princesa apenas nos fim de semana, embora se falem todos os dias via celular ou internet. Porém, com o passar do tempo, nosso confrade nota que sua namorada não mais sente tanto sua falta, está distante.
Suas conversas não duram tanto tempo quanto antes, o sexo ficou muito fraco, como se ela estivesse fazendo obrigada.
E pra terminar de fuder tudo, sem tempo, ele largou a academia e seu desenvolvimento físico foi pro beleléu, engordando vários kgs.
Então sua querida começa a querer sair sozinha com amigas da faculdade pra barzinhos com amigas, coisa simples segundo ela. XXX não gosta muito disso, mas como ele não tem tempo para ela, acaba deixando. Com o passar do tempo essas saídas ficam cada vez mais constantes, o celular de sua amada começa a ficar desligado por longos períodos de tempo e a testa de nosso amigo começa a coçar inexplicavelmente.
Então o comichão da Real, acorrentado e amordaçado em seu cérebro pela matrix, consegue se libertar milagrosamente por alguns dias e faz com que nosso confrade comece a desconfiar seriamente da fidelidade de sua dama.
Ele decide colocar um keylogger no computador da amada para pegar a senha dela e começar a monitorar suas conversas por facebook e demais atividades.
Uma semana depois, a namorada viaja com a família no fds e nosso guerreiro fica com tempo livre para ver o resultado de sua espionagem. Consegue a senha do facebook da namorada e, de brinde, a do badoo. Pois é, a santa dos olhos de XXX tinha um badoo secreto. A merda começa a feder.
Ele passa o fim de semana inteiro no inferno. O amor de sua vida, a razão dos seus esforços, é na verdade uma vadia enorme que o traia desdo começo do namoro com vários caras diferentes. Descobre também que o pedido de namoro super romântico que fez foi motivo de chacota dos ricardões e de sua própria namorada em conversas pelo facebook.
Tudo que ele acreditava e amava desmoronou na frente dele.
Nosso confrade ficou perdido e desceu ao fundo do poço em apenas um fim de semana. Não comeu, não dormiu, apenas chorou e pensou em se matar. Desistiu da ideia rapidamente e pensou no que ia fazer. Decidiu ir ver a namorada em casa na segunda feira, pois os pais delas ainda não teriam voltado de viagem e jogar a merda no ventilador.
Nosso confrade salvou o histórico de conversas que ele leu repetidas vezes num pen drive e levou para a casa da destruidora da sua vida.
Chegando lá, evadiu o beijo falso que a safada tentou dar e colocou o pen drive no pc dela para que ela visse o que estava tatuado nos olhos dele de tanto que ele leu.
A vadia ainda teve a ousadia de achar que era um power point apaixonado para ela, mas a realidade bateu rápido logo nos primeiros prints. Ela leu tudo em silêncio, calmamente, e quando terminou, olhou para nosso confrade e falou:
-Bom, e agora? O que você pretende fazer?
Com uma frieza de gelar a alma de qualquer indivíduo.
Nem demonstrar culpa a infeliz demonstrou.
Nosso confrade se limitou a dizer:
-Não sei, o que você me diz dessa merda toda?
E então a vadia soltou uma chuva de vitimismo em cima de nosso confrade, jogando a culpa inteiramente nele e que ele tinha feito por merecer os chifres, ignorando ela e sendo desleixado consigo mesmo. Afirmou que tinha vergonha de andar com ele na rua de tão gordo que estava.
Isso foi um choque tão grande para nosso confrade que ele chegou a duvidar que a garota na sua frente fosse realmente sua namorada, de tão diferente que era. Ele não conseguia falar nada, tamanho o choque. Então ela falou:
-Bom, pelo jeito você entendeu meu recado né? Só estava com você por pena, mas agora que você já descobriu tudo, vamos terminar de boa, certo?
"De boa"....... "de boa"........"de boa"........
Essas duas palavras ecoaram na mente de nosso confrade como um eco infinito, até que:
-De boa o caralho sua puta, você vai me pagar por ter feito isso comigo, vadia do caralho, pode se preparando pra dar bem muito esses dias porque essa é a sua última semana de vida.
Finalmente recuperando a voz, o confrade explodiu de ódio e ameaçou a cobra que se travestia de namorada santa e perfeita, jurando vingança.
Foi embora correndo e se trancou no seu quarto. Chorou pateticamente a noite inteira, mas não mais de tristeza, e sim de ódio. Ódio da bruxa que o iludiu por tanto tempo, mas, principalmente, ódio de si mesmo, por ter se deixado enganar, por ter dedicado sua vida a uma pessoa que não era ele mesmo nem ninguém da sua família, ódio de ser um paspalho romântiCUzinho e retardado.
Através de contatos em comum, engatou uma conversa com a garota na primeira semana do novo semestre que ela entrou, durante o trote, e poucos dias depois, para a imensa felicidade do XXX na época, conseguiu ficar com a menina.
Em pouco tempo ficando com a garota, dispensou todas as marmitas que tinha conseguido e começou a se focar apenas nela.
A vadiazinha, é claro, adorando a atenção que um dos veteranos um pouco destacado estava dando a ela e fazendo inveja as amigas, dava mais corda para XXX a cada dia, liberando a perseguida em pouco tempo e dando um belo chá de buceta no nosso companheiro.
Com 1 mês de fica, XXX resolve que tá na hora de namorar com o amor de sua vida, prepara uma viadagem extrema para pedir a garota em namoro na frente de todos da faculdade e no dia de aniversário do primeiro beijo, comete a paspalhice.
Vou deixar o pedido de namoro para os confrades imaginarem, mas lembrem da coisa mais vergonhosa que já viu nada vida, multiplique por 10 e vamos ter o pedido de namoro de XXX.
A vadia, centro da atenção da faculdade, aceitou na hora e eles se beijaram na frente de todo mundo. Confesso aos confrades que a emoção de ver tamanha história de amor nascendo me trouxe suor masculino aos olhos.
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:Passam os primeiros 3 meses a lá comédia romântica hollywoodiana, com uma dose de pornô americano também, pois o chá de buceta foi intenso durante o período.
Nosso confrade sequer conseguia imaginar algo de errado em sua musa. Com 4 meses ela começou a falar em noivado com nosso amigo e é claro, o paspalhão morreu de alegria, pois matrixiano que era, já tinha imaginado até o casamento deles (

.Eis que XXX decide juntar dinheiro para o casamento e começa um estágio numa empresa boa de sua área. Se dedica ao serviço por meses, com o apoio de sua linda donzela, na intenção de mostrar serviço e ser efetivado depois. Porém, trabalhar e estudar é cansativo, de forma que nosso confrade acaba por diminuir o tempo junto de seu grande amor.
Resultado? Qualquer confrade aqui já deve ter imaginado.
A situação muda, e as cobranças começam:
"Você está tão ausente!"
"Nunca mais nos vemos direito."
"Você só pensa em estudo e trabalho, e eu?"
"Desse jeito que tá não sei se vou conseguir continuar contigo..."
Nosso confrade não sabe o que fazer! Ele está desesperado porque todo esse esforço é para conseguir uma vida tranquila e feliz com seu amor, mas esse amor não compreende isso e acaba se chateando e se distanciando cada vez mais.
"Onde está a lógica nisso tudo?" Nosso confrade se pergunta.
"O que eu vou fazer?"
Resolve então agradar a Deus e ao Diabo, encontrando com sua donzela toda noite enquanto estuda de manhã e estagia a tarde.
Tudo fica bem por um tempo, mas é claro que tal rotina é impossível de manter a longo prazo.
Como resultado, as notas de nosso companheiro caem mais do que peito de balzaca, de forma que ele repete várias cadeiras num só semestre.
Isso destrói nosso companheiro, pois logo ele, que nunca ficou de recuperação na vida, aluno exemplar, ser reprovado na faculdade e em várias cadeiras ao mesmo tempo? Inaceitável.
Decide conversar com sua amada e abrir o jogo. Explica que precisa estudar e que não pode vacilar na faculdade, pois o futuro deleS dependia disso. A santa do pau oco, claro, concorda e promete não reclamar mais. Refazem juras de amor eterno.
Novo semestre começa e nosso confrade dá o gás nos estudos e no trabalho, vendo sua princesa apenas nos fim de semana, embora se falem todos os dias via celular ou internet. Porém, com o passar do tempo, nosso confrade nota que sua namorada não mais sente tanto sua falta, está distante.
Suas conversas não duram tanto tempo quanto antes, o sexo ficou muito fraco, como se ela estivesse fazendo obrigada.
E pra terminar de fuder tudo, sem tempo, ele largou a academia e seu desenvolvimento físico foi pro beleléu, engordando vários kgs.
Então sua querida começa a querer sair sozinha com amigas da faculdade pra barzinhos com amigas, coisa simples segundo ela. XXX não gosta muito disso, mas como ele não tem tempo para ela, acaba deixando. Com o passar do tempo essas saídas ficam cada vez mais constantes, o celular de sua amada começa a ficar desligado por longos períodos de tempo e a testa de nosso amigo começa a coçar inexplicavelmente.
Então o comichão da Real, acorrentado e amordaçado em seu cérebro pela matrix, consegue se libertar milagrosamente por alguns dias e faz com que nosso confrade comece a desconfiar seriamente da fidelidade de sua dama.
Ele decide colocar um keylogger no computador da amada para pegar a senha dela e começar a monitorar suas conversas por facebook e demais atividades.
Uma semana depois, a namorada viaja com a família no fds e nosso guerreiro fica com tempo livre para ver o resultado de sua espionagem. Consegue a senha do facebook da namorada e, de brinde, a do badoo. Pois é, a santa dos olhos de XXX tinha um badoo secreto. A merda começa a feder.
Ele passa o fim de semana inteiro no inferno. O amor de sua vida, a razão dos seus esforços, é na verdade uma vadia enorme que o traia desdo começo do namoro com vários caras diferentes. Descobre também que o pedido de namoro super romântico que fez foi motivo de chacota dos ricardões e de sua própria namorada em conversas pelo facebook.
Tudo que ele acreditava e amava desmoronou na frente dele.
Nosso confrade ficou perdido e desceu ao fundo do poço em apenas um fim de semana. Não comeu, não dormiu, apenas chorou e pensou em se matar. Desistiu da ideia rapidamente e pensou no que ia fazer. Decidiu ir ver a namorada em casa na segunda feira, pois os pais delas ainda não teriam voltado de viagem e jogar a merda no ventilador.
Nosso confrade salvou o histórico de conversas que ele leu repetidas vezes num pen drive e levou para a casa da destruidora da sua vida.
Chegando lá, evadiu o beijo falso que a safada tentou dar e colocou o pen drive no pc dela para que ela visse o que estava tatuado nos olhos dele de tanto que ele leu.
A vadia ainda teve a ousadia de achar que era um power point apaixonado para ela, mas a realidade bateu rápido logo nos primeiros prints. Ela leu tudo em silêncio, calmamente, e quando terminou, olhou para nosso confrade e falou:
-Bom, e agora? O que você pretende fazer?
Com uma frieza de gelar a alma de qualquer indivíduo.
Nem demonstrar culpa a infeliz demonstrou.
Nosso confrade se limitou a dizer:
-Não sei, o que você me diz dessa merda toda?
E então a vadia soltou uma chuva de vitimismo em cima de nosso confrade, jogando a culpa inteiramente nele e que ele tinha feito por merecer os chifres, ignorando ela e sendo desleixado consigo mesmo. Afirmou que tinha vergonha de andar com ele na rua de tão gordo que estava.
Isso foi um choque tão grande para nosso confrade que ele chegou a duvidar que a garota na sua frente fosse realmente sua namorada, de tão diferente que era. Ele não conseguia falar nada, tamanho o choque. Então ela falou:
-Bom, pelo jeito você entendeu meu recado né? Só estava com você por pena, mas agora que você já descobriu tudo, vamos terminar de boa, certo?
"De boa"....... "de boa"........"de boa"........
Essas duas palavras ecoaram na mente de nosso confrade como um eco infinito, até que:
-De boa o caralho sua puta, você vai me pagar por ter feito isso comigo, vadia do caralho, pode se preparando pra dar bem muito esses dias porque essa é a sua última semana de vida.
Finalmente recuperando a voz, o confrade explodiu de ódio e ameaçou a cobra que se travestia de namorada santa e perfeita, jurando vingança.
Foi embora correndo e se trancou no seu quarto. Chorou pateticamente a noite inteira, mas não mais de tristeza, e sim de ódio. Ódio da bruxa que o iludiu por tanto tempo, mas, principalmente, ódio de si mesmo, por ter se deixado enganar, por ter dedicado sua vida a uma pessoa que não era ele mesmo nem ninguém da sua família, ódio de ser um paspalho romântiCUzinho e retardado.
Continua....

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