05-07-2013, 10:30 AM
Nos fracassos eu sempre utilizei uma regra importante que maquiavel nos ensina e a sabedoria da cosa nostra também.
- Ao patinar em gelo fino, passe rapidamente.
Ou seja, ao menor sinal de que determinado empreendimento por menor que seja ia dar errado, mesmo pequeno eu não ficava esperando a bomba estourar, já desfazia, vendia tudo ou passava pra frente antes e já partia pro proximo.
Sempre comecei investindo pouco dinheiro, primeiro sentia o mercado para depois injetar os recursos massivos para ele vingar, ou até mesmo ampliar para que viesse render mais.
Nunca comprei um negócio pronto de ninguém, sempre criei os meus do zero por isso gastei pouco.
A maioria das vezes que me fodi foi pelo fator HUMANO, funcionário mole, desvios, sócio ou gerente inapto.
Como vivo sozinho, tudo que eu ganhava vivia uma vida extremamente simples e conseguia aportar e reinvestir quase tudo que eu ganhava.
Como disse, cheguei a morar no escritório e comer bolacha agua e sal com agua.
Vou simplificar, mas sempre tive 3 regras na minha vida, isso antes de conhecer a real.
Não me relacionar com ninguem (namoro, noivado) antes de ter o mínimo de estabilidade financeira.
Não casar antes de ter chegado no meu objetivo.
Não ter filhos antes de atingir meu objetivo.
O Custo pessoal foi gigantesco, muitos, inclusive familiares achavam que eu era viado pois nunca me viam com ninguem, ainda acham, mas eu quero que se foda, hoje esfrego minhas namoradas do pac na fuça deles e todos ficam admirados, outros falavam das roupas que eu vestia, nunca comprei uma roupa de marca sequer no início e nem hoje na realidade.
Eu acho uma puta viadagem o cara pagar 150, 200 reais em uma camiseta só porque ela é de marca.
Hoje tenho meus ternos sob medida caros, tenho roupas de marca, mas usei e uso também roupas do brás, afinal, são apenas roupas.
Não saia, não me divertia, passava noites e madrugadas na frente do computador gerenciando, planejando, trabalhando.
Comecei a ter um gasto mais acentuado quando comecei a namorar e ter mais vida social, mas mesmo não sendo conhecedor da real, via administrar um relacionamento como administrar um negócio, ou seja, queria investir para ter retorno e quando não o tinha mandava ela pastar sem dó.
Só no meu noivado como relatei na história da minha vida que me envolvi muito emocionalmente e não foi tão simples quanto nos namoros.
- Ao patinar em gelo fino, passe rapidamente.
Ou seja, ao menor sinal de que determinado empreendimento por menor que seja ia dar errado, mesmo pequeno eu não ficava esperando a bomba estourar, já desfazia, vendia tudo ou passava pra frente antes e já partia pro proximo.
Sempre comecei investindo pouco dinheiro, primeiro sentia o mercado para depois injetar os recursos massivos para ele vingar, ou até mesmo ampliar para que viesse render mais.
Nunca comprei um negócio pronto de ninguém, sempre criei os meus do zero por isso gastei pouco.
A maioria das vezes que me fodi foi pelo fator HUMANO, funcionário mole, desvios, sócio ou gerente inapto.
Como vivo sozinho, tudo que eu ganhava vivia uma vida extremamente simples e conseguia aportar e reinvestir quase tudo que eu ganhava.
Como disse, cheguei a morar no escritório e comer bolacha agua e sal com agua.
Vou simplificar, mas sempre tive 3 regras na minha vida, isso antes de conhecer a real.
Não me relacionar com ninguem (namoro, noivado) antes de ter o mínimo de estabilidade financeira.
Não casar antes de ter chegado no meu objetivo.
Não ter filhos antes de atingir meu objetivo.
O Custo pessoal foi gigantesco, muitos, inclusive familiares achavam que eu era viado pois nunca me viam com ninguem, ainda acham, mas eu quero que se foda, hoje esfrego minhas namoradas do pac na fuça deles e todos ficam admirados, outros falavam das roupas que eu vestia, nunca comprei uma roupa de marca sequer no início e nem hoje na realidade.
Eu acho uma puta viadagem o cara pagar 150, 200 reais em uma camiseta só porque ela é de marca.
Hoje tenho meus ternos sob medida caros, tenho roupas de marca, mas usei e uso também roupas do brás, afinal, são apenas roupas.
Não saia, não me divertia, passava noites e madrugadas na frente do computador gerenciando, planejando, trabalhando.
Comecei a ter um gasto mais acentuado quando comecei a namorar e ter mais vida social, mas mesmo não sendo conhecedor da real, via administrar um relacionamento como administrar um negócio, ou seja, queria investir para ter retorno e quando não o tinha mandava ela pastar sem dó.
Só no meu noivado como relatei na história da minha vida que me envolvi muito emocionalmente e não foi tão simples quanto nos namoros.

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