01-05-2013, 01:11 PM
Citar:A mulher que fez o jogador perder a noção do perigo é Dayana Rodrigues, de 23 anos, mãe de um menino de 6, filho de um traficante que já morreu.
Pense numa moça pra casar!
Citar:A criança chama Menor P. de pai, o que indica o grau de envolvimento do bandido com Dayana.
Estão vendo? Até bandidão destacado assume esperma alheio e M$ol. Só a real salva!
Citar:Dayana gosta de ostentar riqueza e poder nas redes sociais – o que se traduz em joias douradas, poses em baladas, exibição de presentes caros e uma tatuagem, uma singela letra M, em homenagem ao amor com o traficante.
Dele, recebe mimos, e já ganhou pelo menos dois carros. O último deles um Peugeot 308 branco. No início do ano, Menor P. montou uma loja de sapatos para a amada.
Pense numa putinha cara!
Citar:a mãe, o pai e uma irmã de Dayana foram à delegacia acompanhados pelo advogado Nilson Lopes dos Santos - o mesmo que defende Menor P. das acusações de tráfico. A alegação: Dayana teria sido atingida por "sete balas perdidas".
A criatura tem um super ímã para balas perdidas. Só pode ser.
Citar:O bandido Menor P. passou a ser, depois do episódio, ainda mais visado pela polícia. E está enfurecido: além de amargar a traição, tem sido desmoralizado na favela, onde recebeu o apelido de “Tufão”, em referência ao personagem interpretado por Murilo Benício na novela Avenida Brasil, sempre traído pela mulher, Carminha (Adriana Esteves). Muros da favela passaram a ser pichados com o novo apelido.
Traficante desmoralizado pelo poder de uma buceta. Não tem jeito. Por mais que nos desapeguemos, cornice destrói a reputação de um homem. Se avacalham assim um traficante perigoso, avalie o que dizem de um homem comum.
Citar:O criminoso adotou também políticas assistencialistas, distribuindo gás, remédios e presentes para moradores da favela em datas festivas como Natal, Dia das Crianças, promoveu shows de artistas famosos, como o cantor Naldo, e grandes cultos evangélicos para angariar a simpatia de todos os gêneros. Tudo isso, misturado à corrupção de parte das forças policiais a quem paga.
Panis et circences não é exclusividade dos governos.

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