19-03-2013, 09:48 AM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 19-03-2013, 09:49 AM por Burt Reynolds.)
Nos tempos de Matrix, que eu era o mestre zen da inocência e da estupidez, uma mulher gostava de jogar com a minha cabeça. Descobri um ano depois de termos terminado, mas teve uma vez que eu estava com ela em uma praça de alimentação, em um shopping, e ela estava se comportando de forma esquisita, bizarra. Algo me dizia que alguma coisa estava acontecendo. Tempos depois, eu soube que o cafajeste com quem ela transava costumava ir para os lugares onde eu costumava ir com ela, para ficar fazendo joguinho com ela. Era jogo dos dois. Ela gostava que o cafajeste a visse comigo, ele gostava de estar lá para fazer joguinho. Jamais soube da sujeira, só depois. E aí fiquei certo de que, para estúpidos, o mundo é um lugar frio, cruel e impiedoso que vai te esmagar que nem uma mosca. Ah, a moça em questão. Uns anos depois, se casou, e depois se divorciou. Nem sequer terminou o curso técnico, tá com mais de 30 hoje. Uma vez mandou um e-mail para mim. Nem preciso dizer que adorei deletá-lo sem ler.
Não tente racionalizar com mulher, Chacal. Se ela tá estranha, nem se preocupe em saber o que é. Pule fora sem dó, e bola para frente.
Não tente racionalizar com mulher, Chacal. Se ela tá estranha, nem se preocupe em saber o que é. Pule fora sem dó, e bola para frente.

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