17-03-2013, 04:37 AM
É, galera.
O buraco é mais embaixo.
O que elas tem é inveja do pênis.
E a maneira que elas encontram, Marv, nas obscuras entranhas de sua feminilidade, de reivindicar esse Falo Perdido, é infernizar nossa vida.
Ter a cara de pau de dizer "Naquele dia que eu saí mais cedo, sabe, eu tava dando pra um amigo meu".
E o que você quer que eu diga, minha filha? Que lhe dê os parabéns? Prêmio de puta do ano??
Era raiva mesmo, canislupus, era raiva destrutiva. Mais tarde naquela noite eu fodi a cadela com todo o meu ódio.
Mas nao permiti, nunca, que ela arrancasse uma reaçao negativa de mim. Que me fizesse perder a cabeça.
Que desse a ela o que ela queria. Eu sabia que o descontrole seria a minha sentença. Eu podia farejar a dissimulaçao, o cálculo em seus discursos mais cínicos.
Daí eu me lembrei.
Me lembrei de uma conversa que nós tivemos pelo telefone. Era fim de tarde e eu iria chamá-la pra sair. Tínhamos combinado de fazer alguma coisa nesse dia, mas nao havíamos definido os detalhes.
Liguei pro celular e percebi que ela estava estranha. Sua voz estava sem emoçao e parecia abafada. Pude ouvir sons no fundo, mas nao pude distingui-los. A conversa em si foi ainda mais esquisita. Ela passava períodos longos demais para responder uma simples pergunta como "Você está em casa?"
Terminei a conversa com uma sensaçao indizível, um misto de suspeita e confusao.
Nao lembro dos detalhes, só lembro dessa vaga sensaçao que ficou. Alguma coisa nao se encaixava ali.
Pensei sobre isso dezenas de vezes nos dias que se seguiram mas no fim das contas resolvi me convencer que nao era nada de mais. Até o dia em que ela resolve jogar a merda no ventilador.
Ao menos hoje tenho certeza de que no dia em que nos falamos ao telefone alguma coisa estava de fato se encaixando ali. Repetidas vezes.
O buraco é mais embaixo.
O que elas tem é inveja do pênis.
E a maneira que elas encontram, Marv, nas obscuras entranhas de sua feminilidade, de reivindicar esse Falo Perdido, é infernizar nossa vida.
Ter a cara de pau de dizer "Naquele dia que eu saí mais cedo, sabe, eu tava dando pra um amigo meu".
E o que você quer que eu diga, minha filha? Que lhe dê os parabéns? Prêmio de puta do ano??
Era raiva mesmo, canislupus, era raiva destrutiva. Mais tarde naquela noite eu fodi a cadela com todo o meu ódio.
Mas nao permiti, nunca, que ela arrancasse uma reaçao negativa de mim. Que me fizesse perder a cabeça.
Que desse a ela o que ela queria. Eu sabia que o descontrole seria a minha sentença. Eu podia farejar a dissimulaçao, o cálculo em seus discursos mais cínicos.
Daí eu me lembrei.
Me lembrei de uma conversa que nós tivemos pelo telefone. Era fim de tarde e eu iria chamá-la pra sair. Tínhamos combinado de fazer alguma coisa nesse dia, mas nao havíamos definido os detalhes.
Liguei pro celular e percebi que ela estava estranha. Sua voz estava sem emoçao e parecia abafada. Pude ouvir sons no fundo, mas nao pude distingui-los. A conversa em si foi ainda mais esquisita. Ela passava períodos longos demais para responder uma simples pergunta como "Você está em casa?"
Terminei a conversa com uma sensaçao indizível, um misto de suspeita e confusao.
Nao lembro dos detalhes, só lembro dessa vaga sensaçao que ficou. Alguma coisa nao se encaixava ali.
Pensei sobre isso dezenas de vezes nos dias que se seguiram mas no fim das contas resolvi me convencer que nao era nada de mais. Até o dia em que ela resolve jogar a merda no ventilador.
Ao menos hoje tenho certeza de que no dia em que nos falamos ao telefone alguma coisa estava de fato se encaixando ali. Repetidas vezes.

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