05-03-2013, 02:09 PM
Confrades,
O problema não está somente no transporte mas sim, na logística como um todo. - E o ciclo vicioso se mantém entre os interessados, há tempos -
Ônibus e metrô não fazem(e nunca fizeram) jus ao termo "público".
O preço da passagem é um absurdo em revés ao serviço que nos é ofertado mas, como existe um monopólio estatal - usa quem precisa, paga quem não pode e nada de abrir vez à concorrência. Tudo, proposital.
E qual é a jogada então?
Neste cenário caótico o veículo próprio ganha muito destaque e de longe, parece ser a única saída para uma viagem em busca da dignidade.
O cidadão de bem, cansado desta vergonha e de mãos dadas com a facilidade do crédito popular passa a se enfiar em financiamentos e leasings de longo prazo para o então sonhado veículo.
Ao comprar um carro o problema persiste. O público C, D, E, F.. do metrô realmente sumirá - mas o congestionamento - aparece.
E se engana quem acredita que fez um ótimo negócio, pois o Brasil lidera o ranking de custos para se manter um veículo.
E para o governo?
Quanto mais caos for gerado no transporte público, mais pessoas pensam em mudar de "vida", mais financiamentos são feitos, mais carros se vendem, mais impostos se pagam e mais gasolina se consome.
E o "povão" ?
Tudo feliz da vida andando de carro 1.0 à R$ 35.000,00 reais.
E enquanto isso, o PT anunciando aos 04 cantos que o Brasil está em crescendo em qualidade de vida. Não porra! Porra nenhuma!
Qualidade de vida não é comprar um carro financiado, não é ter uma tv 3D de LED ou até, um smartphone.
Qualidade de vida é ter CULTURA, é ter ESTUDO e ter PROFISSÃO.
Qualidade, é ser cidadão do mundo. É falar outro idioma. É ser competitivo.
Mas o povão não quer saber disso. Prefere viciar no efeito, do que na solução. E assim vamos indo, com garagens recheadas de carros populares e por de trás, mentes vazias.
O problema não está somente no transporte mas sim, na logística como um todo. - E o ciclo vicioso se mantém entre os interessados, há tempos -
Ônibus e metrô não fazem(e nunca fizeram) jus ao termo "público".
O preço da passagem é um absurdo em revés ao serviço que nos é ofertado mas, como existe um monopólio estatal - usa quem precisa, paga quem não pode e nada de abrir vez à concorrência. Tudo, proposital.
E qual é a jogada então?
Neste cenário caótico o veículo próprio ganha muito destaque e de longe, parece ser a única saída para uma viagem em busca da dignidade.
O cidadão de bem, cansado desta vergonha e de mãos dadas com a facilidade do crédito popular passa a se enfiar em financiamentos e leasings de longo prazo para o então sonhado veículo.
Ao comprar um carro o problema persiste. O público C, D, E, F.. do metrô realmente sumirá - mas o congestionamento - aparece.
E se engana quem acredita que fez um ótimo negócio, pois o Brasil lidera o ranking de custos para se manter um veículo.
E para o governo?
Quanto mais caos for gerado no transporte público, mais pessoas pensam em mudar de "vida", mais financiamentos são feitos, mais carros se vendem, mais impostos se pagam e mais gasolina se consome.
E o "povão" ?
Tudo feliz da vida andando de carro 1.0 à R$ 35.000,00 reais.
E enquanto isso, o PT anunciando aos 04 cantos que o Brasil está em crescendo em qualidade de vida. Não porra! Porra nenhuma!
Qualidade de vida não é comprar um carro financiado, não é ter uma tv 3D de LED ou até, um smartphone.
Qualidade de vida é ter CULTURA, é ter ESTUDO e ter PROFISSÃO.
Qualidade, é ser cidadão do mundo. É falar outro idioma. É ser competitivo.
Mas o povão não quer saber disso. Prefere viciar no efeito, do que na solução. E assim vamos indo, com garagens recheadas de carros populares e por de trás, mentes vazias.

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