16-12-2012, 11:56 AM
ZeroSum,
Está tudo sob controle, minha vida não se espelha no meu relacionamento, tenho outras preocupações. Uma coisa bem interessante de tudo que você falou é o fato de se acomodar. Uma vez um professor meu falou o seguinte sobre ficar num emprego que não está agradando, mas que tem um bom salário:
"Quando você entra no meio da bosta, aquele cheiro te incomoda e faz você se sentir mal. Com o tempo, acontece um negócio engraçado, a bosta começa a ter um cheiro doce e agradável para você e daí tu não quer mais sair."
Não acho relevante compartilhar a história, mas acho relevante compartilhar a conclusão de tudo que eu conversei com ela:
No fim ela não me fez nenhum mal, ela fez mal pra ela mesma: desrespeitou o próprio corpo (ficando com qualquer otário na balada), desrespeitou a própria saúde (drogas, bebidas, engordou 6kg) e desrespeitou a família que acreditava tanto que ela era comportadinha.
Nesse mesmo período sem ela eu emagreci 4kg fazendo exercícios, aprimorei conhecimentos...
Perdeu quase todo meu respeito ainda por cima. Eu nunca fui mangina e nunca chorei por essa mulher cara. Enquanto tiver me agregando algo de bom, vai indo. Se aparecer melhor, trocamos. Se houver indício de que vem chifres por aí, terminamos. Quer um exemplo? se eu tivesse que sustentar ela pra ela morar comigo eu já não ia querer mais, pq ela não tem tanto valor assim pra mim.
E terminar por causa do que ela fez não seria massagear o ego dizendo: "eu sou melhor que isso". Onde fica o desapego nessa história?
Quando o saldo do relacionamento entrar no negativo, é hora de cada um seguir seu rumo.
Vamos falar sobre habilidades em mentiras agora, a não ser que tu tenha mais algum conhecimento pra compartilhar comigo ou ache que eu to errando em alguma coisa. Opiniões sempre bem vindas, como disse Raul: "Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo".
Abraço
Está tudo sob controle, minha vida não se espelha no meu relacionamento, tenho outras preocupações. Uma coisa bem interessante de tudo que você falou é o fato de se acomodar. Uma vez um professor meu falou o seguinte sobre ficar num emprego que não está agradando, mas que tem um bom salário:
"Quando você entra no meio da bosta, aquele cheiro te incomoda e faz você se sentir mal. Com o tempo, acontece um negócio engraçado, a bosta começa a ter um cheiro doce e agradável para você e daí tu não quer mais sair."
Não acho relevante compartilhar a história, mas acho relevante compartilhar a conclusão de tudo que eu conversei com ela:
No fim ela não me fez nenhum mal, ela fez mal pra ela mesma: desrespeitou o próprio corpo (ficando com qualquer otário na balada), desrespeitou a própria saúde (drogas, bebidas, engordou 6kg) e desrespeitou a família que acreditava tanto que ela era comportadinha.
Nesse mesmo período sem ela eu emagreci 4kg fazendo exercícios, aprimorei conhecimentos...
Perdeu quase todo meu respeito ainda por cima. Eu nunca fui mangina e nunca chorei por essa mulher cara. Enquanto tiver me agregando algo de bom, vai indo. Se aparecer melhor, trocamos. Se houver indício de que vem chifres por aí, terminamos. Quer um exemplo? se eu tivesse que sustentar ela pra ela morar comigo eu já não ia querer mais, pq ela não tem tanto valor assim pra mim.
E terminar por causa do que ela fez não seria massagear o ego dizendo: "eu sou melhor que isso". Onde fica o desapego nessa história?
Quando o saldo do relacionamento entrar no negativo, é hora de cada um seguir seu rumo.
Vamos falar sobre habilidades em mentiras agora, a não ser que tu tenha mais algum conhecimento pra compartilhar comigo ou ache que eu to errando em alguma coisa. Opiniões sempre bem vindas, como disse Raul: "Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo".
Abraço
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