21-10-2011, 09:56 AM
Interessante seu relato, a real realmente dá poderes.
O Smith mencionou uma coisa que acontecia comigo. Na época de matrixiano, a capacidade que tínhamos de nos apaixonar por qualquer coisa, seja pelo simples fato da mulher compartilhar um gosto musical contigo, fazer o mesmo curso, sei lá o que, era um negócio que passava das barreiras do absurdo.
Não fazíamos análise comportamental NENHUMA. Era apenas por fotos e palavras, já era suficiente. E todos sabem que não dá para confiar no que uma mulher fala ou escreve. A forma de agir é o único embasamento que podemos ter para nossas opiniões.
E a revolta por descobrir que a sua amada, a princesa no castelo real era na verdade uma prostituta de marca maior, era amargurante mesmo.
Hoje a gente fica zuando e tal, tal cara é matrixiano, manginão, aquela mina é puta e etcs ... mas sabemos na pele a merda que é não encarar as coisas como elas são.
O Smith mencionou uma coisa que acontecia comigo. Na época de matrixiano, a capacidade que tínhamos de nos apaixonar por qualquer coisa, seja pelo simples fato da mulher compartilhar um gosto musical contigo, fazer o mesmo curso, sei lá o que, era um negócio que passava das barreiras do absurdo.
Não fazíamos análise comportamental NENHUMA. Era apenas por fotos e palavras, já era suficiente. E todos sabem que não dá para confiar no que uma mulher fala ou escreve. A forma de agir é o único embasamento que podemos ter para nossas opiniões.
E a revolta por descobrir que a sua amada, a princesa no castelo real era na verdade uma prostituta de marca maior, era amargurante mesmo.
Hoje a gente fica zuando e tal, tal cara é matrixiano, manginão, aquela mina é puta e etcs ... mas sabemos na pele a merda que é não encarar as coisas como elas são.

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