11-11-2012, 10:10 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 11-11-2012, 10:11 PM por John Romano.)
Volto da minha pedalada dominical e vejo esse tópico...
Vamos lá.
Sobre o fracasso na abordagem do Lucard:
PUA é uma invencionice pra arrancar dinheiro de homens americanos tímidos. Lá, superficialmente falando, possui menos desigualdade econômica-social do que cá, então as capacidades de traquejo social, atuação em grupos sociais e "abordagem" são tão mais importantes lá do que aqui, onde impera a exibição crua de caracteres referentes a destaque físico/financeiro.
Aqui, um porte físico superior e/ou um carro bacana são bem mais decisivos numa conquista do que uma correta abertura de papo, rotinas de encantamento e coisas do gênero. A fêmea brasileira, genericamente falando, está muito mais ligada a este tipo de coisa do que as americanas.
O problema foi justamente o transplante de rotinas e ideias a uma realidade sócio-cultural completamente diferente. PUA aqui não funciona, ou pelo menos, funciona de maneira muito restrita, diferente do que acontece em seu país de criação.
Tendo isto em mente, pode-se entender claramente o porquê do fracasso monumental da abordagem do confrade.
Para o confrade Blanka:
Já que o dinheiro já foi empregado, você bem que poderia disponibilizar alguns textos aqui, pra que sejam devidamente desmascarados a fim de evitar que outros incautos caiam nesse conto do vigário.
E sobre os aspectos a serem desenvolvidos... bem... TODOS devem ser devidamente trabalhados, senão vai-se limitar a própria ascensão pessoal. Dinheiro é importante, tanto quanto saúde e traquejo social. Um sem os demais te deija limitado e capenga.
Melhor desenvolverem-se todos, em harmonia.
Vamos lá.
Sobre o fracasso na abordagem do Lucard:
PUA é uma invencionice pra arrancar dinheiro de homens americanos tímidos. Lá, superficialmente falando, possui menos desigualdade econômica-social do que cá, então as capacidades de traquejo social, atuação em grupos sociais e "abordagem" são tão mais importantes lá do que aqui, onde impera a exibição crua de caracteres referentes a destaque físico/financeiro.
Aqui, um porte físico superior e/ou um carro bacana são bem mais decisivos numa conquista do que uma correta abertura de papo, rotinas de encantamento e coisas do gênero. A fêmea brasileira, genericamente falando, está muito mais ligada a este tipo de coisa do que as americanas.
O problema foi justamente o transplante de rotinas e ideias a uma realidade sócio-cultural completamente diferente. PUA aqui não funciona, ou pelo menos, funciona de maneira muito restrita, diferente do que acontece em seu país de criação.
Tendo isto em mente, pode-se entender claramente o porquê do fracasso monumental da abordagem do confrade.
Para o confrade Blanka:
Já que o dinheiro já foi empregado, você bem que poderia disponibilizar alguns textos aqui, pra que sejam devidamente desmascarados a fim de evitar que outros incautos caiam nesse conto do vigário.
E sobre os aspectos a serem desenvolvidos... bem... TODOS devem ser devidamente trabalhados, senão vai-se limitar a própria ascensão pessoal. Dinheiro é importante, tanto quanto saúde e traquejo social. Um sem os demais te deija limitado e capenga.
Melhor desenvolverem-se todos, em harmonia.

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