26-02-2020, 09:24 PM
Acho que o Berlin e o Velho estão na pista.
Os pecados normalmente nunca são as atitudes em si, mas sim o cometer contínuo das atitudes, o que constitui um defeito de caráter ou vício do sujeito. ( Acho que nem preciso falar que todo vício é prejudicial.)
Dizendo de outra forma, podemos ter um pouco dessas atitudes e sabendo controlá-las, elas passam a trabalhar em nosso favor ao invés de contra nós.
Por exemplo: Podemos usar a ira e a inveja como inquietude e falta de satisfação com nosso eu atual, para poder lutar atrás do nosso desenvolvimento. Podemos usar a gula e a ganância como egoísmo benéfico e desejo honesto de conseguirmos alcançar nossos objetivos, o orgulho como forma de demonstrar que temos respeito e honra pelas nossas próprias conquistas, e por aí vai.
Isso pode soar um pouco de filosofia de Full Metal Alchemist (spoiler: na qual o vilão se livrou dos pecados na tentativa de se tornar mais perfeito), mas acredito que precisamos sempre entender nossos defeitos com profundidade, aceitando que eles existem e são parte integral de nós, e que precisamos sempre refletir sobre como lidar com eles, meditar como forma de reduzi-los, etc. já que assim como o apego, não são possíveis de serem deletados completamente de nós.
Na verdade 7 é escolhido por ser um "número mágico", em tempos anteriores ao cristianismo se consideravam 8. Acredito que a Acídia/Melancolia fazia parte. Mas se fosse pedir para eu listar, ah, definitivamente eu colocava Apego nessa lista, subindo pra 9 o número.
Os pecados normalmente nunca são as atitudes em si, mas sim o cometer contínuo das atitudes, o que constitui um defeito de caráter ou vício do sujeito. ( Acho que nem preciso falar que todo vício é prejudicial.)
Dizendo de outra forma, podemos ter um pouco dessas atitudes e sabendo controlá-las, elas passam a trabalhar em nosso favor ao invés de contra nós.
Por exemplo: Podemos usar a ira e a inveja como inquietude e falta de satisfação com nosso eu atual, para poder lutar atrás do nosso desenvolvimento. Podemos usar a gula e a ganância como egoísmo benéfico e desejo honesto de conseguirmos alcançar nossos objetivos, o orgulho como forma de demonstrar que temos respeito e honra pelas nossas próprias conquistas, e por aí vai.
Isso pode soar um pouco de filosofia de Full Metal Alchemist (spoiler: na qual o vilão se livrou dos pecados na tentativa de se tornar mais perfeito), mas acredito que precisamos sempre entender nossos defeitos com profundidade, aceitando que eles existem e são parte integral de nós, e que precisamos sempre refletir sobre como lidar com eles, meditar como forma de reduzi-los, etc. já que assim como o apego, não são possíveis de serem deletados completamente de nós.
Na verdade 7 é escolhido por ser um "número mágico", em tempos anteriores ao cristianismo se consideravam 8. Acredito que a Acídia/Melancolia fazia parte. Mas se fosse pedir para eu listar, ah, definitivamente eu colocava Apego nessa lista, subindo pra 9 o número.


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