17-02-2020, 06:42 PM
Olha só, eu tenho uma razoável experiência nesse tipo de entretenimento (Não me arrependo... se voltasse no tempo, gastaria cada centavo novamente!). Acredito que não existem regras nesse jogo: cada um se aventura da forma como quiser e como se sente bem.
Garotas com local:
Não me adaptei neste formato! O maior problema é a falta de química e conexão... Você chega no apartamento da moça, adentra o local e o cronometro já começa a contar... Ela logo te encaminha para o banheiro, um banho e etc. Ou seja – no meu caso – não fica um clima legal; fica muito forçado e mecânico.
Casas de massagem:
Um pouco melhor que garotas com local. Existe aquele ritual de você chegar na recepção da clínica e ser apresentado às meninas que lá estão à disposição. Vc escolhe a moça, ela pega na sua mão como se fosse aquela sua primeira namoradinha, e leva ao quarto. Nessa situação, o clima não fica 100% harmonioso, mas acaba sendo um pouco menos forçado que garotas com local próprio. Isso porque você terá um tempo maior para conversar com a menina, e criar uma conexão mínima; dando umas risadas e bebendo algumas coisas e tal. Ou seja, rola aquela sensação de estar transando com uma ex, e não com uma simples PUTA paga.
Casa noturna:
Esse modelo é o que eu gosto mais. De todos os jeitos, é o menos forçado; pois se você ir no lugar, quiser ficar apenas bebendo uma e depois ir embora você pode. Porém, se gostar de alguma moça, só chegar junto e ficar trocando uma ideia. Os serviços costumam ser pagos na recepção, e não direto à garota (pra não configurar o B.O), e isso traz a sensação de que você está apenas se aventurando numa balada. É legal, porque você costuma ficar um tempo bacana conversando com a menina (a maioria delas são gente fina, e te tratam muito bem caso você não seja escroto).
No Brasil, existe um ditado popular dizendo que não se discute religião, política e futebol. Eu acrescentaria o “Trato com as garotas de programa”. Tem os caras que tem medo, uns que tem nojo, outros que tem vergonha e, por último, uns que encaram sem medo nem vexame. Eu, com certeza, estou nesse último grupo.

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