06-02-2020, 02:34 AM
Poxa, demorei pra ver este tópico, nem sei porque. Agora que acabei de ler ele todo fui obrigado a mover para a seção dos recomendados.
Quando mais novo eu também tinha um pouco desse ímã pra mulheres comprometidas e mulheres mais velhas, mas minha postura de beta da igreja sempre me segurou de "aproveitar" essas oportunidades. Porém, na primeira namorada que tive, um fator diferente aconteceu, mesmo ela sendo comprometida eu demorei a perceber e só soube quando já estava apaixonado por ela.
Ela não usava aliança de compromisso, e conversava comigo a noite todos os dias a noite no MSN, inclusive sábados e domingos, naquela época existia o Orkut, mas não tinha nada referente a isso lá. Enfim, podia se passar por solteira tranquilamente. Isso favorecia pra ela pintar a imagem dele ser um cara que não a valorizava, que a deixava mais sozinha (o que não é mentira), assim podia ser fazer de Cinderela nome bem escolhido pelo confrade Fernando R1 para esse comportamento, que causa nos desavisados um desejo de se tornar um cavaleiro branco a salvá-la do cara mau.
Depois de uns três ou quatro meses conversando ela termina com ele e começamos a ficar direto (ficamos umas 2x enquanto ela terminou e reatou com ele rapidamente), assumindo namoro mais ou menos um mês depois. As coisas funcionaram bem por um tempo, depois desandaram, já relatei parte desse namoro no tópico "[Relato] A Real na prática: um relacionamento desde seu início" do Tim Laflour, na resposta 229. Vejo as consequências que tive como um mérito kármico (lei da semeadura), as coisas tinham que terminar mal para a equação se balancear e eu pagar por isso do lado de cá (que é bem mais barato).
Uma reflexão que tiro dessas histórias é que o caráter pode ser aprimorado, devemos trabalhar nisso, desenvolvimento pessoal pode ser definido como aprimoramento do caráter, e a Real fez toda a diferença em minha vida sob esse aspecto.
Quando mais novo eu também tinha um pouco desse ímã pra mulheres comprometidas e mulheres mais velhas, mas minha postura de beta da igreja sempre me segurou de "aproveitar" essas oportunidades. Porém, na primeira namorada que tive, um fator diferente aconteceu, mesmo ela sendo comprometida eu demorei a perceber e só soube quando já estava apaixonado por ela.
Ela não usava aliança de compromisso, e conversava comigo a noite todos os dias a noite no MSN, inclusive sábados e domingos, naquela época existia o Orkut, mas não tinha nada referente a isso lá. Enfim, podia se passar por solteira tranquilamente. Isso favorecia pra ela pintar a imagem dele ser um cara que não a valorizava, que a deixava mais sozinha (o que não é mentira), assim podia ser fazer de Cinderela nome bem escolhido pelo confrade Fernando R1 para esse comportamento, que causa nos desavisados um desejo de se tornar um cavaleiro branco a salvá-la do cara mau.
Depois de uns três ou quatro meses conversando ela termina com ele e começamos a ficar direto (ficamos umas 2x enquanto ela terminou e reatou com ele rapidamente), assumindo namoro mais ou menos um mês depois. As coisas funcionaram bem por um tempo, depois desandaram, já relatei parte desse namoro no tópico "[Relato] A Real na prática: um relacionamento desde seu início" do Tim Laflour, na resposta 229. Vejo as consequências que tive como um mérito kármico (lei da semeadura), as coisas tinham que terminar mal para a equação se balancear e eu pagar por isso do lado de cá (que é bem mais barato).
Uma reflexão que tiro dessas histórias é que o caráter pode ser aprimorado, devemos trabalhar nisso, desenvolvimento pessoal pode ser definido como aprimoramento do caráter, e a Real fez toda a diferença em minha vida sob esse aspecto.
Spoiler:
E sete mulheres naquele dia lançarão mão de um homem, dizendo: Nós comeremos do nosso pão, e nos vestiremos do que é nosso; tão-somente queremos ser chamadas pelo teu nome; tira o nosso opróbrio. - Isaías 4:1

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