12-06-2019, 02:40 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 12-06-2019, 02:42 PM por recruta.)
Disque 100: mães são as mais denunciadas por violência contra crianças
09/06/2019 5:23
https://www.metropoles.com/brasil/disque...vSwDTp6wwc
Em maio, o assassinato de Rhuan Maycon da Silva Castro, de 9 anos, no Distrito Federal, chocou o país. Esquartejado pela mãe com a ajuda da companheira de sua genitora, o menino era vítima de maus-tratos há mais de um ano, quando teve o pênis decepado. Também no mês passado, uma menina de três anos foi jogada pela janela do quinto andar do prédio onde morava, em São Paulo. Ambos os crimes – cometidos por quem deveria protegê-los – foram atos extremos e cruéis, precedidos por violências físicas e psicológicas que não são, necessariamente, exceção nos lares brasileiros.
Dados colhidos entre 2012 e 2017 pelo Disque 100, canal para recebimento de denúncias do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), apontam que as mães são as mais denunciadas por violações contra crianças e adolescentes. Nos relatos feitos por telefone, frequentemente de forma anônima, a maior parte das acusações — físicas, psicológicas e sexuais — ocorre dentro das casas das vítimas. Em 2017, último ano disponível para consulta no site do ministério, as mães foram responsáveis por 37,44% das reclamações.
No recorte “relação suspeito x vítima”, no último ano divulgado, também aparecem como suspeitos: o pai (17,58% dos casos); avó (3,67%); e tio ou tia (3,51%). Em 19,46% das denúncias, o suposto agressor não foi identificado. No restante dos casos, são mencionados desconhecidos, chefes, companheiros, parentes, entre outros. Em 2018, segundo informações difundidas pela ministra Damares Alves, o canal recebeu 76.216 denúncias envolvendo crianças e adolescentes.
09/06/2019 5:23
https://www.metropoles.com/brasil/disque...vSwDTp6wwc
Em maio, o assassinato de Rhuan Maycon da Silva Castro, de 9 anos, no Distrito Federal, chocou o país. Esquartejado pela mãe com a ajuda da companheira de sua genitora, o menino era vítima de maus-tratos há mais de um ano, quando teve o pênis decepado. Também no mês passado, uma menina de três anos foi jogada pela janela do quinto andar do prédio onde morava, em São Paulo. Ambos os crimes – cometidos por quem deveria protegê-los – foram atos extremos e cruéis, precedidos por violências físicas e psicológicas que não são, necessariamente, exceção nos lares brasileiros.
Dados colhidos entre 2012 e 2017 pelo Disque 100, canal para recebimento de denúncias do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), apontam que as mães são as mais denunciadas por violações contra crianças e adolescentes. Nos relatos feitos por telefone, frequentemente de forma anônima, a maior parte das acusações — físicas, psicológicas e sexuais — ocorre dentro das casas das vítimas. Em 2017, último ano disponível para consulta no site do ministério, as mães foram responsáveis por 37,44% das reclamações.
No recorte “relação suspeito x vítima”, no último ano divulgado, também aparecem como suspeitos: o pai (17,58% dos casos); avó (3,67%); e tio ou tia (3,51%). Em 19,46% das denúncias, o suposto agressor não foi identificado. No restante dos casos, são mencionados desconhecidos, chefes, companheiros, parentes, entre outros. Em 2018, segundo informações difundidas pela ministra Damares Alves, o canal recebeu 76.216 denúncias envolvendo crianças e adolescentes.

![[+]](https://legadorealista.com/fdb/images/vienna//collapse_collapsed.png)

