22-05-2019, 09:37 PM
Respondendo o Nefahal no chat, tava ficando um wall text. Então só repassando um breve resumo da treta do MBL com as passeatas de domingo, vulgo "bonde do presidente".
- Os filhos do presidente e alguns aliados (do PSL e fora do partido) tiveram a ideia de mobilizar uma passeata nacional em favor das reformas.
- Porém, desde o início do mês o -vice Mourão andou tendo reuniões com o MBL (que desde 2016 era um dos protagonistas das passeatas, por exemplo, do impeachment), que também andou fechando com o centrão (formado por vários partidos, ''soltos'', ou seja que votam sob propina, e organizados por Dem e Psdb).
- Enfim, o MBL não só não endossou/apoiou as manifestações de domingo, como criticou, chamando a manifestação de marcha de extremistas (livre tradução) e ainda ameaçou processar uma galera que chamou-os de traidores, Desse nível.
- Parece, pelo jeito, que só o cara do Mamãe-Falei se saiu dessa, e ficou em cima do muro. O MbL deu muito apoio jurídico há quase 2 anos, quando o mesmo tava sendo ameaçado de processo de canto a canto. É compreensível, nesse caso. E no PSL, a Janaina Paschoal, também se declarou fora das manifestações.
Enfim, existe um racha na chamada direita no congresso e até dentro de segmentos (partidários como o PSL, e não-partidários, como o MBL) que até então encampavam essa agenda conservadora desde o tempo das eleições.
Isso não surpreende, classe política (sobretudo no Brasil) é oportunista no sentido pejorativo do termo, a maioria que havia manifesto apoio ao Bolsonaro na época da campanha, foi exatamente pra surfar na onda conservadora/reformadora que o país pedia e ainda pede hoje.
Depois de eleitos, muitos mostraram sua verdadeira face, voltada somente para o carreirismo político, e a velha forma de barganhar com o Planalto, as manifestações acabarão sendo apoio ao presidente eleito, sim vão, mas são sobretudo uma demonstração que país está atento e favorável às reformas.
- Os filhos do presidente e alguns aliados (do PSL e fora do partido) tiveram a ideia de mobilizar uma passeata nacional em favor das reformas.
- Porém, desde o início do mês o -vice Mourão andou tendo reuniões com o MBL (que desde 2016 era um dos protagonistas das passeatas, por exemplo, do impeachment), que também andou fechando com o centrão (formado por vários partidos, ''soltos'', ou seja que votam sob propina, e organizados por Dem e Psdb).
- Enfim, o MBL não só não endossou/apoiou as manifestações de domingo, como criticou, chamando a manifestação de marcha de extremistas (livre tradução) e ainda ameaçou processar uma galera que chamou-os de traidores, Desse nível.
- Parece, pelo jeito, que só o cara do Mamãe-Falei se saiu dessa, e ficou em cima do muro. O MbL deu muito apoio jurídico há quase 2 anos, quando o mesmo tava sendo ameaçado de processo de canto a canto. É compreensível, nesse caso. E no PSL, a Janaina Paschoal, também se declarou fora das manifestações.
Enfim, existe um racha na chamada direita no congresso e até dentro de segmentos (partidários como o PSL, e não-partidários, como o MBL) que até então encampavam essa agenda conservadora desde o tempo das eleições.
Isso não surpreende, classe política (sobretudo no Brasil) é oportunista no sentido pejorativo do termo, a maioria que havia manifesto apoio ao Bolsonaro na época da campanha, foi exatamente pra surfar na onda conservadora/reformadora que o país pedia e ainda pede hoje.
Depois de eleitos, muitos mostraram sua verdadeira face, voltada somente para o carreirismo político, e a velha forma de barganhar com o Planalto, as manifestações acabarão sendo apoio ao presidente eleito, sim vão, mas são sobretudo uma demonstração que país está atento e favorável às reformas.

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