15-05-2019, 01:23 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 15-05-2019, 01:25 PM por Fernando_R1.)
A Lei Maria da Penha nem deveria existir, afinal estamos no mesmo patamar perante as Leis;
Já que ela existe, não há nenhuma misândria em afastar um desequilibrado que quer agredir sua companheira ou esposa do convívio do lar, isto é o óbvio, mas o que vemos também é um monte de mulher que mesmo agredida não sabe ficar sem o cafajeste que a maltrata, mesmo depois de ser agredida insiste em dar sempre mais uma chance ao agressor.
O problema é que isto pode dar transtornos sim, pois acredito que a autoridade policial possa ter a prerrogativa de tomar em caráter sumário a decisão de pedir o afastamento de um suposto agressor, se for no caso de um agressor contumaz, já reincidente, isto é bom, mas se for o caso de uma mulher espertinha que forja uma agressão, o homem vai precisar arrolar álibis e testemunhas para se resguardar de um processo criminal.
O ponto aqui é a narrativa do exagero, já que os 'grupos de pressão' (misândricos até os ossos) tem mais voz ativa que o próprio povão a construção das Leis, nestes grupos impera na narrativa de que no Brasil há uma política de feminicídio, que todo homem é assediador e que nossa sociedade é machista, que mulheres ganham menos que os homens, etc.
Agora, imagine no meio de todo esse furdunço e turbulência no governo, o Bolso diz: da Lei Maria da Penha vai acabar, ou vai ser reformulada? Imagine o mimimi da imprensa, das feministas, das ONGs, pensem no desgaste desnecessário que esta decisão iria causar.
Já que ela existe, não há nenhuma misândria em afastar um desequilibrado que quer agredir sua companheira ou esposa do convívio do lar, isto é o óbvio, mas o que vemos também é um monte de mulher que mesmo agredida não sabe ficar sem o cafajeste que a maltrata, mesmo depois de ser agredida insiste em dar sempre mais uma chance ao agressor.
O problema é que isto pode dar transtornos sim, pois acredito que a autoridade policial possa ter a prerrogativa de tomar em caráter sumário a decisão de pedir o afastamento de um suposto agressor, se for no caso de um agressor contumaz, já reincidente, isto é bom, mas se for o caso de uma mulher espertinha que forja uma agressão, o homem vai precisar arrolar álibis e testemunhas para se resguardar de um processo criminal.
O ponto aqui é a narrativa do exagero, já que os 'grupos de pressão' (misândricos até os ossos) tem mais voz ativa que o próprio povão a construção das Leis, nestes grupos impera na narrativa de que no Brasil há uma política de feminicídio, que todo homem é assediador e que nossa sociedade é machista, que mulheres ganham menos que os homens, etc.
Agora, imagine no meio de todo esse furdunço e turbulência no governo, o Bolso diz: da Lei Maria da Penha vai acabar, ou vai ser reformulada? Imagine o mimimi da imprensa, das feministas, das ONGs, pensem no desgaste desnecessário que esta decisão iria causar.

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