08-04-2019, 02:12 AM
Só pra esclarecer um pouco minha constatação acima.
Quando eu disse que o MGTOW "não é um estilo de vida, filosofia, nem modo de pensamento propriamente dito" eu quis dizer apenas no aspecto mais amplo de que o que o MGTOW traz é apenas uma linha de pensamento que prega a independência do homem dos modelos de sociedade a ele oferecido, para que ele possa trilhar o seu próprio caminho, o caminho da sua consciência.
O problema nisso é que é algo muito vago. O termo é um guarda-chuva que aceita todo tipo de desaforo. Há ainda a chance do homem trilhar o caminho da misoginia, ou a de se isolar totalmente da sociedade. O cara faz o que der na telha, e isso pode significar jogar todos os nossos milênios civilizatórios na lata do lixo.
Sem contar o que já falei, não tem como ser algo bom, pois se fosse e todo mundo fizesse a nossa sociedade colapsaria. Quer saber se algo é bom? Imagina se 100, 1000, 1 milhão, 1 bilhão ou todas pessoas do mundo fizessem e veja no que dá. Esse não é um modelo sustentável de ser homem.
Isso por que uma vez tirado o modelo "tradicional", mesmo que quebrado, é impossível para o homem colocar um no lugar, sem ter que aprender por tentativa e erro diversas vezes e se frustrar ainda mais. Mais do que escapar da sociedade: O cara pode até virar um ermitão, mas não pode escapar 100% da sua socialização e da necessidade de encontrar com parceiras sexuais (mulheres), que são necessidades a nível puramente animal. O cara pode virar um monge e controlar, mas nunca superar o seu lado humano e animal.
Há os que se dizem ser MGTOW, mas que rezam a missa de forma contrária a seu próprio "manifesto". Como dá pra confiar em algo assim tão abstrato e tão sem valores fundamentais para definir? Aqui a gente tem gente diferente, mas são homens de verdade, que, salvo um ou outro, querem uma vida sossegada e muitos passar o tempo ao lado de uma boa companhia, seja casando, seja levando os lanchinhos pro motel. E isso já está de bom tamanho, foquemos na gente, em como podemos ser melhores e mais úteis pra sociedade do que dar as costas pra ela.
Eu já me interessei antes a nível teórico pela ideia proposta, mas hoje em dia me desencantei com eles mais do que os MRAs, pois no fim são só agitação. Não há esforço nenhum para a teorização das ideias deles que pude observar, parece grande maioria ser composta de incels e frustrados em geral, sem nenhum pano de fundo para serem. Me perdoem se eu estiver errado.
Acredito que a nossa Real e os Red Pills americanos, até mesmo os MA tem muito mais a oferecer. Há abordagens como o ghosting, homem cinzento, e tantas outras que ainda frustram o jogo das feministas sem nos tornar isolados. Acredito que a gente deveria focar nisso (Real, ghosting, etc) e deixar essa coisa de MGTOW pra lá.
Eu talvez ainda dê uma chance se eu ver que eles são sérios, mas aviso de já que não adianta ter meia dúzia de caras bons lá se a geral são um bando de gente meia boca que veste a carapuça. Vou procurar saber a que passo estão, mas confesso que não me animo nada com o pouco que vi ultimamente.
Quando eu disse que o MGTOW "não é um estilo de vida, filosofia, nem modo de pensamento propriamente dito" eu quis dizer apenas no aspecto mais amplo de que o que o MGTOW traz é apenas uma linha de pensamento que prega a independência do homem dos modelos de sociedade a ele oferecido, para que ele possa trilhar o seu próprio caminho, o caminho da sua consciência.
O problema nisso é que é algo muito vago. O termo é um guarda-chuva que aceita todo tipo de desaforo. Há ainda a chance do homem trilhar o caminho da misoginia, ou a de se isolar totalmente da sociedade. O cara faz o que der na telha, e isso pode significar jogar todos os nossos milênios civilizatórios na lata do lixo.
Sem contar o que já falei, não tem como ser algo bom, pois se fosse e todo mundo fizesse a nossa sociedade colapsaria. Quer saber se algo é bom? Imagina se 100, 1000, 1 milhão, 1 bilhão ou todas pessoas do mundo fizessem e veja no que dá. Esse não é um modelo sustentável de ser homem.
Isso por que uma vez tirado o modelo "tradicional", mesmo que quebrado, é impossível para o homem colocar um no lugar, sem ter que aprender por tentativa e erro diversas vezes e se frustrar ainda mais. Mais do que escapar da sociedade: O cara pode até virar um ermitão, mas não pode escapar 100% da sua socialização e da necessidade de encontrar com parceiras sexuais (mulheres), que são necessidades a nível puramente animal. O cara pode virar um monge e controlar, mas nunca superar o seu lado humano e animal.
Há os que se dizem ser MGTOW, mas que rezam a missa de forma contrária a seu próprio "manifesto". Como dá pra confiar em algo assim tão abstrato e tão sem valores fundamentais para definir? Aqui a gente tem gente diferente, mas são homens de verdade, que, salvo um ou outro, querem uma vida sossegada e muitos passar o tempo ao lado de uma boa companhia, seja casando, seja levando os lanchinhos pro motel. E isso já está de bom tamanho, foquemos na gente, em como podemos ser melhores e mais úteis pra sociedade do que dar as costas pra ela.
Eu já me interessei antes a nível teórico pela ideia proposta, mas hoje em dia me desencantei com eles mais do que os MRAs, pois no fim são só agitação. Não há esforço nenhum para a teorização das ideias deles que pude observar, parece grande maioria ser composta de incels e frustrados em geral, sem nenhum pano de fundo para serem. Me perdoem se eu estiver errado.
Acredito que a nossa Real e os Red Pills americanos, até mesmo os MA tem muito mais a oferecer. Há abordagens como o ghosting, homem cinzento, e tantas outras que ainda frustram o jogo das feministas sem nos tornar isolados. Acredito que a gente deveria focar nisso (Real, ghosting, etc) e deixar essa coisa de MGTOW pra lá.
Eu talvez ainda dê uma chance se eu ver que eles são sérios, mas aviso de já que não adianta ter meia dúzia de caras bons lá se a geral são um bando de gente meia boca que veste a carapuça. Vou procurar saber a que passo estão, mas confesso que não me animo nada com o pouco que vi ultimamente.


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