16-12-2018, 02:30 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 16-12-2018, 02:36 PM por Gilgamesh.)
Apesar de ter achado boa parte do primeiro comentário do Padilha uma merda, numa primeira leitura, experimentei trocar a palavra boleto por espada, e, reduzir 800 anos ao tempo presente. Aí funcionou, e deu pra levar em consideração.
O negócio é que não temos referencial de união nacional, nem na nossa independência, nem no golpe militar que fundou a república, tampouco no que se seguiu e desembocou no presente, sempre o povo foi avisado pelo andar de cima o que estava acontecendo.
Não temos um fator comum a todos, como Carlos Martel na França, Os Pais Fundadores dos EUA, um Martín Fierro argentino, um Robin Hood Suíço, Um Siegfried teutônico... No máximo temos duas variantes sobre um mesmo personagem, o original e o remake, o Pedro Malasartes , o tipo português que gerou no seculo passado nosso, representativo ,porém não reconhecido como a mais exata (justamente por ser) representação da alma nacional, Macunaíma,o herói sem nenhum caráter.
Tristemente, talvez esse seja nosso legado ao mundo, ao planeta Terra, e à civilização humana, viver e se relacionar sem caráter, reproduzir a cultura do jeitinho.
Enquanto indivíduo devemos , buscar algo e usar as ferramentas que temos à nossa
disposição . Se vamos tentar atingir is meios com ética e respeito, num meio sem os mesmos valores, ao agir desse modo, seja por que meios forem, terminamos criando um meio ético. Resistamos à ausência ou negação de padrões morais,com valores morais e automaticamente estaremos criando e passando ele adiante através do exemplo. Talvez precise ser criada uma ética pela força.
Apesar de ter achado boa parte do primeiro comentário do Padilha uma merda, numa primeira leitura, experimentei trocar a palavra boleto por espada, e, reduzir 800 anos ao tempo presente. Aí funcionou, e deu pra levar em consideração.
O negócio é que não temos referencial de união nacional, nem na nossa independência, nem no golpe militar que fundou a república, tampouco no que se seguiu e desembocou no presente, sempre o povo foi avisado pelo andar de cima o que estava acontecendo.
Não temos um fator comum a todos, como Carlos Martel na França, Os Pais Fundadores dos EUA, um Martín Fierro argentino, um Robin Hood Suíço, Um Siegfried teutônico... No máximo temos duas variantes sobre um mesmo personagem, o original e o remake, o Pedro Malasartes , o tipo português que gerou no seculo passado nosso, representativo ,porém não reconhecido como a mais exata (justamente por ser) representação da alma nacional, Macunaíma,o herói sem nenhum caráter.
Tristemente, talvez esse seja nosso legado ao mundo, ao planeta Terra, e à civilização humana, viver e se relacionar sem caráter, reproduzir a cultura do jeitinho.
Enquanto indivíduo devemos , buscar algo e usar as ferramentas que temos à nossa
disposição . Se vamos tentar atingir is meios com ética e respeito, num meio sem os mesmos valores, ao agir desse modo, seja por que meios forem, terminamos criando um meio ético. Resistamos à ausência ou negação de padrões morais,com valores morais e automaticamente estaremos criando e passando ele adiante através do exemplo. Talvez precise ser criada uma ética pela força. E sim, nossos boletos são nossa batalha e os meios que ulilizamos para quita-los nossa espada.
O negócio é que não temos referencial de união nacional, nem na nossa independência, nem no golpe militar que fundou a república, tampouco no que se seguiu e desembocou no presente, sempre o povo foi avisado pelo andar de cima o que estava acontecendo.
Não temos um fator comum a todos, como Carlos Martel na França, Os Pais Fundadores dos EUA, um Martín Fierro argentino, um Robin Hood Suíço, Um Siegfried teutônico... No máximo temos duas variantes sobre um mesmo personagem, o original e o remake, o Pedro Malasartes , o tipo português que gerou no seculo passado nosso, representativo ,porém não reconhecido como a mais exata (justamente por ser) representação da alma nacional, Macunaíma,o herói sem nenhum caráter.
Tristemente, talvez esse seja nosso legado ao mundo, ao planeta Terra, e à civilização humana, viver e se relacionar sem caráter, reproduzir a cultura do jeitinho.
Enquanto indivíduo devemos , buscar algo e usar as ferramentas que temos à nossa
disposição . Se vamos tentar atingir is meios com ética e respeito, num meio sem os mesmos valores, ao agir desse modo, seja por que meios forem, terminamos criando um meio ético. Resistamos à ausência ou negação de padrões morais,com valores morais e automaticamente estaremos criando e passando ele adiante através do exemplo. Talvez precise ser criada uma ética pela força.
Apesar de ter achado boa parte do primeiro comentário do Padilha uma merda, numa primeira leitura, experimentei trocar a palavra boleto por espada, e, reduzir 800 anos ao tempo presente. Aí funcionou, e deu pra levar em consideração.
O negócio é que não temos referencial de união nacional, nem na nossa independência, nem no golpe militar que fundou a república, tampouco no que se seguiu e desembocou no presente, sempre o povo foi avisado pelo andar de cima o que estava acontecendo.
Não temos um fator comum a todos, como Carlos Martel na França, Os Pais Fundadores dos EUA, um Martín Fierro argentino, um Robin Hood Suíço, Um Siegfried teutônico... No máximo temos duas variantes sobre um mesmo personagem, o original e o remake, o Pedro Malasartes , o tipo português que gerou no seculo passado nosso, representativo ,porém não reconhecido como a mais exata (justamente por ser) representação da alma nacional, Macunaíma,o herói sem nenhum caráter.
Tristemente, talvez esse seja nosso legado ao mundo, ao planeta Terra, e à civilização humana, viver e se relacionar sem caráter, reproduzir a cultura do jeitinho.
Enquanto indivíduo devemos , buscar algo e usar as ferramentas que temos à nossa
disposição . Se vamos tentar atingir is meios com ética e respeito, num meio sem os mesmos valores, ao agir desse modo, seja por que meios forem, terminamos criando um meio ético. Resistamos à ausência ou negação de padrões morais,com valores morais e automaticamente estaremos criando e passando ele adiante através do exemplo. Talvez precise ser criada uma ética pela força. E sim, nossos boletos são nossa batalha e os meios que ulilizamos para quita-los nossa espada.

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