24-11-2018, 03:01 PM
Eu concordo na maioria das coisas que você postou, só que há algumas distorçõe. Apenas isso, distorção, não é nem divergência. Por exemplo, dizer que "ain os bancos estatais prestam um bom serviço para os pobres". Ah é, por que a bosta do banco do brasil FECHA até os caixs de autoatendimento 18h ou em outros horários, tonando inviável qu o pobre trabalhador faça o que precisa, a não ser precisando eprder um dia ou turno de trabalho pra isso? Só pra citar um exemplo mínimo. Mas tudo bem, se acha que os bancos estatais são bonzinhos porque são estatais, vá lá jogar na mega-sena e faça suas movimentações só na caixa, acredite no seu gerente, faça tudo o que o gerente da caixa disser, ele tá pensando no seu bem sim, amiguinho.
- Do ponto de vista estudantil, o "vestibular" equivale a um "concurso" profissionalmente falando. Abomino os dois. Faculdades boas são as faculdades particulares. "Ah, mas os pobres" tem programas de financiamento e até bolsas, enem é uma prova fácil, pesar de outras críticas que possa sofrer. Não é questão de escolher um ou outro e sim de boicotar a cultura estatal e se desenvolver sim com estudo e tendo o diploma pra provar isso e conseguir algumas vagas na medida que a pessoa considerar necessário, sendo possível que considere nenhum pouco necessário e parta direto pro trabalho sim.
- Se for pra partir direto pro trabalho, ou considerando que já fez a etapa de cursos, faculdade ou o que for de estudo, o ideal é fazer o que você tem capacidade pra fazer, o que tem a oferecer. Imagine que TODOS os empregos do mundo vão oferecer o MESMO salário e terão a mesma carga horária. Qual seria sua opção? Daí vai pro universo real. Dentro da realidade, analisando os critérios que quiser, seja a renda inicial, a possibilidade de crescimento, a demanda pelo serviço no seu local ou se você aceita se mudar numa boa, et cetera.
- Se você quer ter um emprego X no qual se sentirá satisfeito nesse momento e essa oferta existe no serviço estatal, tudo bem, tente. São raros os casos que SÓ existem no funcionalismo estatal (policial, juiz, por exemplo, queiram ou não e eu até não gostaria que fosse assim). Para outros casos, pode tentar concurso quando abrir, mas SEM DESESPERO, sem fissura, sem ser prioridade total em sua vida, inclusive tocando outros projetos profissionais. O funcionalismo estatal é superestimado e o setor produtivo é boicotado inclusive por empresas estatais que agem como parasitas estatais com seus monopólios, corporativismo e cartéis da economia fascista que vivemos, que se opõe ao conceito de economia liberal que garantiria melhor funcionamento das oportunidades de trabalho. Eu mesmo sou funcionário público, mas não me orgulho disso. Não há problema, não é o ato em si que define um ser humano e sim o conceito, a mente, a filosofia de vida.
- Cada um é um empreendedor de si mesmo. Não existe isso de "trabalhar para outra pessoa" e essa guerra de classes que a esquerda tenta fazer de dividir as pessoas em empregador x empregado. Pode uma pessoa trabalhar em uma empresa, seja do setor produtivo ou do setor improdutivo parasita cancerígeno que rouba do outro setor, mas ainda assim você estará exercendo individualmente os eu trabalho. Assim como no exemplo do chapeiro que cobra determinado valor pelo seu trabalho de fritar hambúrgueres e, quanto mais a empresa vende hambúrgueres, melhor para ele.
- As melhores oportunidades de trabalho dependem muito da sua área. Cada um deve conhecer da própria área. Eu não entendo anda da área de TI, como falaram aí, por exemplo. Mas a maioria das vagas está na livre iniciativa, só que há vagas sazonais ou regionais, então é preciso analisar sempre o mercado com a mente aberta pra poder mudar de local ou trabalhar mais em algumas épocas. Minha área é o ensino. Nessa área, infelizmente a maioria das vagas é através do funcionalismo estatal e geralmente os municípios médios é que mais contratam e melhor oferecem condições, como o município de Colombo onde eu trabalho e passei facinho em dois concursos nos últimos 3 anos e chamam por atacado, ainda assim há sempre vagas sobrando. Ja na livre iniciativa, infelizmente há muito preconceito anti-homem e a vagas são pro "muh indicação". Tudo bem, não quero intervenção estatal nenhuma, os empregadores que utilizam esses critérios é que se fodem. Os cargos que pagam salários muito altos são poucos e extremamente concorridos, além de utilizarem critérios contestáveis. Tenho preguiça pra isso, não me interessa no momento e eles é que perdem sem mim.
- Sugiro evitar alguns pensamentos mágicos, como só olhar o salário inicial ou o salário do momento. Às vezes, você pode se satisfazer com um salário menor durante algum tempo. E pra quem está desempregado, qualquer saldo é melhor do que o rendimento 0 de desempregado. Cada situação é muito específica e cada um sabe bem de si, é nisso que eu acredito, na liberdade individual e responsabilidade individual. Só sugiro evitar o pensamento mágico que TODO MUNDO tem se achando um flokinho de neve especal, típico cidaãozinho definido pelo Lobão naquele vídeo que enviei noutro post. É preciso investir no desenvolvimento intelectual sempre, nem sempre pagando, tem muito conteúdo bom na internet de graça, como materiais sugeridos aqui no Fórum mesmo. Recomendo os livros escritor por Donald Trump, mas não consigo encontrar os pdfs inteiros faz tempo, se alguém os tiver, por favor poste.
- Do ponto de vista estudantil, o "vestibular" equivale a um "concurso" profissionalmente falando. Abomino os dois. Faculdades boas são as faculdades particulares. "Ah, mas os pobres" tem programas de financiamento e até bolsas, enem é uma prova fácil, pesar de outras críticas que possa sofrer. Não é questão de escolher um ou outro e sim de boicotar a cultura estatal e se desenvolver sim com estudo e tendo o diploma pra provar isso e conseguir algumas vagas na medida que a pessoa considerar necessário, sendo possível que considere nenhum pouco necessário e parta direto pro trabalho sim.
- Se for pra partir direto pro trabalho, ou considerando que já fez a etapa de cursos, faculdade ou o que for de estudo, o ideal é fazer o que você tem capacidade pra fazer, o que tem a oferecer. Imagine que TODOS os empregos do mundo vão oferecer o MESMO salário e terão a mesma carga horária. Qual seria sua opção? Daí vai pro universo real. Dentro da realidade, analisando os critérios que quiser, seja a renda inicial, a possibilidade de crescimento, a demanda pelo serviço no seu local ou se você aceita se mudar numa boa, et cetera.
- Se você quer ter um emprego X no qual se sentirá satisfeito nesse momento e essa oferta existe no serviço estatal, tudo bem, tente. São raros os casos que SÓ existem no funcionalismo estatal (policial, juiz, por exemplo, queiram ou não e eu até não gostaria que fosse assim). Para outros casos, pode tentar concurso quando abrir, mas SEM DESESPERO, sem fissura, sem ser prioridade total em sua vida, inclusive tocando outros projetos profissionais. O funcionalismo estatal é superestimado e o setor produtivo é boicotado inclusive por empresas estatais que agem como parasitas estatais com seus monopólios, corporativismo e cartéis da economia fascista que vivemos, que se opõe ao conceito de economia liberal que garantiria melhor funcionamento das oportunidades de trabalho. Eu mesmo sou funcionário público, mas não me orgulho disso. Não há problema, não é o ato em si que define um ser humano e sim o conceito, a mente, a filosofia de vida.
- Cada um é um empreendedor de si mesmo. Não existe isso de "trabalhar para outra pessoa" e essa guerra de classes que a esquerda tenta fazer de dividir as pessoas em empregador x empregado. Pode uma pessoa trabalhar em uma empresa, seja do setor produtivo ou do setor improdutivo parasita cancerígeno que rouba do outro setor, mas ainda assim você estará exercendo individualmente os eu trabalho. Assim como no exemplo do chapeiro que cobra determinado valor pelo seu trabalho de fritar hambúrgueres e, quanto mais a empresa vende hambúrgueres, melhor para ele.
- As melhores oportunidades de trabalho dependem muito da sua área. Cada um deve conhecer da própria área. Eu não entendo anda da área de TI, como falaram aí, por exemplo. Mas a maioria das vagas está na livre iniciativa, só que há vagas sazonais ou regionais, então é preciso analisar sempre o mercado com a mente aberta pra poder mudar de local ou trabalhar mais em algumas épocas. Minha área é o ensino. Nessa área, infelizmente a maioria das vagas é através do funcionalismo estatal e geralmente os municípios médios é que mais contratam e melhor oferecem condições, como o município de Colombo onde eu trabalho e passei facinho em dois concursos nos últimos 3 anos e chamam por atacado, ainda assim há sempre vagas sobrando. Ja na livre iniciativa, infelizmente há muito preconceito anti-homem e a vagas são pro "muh indicação". Tudo bem, não quero intervenção estatal nenhuma, os empregadores que utilizam esses critérios é que se fodem. Os cargos que pagam salários muito altos são poucos e extremamente concorridos, além de utilizarem critérios contestáveis. Tenho preguiça pra isso, não me interessa no momento e eles é que perdem sem mim.
- Sugiro evitar alguns pensamentos mágicos, como só olhar o salário inicial ou o salário do momento. Às vezes, você pode se satisfazer com um salário menor durante algum tempo. E pra quem está desempregado, qualquer saldo é melhor do que o rendimento 0 de desempregado. Cada situação é muito específica e cada um sabe bem de si, é nisso que eu acredito, na liberdade individual e responsabilidade individual. Só sugiro evitar o pensamento mágico que TODO MUNDO tem se achando um flokinho de neve especal, típico cidaãozinho definido pelo Lobão naquele vídeo que enviei noutro post. É preciso investir no desenvolvimento intelectual sempre, nem sempre pagando, tem muito conteúdo bom na internet de graça, como materiais sugeridos aqui no Fórum mesmo. Recomendo os livros escritor por Donald Trump, mas não consigo encontrar os pdfs inteiros faz tempo, se alguém os tiver, por favor poste.

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