18-07-2018, 12:15 AM
SAÍDA PELA DIREITA!
Quando eu disse "último trecho" ficou parecendo que agora tava fácil, né? Mas não! Andamos os últimos quilômetros e começamos a ver sinais de civilização: à direita vimos uns containers de um depósito, que mais tarde viemos a saber que era de uma fábrica de fertilizantes.
Bem, ao chegar nessa área o planejado era que víssemos uma trilha na margem esquerda, por onde sairíamos do rio e encontraríamos uma ferrovia. Dali seguiríamos pelos trilhos até chegar na cidade. Porém, não encontramos a tal saída (procuramos por mais de 1 hora!), então resolvemos tomar outra atitude, pois o rio estava ficando cada vez mais fundo, e já chegava no peito.
Subi numa pedra na margem direita, e de lá deu pra ver entre as folhas das árvores uma parede branca ao fundo. Decidimos ir até lá, pelo menos para sair do rio, pois estávamos já bem cansados.
Andamos uns 25 metros pelo mato, e chegamos numa cerca, e atrás dela havia um galpão da fábrica de fertilizantes. Seguimos então ladeando a cerca, no sentido da cidade (obviamente), e chegamos num portão que estava trancado mas que tinha um arrombamento do lado (provavelmente feito por alguém que esteve na mesma situação em que estávamos).
Ali nós tiramos nosso equipamento (facas, facões, etc), guardamos nas mochilas, e entramos na área da fábrica na maior cara-de-pau.
Como era domingo, tinha pouca movimentação na fábrica, e não vimos viva alma andando por lá. Seguimos até a portaria, onde havia um guarda numa guarita, e passamos sem dar a menor bola, bem na miguelagem mesmo.
Dali saímos para uma rua pequena, repleta de caminhões estacionados, e vimos um um bar. Estávamos em casa! Entramos no bar e, como estávamos com fardas camufladas, obviamente o pessoal ficou curioso e veio falar conosco. Contamos que estávamos explorando a Serra do Mar, e já pedimos uns cheese burgers e coca-cola, o que foi um puta alívio, pois não tinhamos comido nada naquele dia, e já eram umas 14:30hs.
Quando eu disse "último trecho" ficou parecendo que agora tava fácil, né? Mas não! Andamos os últimos quilômetros e começamos a ver sinais de civilização: à direita vimos uns containers de um depósito, que mais tarde viemos a saber que era de uma fábrica de fertilizantes.
Bem, ao chegar nessa área o planejado era que víssemos uma trilha na margem esquerda, por onde sairíamos do rio e encontraríamos uma ferrovia. Dali seguiríamos pelos trilhos até chegar na cidade. Porém, não encontramos a tal saída (procuramos por mais de 1 hora!), então resolvemos tomar outra atitude, pois o rio estava ficando cada vez mais fundo, e já chegava no peito.
Subi numa pedra na margem direita, e de lá deu pra ver entre as folhas das árvores uma parede branca ao fundo. Decidimos ir até lá, pelo menos para sair do rio, pois estávamos já bem cansados.
Andamos uns 25 metros pelo mato, e chegamos numa cerca, e atrás dela havia um galpão da fábrica de fertilizantes. Seguimos então ladeando a cerca, no sentido da cidade (obviamente), e chegamos num portão que estava trancado mas que tinha um arrombamento do lado (provavelmente feito por alguém que esteve na mesma situação em que estávamos).
Ali nós tiramos nosso equipamento (facas, facões, etc), guardamos nas mochilas, e entramos na área da fábrica na maior cara-de-pau.
Como era domingo, tinha pouca movimentação na fábrica, e não vimos viva alma andando por lá. Seguimos até a portaria, onde havia um guarda numa guarita, e passamos sem dar a menor bola, bem na miguelagem mesmo.
Dali saímos para uma rua pequena, repleta de caminhões estacionados, e vimos um um bar. Estávamos em casa! Entramos no bar e, como estávamos com fardas camufladas, obviamente o pessoal ficou curioso e veio falar conosco. Contamos que estávamos explorando a Serra do Mar, e já pedimos uns cheese burgers e coca-cola, o que foi um puta alívio, pois não tinhamos comido nada naquele dia, e já eram umas 14:30hs.

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