08-10-2012, 02:18 PM
Bright, você não rebateu o ponto relativo à vitimização dos consumidores na nossa sociedade, que poderia gerar uma nova "minoria discrimidada".
A maioria dos grupos organizados que querem a liberação das drogas é claramente esquerdista, contando com largos financiamentos e liberdade para fazer o que quiser, até mesmo publicar uma revista com apologia ao consumo de maconha com sede no DF, conforme noticiado meses atrás no MR.
Daí pode-se presumir que assim que houver a liberação, com a consequente estigmatização do usuário, o movimento esquerdista tomará partido dos "sofridos."
A questão de vender onde é proibido se dá por um motivo claro, não por brincadeira. Ela se dá porque as FARC possuem também um viés comunista e revolucionário, e elas sabem que o consumo de drogas como maconha, crack, ecstasy e similares (independentemente de serem permitidos ou não) serve para perturbar a paz social e diminuir a segurança e estabilidade de uma sociedade, especialmente se esta trata os usuários como crianças inocentes.
O fato de ela não vender em países onde as drogas são liberadas deve-se tanto ao fato de que tais países não são mais alvos dela, que se foca na américa do sul, quanto ao de não haver mais necessidade de destruir a sociedade daquele país.(PORQUE SEUS AMIGUINHOS FORAM AQUELES QUE LIBERARAM, ENTÃO ESTÃO NA MÃO DOS AMIGOS DELES DE QUALQUER JEITO)
Assim, o que quero dizer é que para as FARC o tráfico de drogas é um meio para um fim, e se as drogas forem liberadas aqui e a sociedade ainda não tiver ruido totalmente, pode ter certeza que é justamente pessoal das FARC, com ajudinha do seu querido foro de são paulo, que estará coordenando que áreas e classes sociais terão mais acesso e facilidade para consumir drogas.
A maioria dos grupos organizados que querem a liberação das drogas é claramente esquerdista, contando com largos financiamentos e liberdade para fazer o que quiser, até mesmo publicar uma revista com apologia ao consumo de maconha com sede no DF, conforme noticiado meses atrás no MR.
Daí pode-se presumir que assim que houver a liberação, com a consequente estigmatização do usuário, o movimento esquerdista tomará partido dos "sofridos."
A questão de vender onde é proibido se dá por um motivo claro, não por brincadeira. Ela se dá porque as FARC possuem também um viés comunista e revolucionário, e elas sabem que o consumo de drogas como maconha, crack, ecstasy e similares (independentemente de serem permitidos ou não) serve para perturbar a paz social e diminuir a segurança e estabilidade de uma sociedade, especialmente se esta trata os usuários como crianças inocentes.
O fato de ela não vender em países onde as drogas são liberadas deve-se tanto ao fato de que tais países não são mais alvos dela, que se foca na américa do sul, quanto ao de não haver mais necessidade de destruir a sociedade daquele país.(PORQUE SEUS AMIGUINHOS FORAM AQUELES QUE LIBERARAM, ENTÃO ESTÃO NA MÃO DOS AMIGOS DELES DE QUALQUER JEITO)
Assim, o que quero dizer é que para as FARC o tráfico de drogas é um meio para um fim, e se as drogas forem liberadas aqui e a sociedade ainda não tiver ruido totalmente, pode ter certeza que é justamente pessoal das FARC, com ajudinha do seu querido foro de são paulo, que estará coordenando que áreas e classes sociais terão mais acesso e facilidade para consumir drogas.

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