13-05-2018, 07:11 PM
O Estado brasileiro é caro e perdulário.
E faz muito tempo, governa um eleitorado em geral, pouco instruído e logo, com baixa qualificação e produtividade.
Segue parte de reportagem do jornal Estado de SP que mostra a injustiça na tributação no Brasil.
"Muitos impostos oneram a atividade produtiva do país.
![[Imagem: Impostos-indiretos__com-Alemanha.png]](http://economia.estadao.com.br/blogs/nos-eixos/wp-content/uploads/sites/648/2017/07/Impostos-indiretos__com-Alemanha.png)
Os impostos que incidem sobre bens e serviços respondem por metade da carga e, são os principais responsáveis pelas injustiças tributárias do Brasil. É necessário diminuir a excessiva concentração da arrecadação em impostos indiretos, que penalizam sobretudo o consumo e de forma errática e escamoteada, destacando que o atual modelo ajuda a promover a concentração de renda no País.
Isso porque quanto mais pobre é a população, maior é a fatia da renda que ela compromete com o consumo.
Enquanto por outro lado, os lucros advindos de rentismo e atividades não-produtivas, são pouco tributados.
![[Imagem: Impostos-diretos-1024x715.png]](http://economia.estadao.com.br/blogs/nos-eixos/wp-content/uploads/sites/648/2017/07/Impostos-diretos-1024x715.png)
Os impostos sobre renda, lucro e ganho de capital – que são tidos como progressivos, por tirarem mais de quem ganha mais – respondem por “apenas” 20% da carga tributária brasileira. Nos Estados Unidos, por exemplo, eles são responsáveis por praticamente metade do total arrecadado."
Lembrando que o problema não é o lucro em si, ou muito menos a prática de especulação sobre papéis na Bolsa, o problema é quando essas atividades que não incentivam a geração de empregos no país, e auferem lucros altíssimos para poucos, são praticamente isentas de tributação se comparados aos tributos que oneram gastos essenciais e a atividade produtiva no país.
E nisso, pode-se incluir como causa de altas taxas de tributação sobre a produção [logo, sobre a geração de empregos formais] a azulzinha carteira de trabalho, que obriga o empregador "explorador" a pagar quase 2 funcionários para se ter o trabalho de 1 somente.
Pois é, o Estado inventa uma carteirinha azul criada na Itália fascista e a enche de tributos de modo que pra cada emprego "defendido" pelos burocratas, outro emprego é depositado em cash na forma de encargos em contas do BB e da Cef, isso que é defender o emprego do trabalhador.
E mesmo assim, existe uma doutrinação nas escolas, onde o culpado desses preços abusivos, dessas injustiças, não são os burocratas dos palácios da "Bras-ilha da fantasia" com seus "geton", gratificações, auxílio-moradia e carro privativo que tiram 2 meses de férias por ano, sem contar outras restituições que volta e meia aparecem nos contra-cheques. Mas sim, é o patrão explorador que não tira férias por que senão a empresa cai a não ser que tenha "certos" contratos com o governo.
No fim o Brasil vai falir, é só uma questão de tempo.
E faz muito tempo, governa um eleitorado em geral, pouco instruído e logo, com baixa qualificação e produtividade.
Segue parte de reportagem do jornal Estado de SP que mostra a injustiça na tributação no Brasil.
"Muitos impostos oneram a atividade produtiva do país.
![[Imagem: Impostos-indiretos__com-Alemanha.png]](http://economia.estadao.com.br/blogs/nos-eixos/wp-content/uploads/sites/648/2017/07/Impostos-indiretos__com-Alemanha.png)
Os impostos que incidem sobre bens e serviços respondem por metade da carga e, são os principais responsáveis pelas injustiças tributárias do Brasil. É necessário diminuir a excessiva concentração da arrecadação em impostos indiretos, que penalizam sobretudo o consumo e de forma errática e escamoteada, destacando que o atual modelo ajuda a promover a concentração de renda no País.
Isso porque quanto mais pobre é a população, maior é a fatia da renda que ela compromete com o consumo.
Enquanto por outro lado, os lucros advindos de rentismo e atividades não-produtivas, são pouco tributados.
![[Imagem: Impostos-diretos-1024x715.png]](http://economia.estadao.com.br/blogs/nos-eixos/wp-content/uploads/sites/648/2017/07/Impostos-diretos-1024x715.png)
Os impostos sobre renda, lucro e ganho de capital – que são tidos como progressivos, por tirarem mais de quem ganha mais – respondem por “apenas” 20% da carga tributária brasileira. Nos Estados Unidos, por exemplo, eles são responsáveis por praticamente metade do total arrecadado."
Lembrando que o problema não é o lucro em si, ou muito menos a prática de especulação sobre papéis na Bolsa, o problema é quando essas atividades que não incentivam a geração de empregos no país, e auferem lucros altíssimos para poucos, são praticamente isentas de tributação se comparados aos tributos que oneram gastos essenciais e a atividade produtiva no país.
E nisso, pode-se incluir como causa de altas taxas de tributação sobre a produção [logo, sobre a geração de empregos formais] a azulzinha carteira de trabalho, que obriga o empregador "explorador" a pagar quase 2 funcionários para se ter o trabalho de 1 somente.
Pois é, o Estado inventa uma carteirinha azul criada na Itália fascista e a enche de tributos de modo que pra cada emprego "defendido" pelos burocratas, outro emprego é depositado em cash na forma de encargos em contas do BB e da Cef, isso que é defender o emprego do trabalhador.
E mesmo assim, existe uma doutrinação nas escolas, onde o culpado desses preços abusivos, dessas injustiças, não são os burocratas dos palácios da "Bras-ilha da fantasia" com seus "geton", gratificações, auxílio-moradia e carro privativo que tiram 2 meses de férias por ano, sem contar outras restituições que volta e meia aparecem nos contra-cheques. Mas sim, é o patrão explorador que não tira férias por que senão a empresa cai a não ser que tenha "certos" contratos com o governo.
No fim o Brasil vai falir, é só uma questão de tempo.

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