28-04-2018, 05:04 PM
Lendo o relato do Ogro me lembrei de mim mesmo há uns 12 anos atrás.
Eu voltava da faculdade conversando com uma mulher no ônibus que havia sido minha colega de escola no ensino fundamental. Com o tempo comecei a gostar dela e fiquei apaixonado (sem ter rolado nada
).
Durante uns 4 meses conversando com ela, nunca houve menção de um namorado, não usava aliança de compromisso, etc., nunca houve um telefonema dela no tempo em que estávamos conversando, enfim não haviam sinais de que ela era comprometida.
Porém um dia a chamei para ir ao cinema, aí ela me disse que não podia porque tinha namorado, etc. Nisso eu, ao invés de largar de mão e seguir minha vida, fiquei rondando tentando demonstrar que eu a "valorizava" mais que o atual namorado, pra ela terminar com ele e ficar comigo, mais uns 2 meses e isso ocorreu, porém ela deua ele todas as chances possíveis, mas ele também já estava acomodado (uns 5 anos de relacionamento já), então só quando ela teve certeza que eu ia querê-la, ele foi dispensado e eu saí do banco de reservas.
Aquilo que começa mal não tem como acabar bem, já relatei minha experiência com ela no tópico onde o Tim narra o relacionamento dele.
Porém, o que eu percebi sobre mim mesmo somente anos depois é que eu tinha essa falha de caráter que, curiosamente, me foi alertada pelo ex-amigo do tópico "A Importância de Se Afastar dos Velhos Amigos". Com isso, percebi que a evolução pessoal não é somente deixar de ser passado pra trás por mulheres, cuidar do corpo, ganhar mais dinheiro, etc., mas também é buscar um aprimoramento do caráter. Antes eu achava que meu ficar "rondando" era justificado pelo meu sentimento de apaixonamento que surgiu por achar que ela era solteira, quando na verdade eu estava sendo cúmplice de uma traição me sujeitando a ficar no banco de reservas, a espreita esperando uma oportunidade. Um show de falta de integridade
Sofri consequências negativas dessa conduta, mesmo depois do término creio que sofri consequêcias indiretas (mérito karmico?) das quais só me livrei há cerca de 1 ano e meio.
Eu voltava da faculdade conversando com uma mulher no ônibus que havia sido minha colega de escola no ensino fundamental. Com o tempo comecei a gostar dela e fiquei apaixonado (sem ter rolado nada
). Durante uns 4 meses conversando com ela, nunca houve menção de um namorado, não usava aliança de compromisso, etc., nunca houve um telefonema dela no tempo em que estávamos conversando, enfim não haviam sinais de que ela era comprometida.
Porém um dia a chamei para ir ao cinema, aí ela me disse que não podia porque tinha namorado, etc. Nisso eu, ao invés de largar de mão e seguir minha vida, fiquei rondando tentando demonstrar que eu a "valorizava" mais que o atual namorado, pra ela terminar com ele e ficar comigo, mais uns 2 meses e isso ocorreu, porém ela deua ele todas as chances possíveis, mas ele também já estava acomodado (uns 5 anos de relacionamento já), então só quando ela teve certeza que eu ia querê-la, ele foi dispensado e eu saí do banco de reservas.
Aquilo que começa mal não tem como acabar bem, já relatei minha experiência com ela no tópico onde o Tim narra o relacionamento dele.
Porém, o que eu percebi sobre mim mesmo somente anos depois é que eu tinha essa falha de caráter que, curiosamente, me foi alertada pelo ex-amigo do tópico "A Importância de Se Afastar dos Velhos Amigos". Com isso, percebi que a evolução pessoal não é somente deixar de ser passado pra trás por mulheres, cuidar do corpo, ganhar mais dinheiro, etc., mas também é buscar um aprimoramento do caráter. Antes eu achava que meu ficar "rondando" era justificado pelo meu sentimento de apaixonamento que surgiu por achar que ela era solteira, quando na verdade eu estava sendo cúmplice de uma traição me sujeitando a ficar no banco de reservas, a espreita esperando uma oportunidade. Um show de falta de integridade
Sofri consequências negativas dessa conduta, mesmo depois do término creio que sofri consequêcias indiretas (mérito karmico?) das quais só me livrei há cerca de 1 ano e meio.
Spoiler:
E sete mulheres naquele dia lançarão mão de um homem, dizendo: Nós comeremos do nosso pão, e nos vestiremos do que é nosso; tão-somente queremos ser chamadas pelo teu nome; tira o nosso opróbrio. - Isaías 4:1

![[+]](https://legadorealista.com/fdb/images/vienna//collapse_collapsed.png)

