07-10-2012, 03:43 AM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 07-10-2012, 03:45 AM por John Romano.)
Alguém comentou uma coisa num artigo do Canal (não lembro qual) que me parece muito certa.
O que acontece numa guerra em que um lado é extremamente mais poderoso que o outro? GUERRILHA!
Assim como numa guerra assimétrica, não temos como competir com a mídia global e com a máquina estatal, mas podemos usar táticas de sabotagem, como por exemplo:
Podemos ir recrutando homens aos poucos à nossa causa pra ganharmos número.
Podemos divulgar informações e estatísticas em redes sociais e participar de discussões, destruindo falácias feminazistas com dados e argumentos sólidos.
Podemos produzir textos, traduzir livros, publicar podcasts, fazer vídeos e usar o máximo o potencial de comunicaão que a internet nos dá.
Podemos educar nossos filhos e amigos pra essa luta, que eles nem sabem que estão perdendo.
Podemos aproveitar períodos eleitorais pra participar ativamente dos debates e rechaçar candidatos marxistas/feminazistas.
Podemos fazer milhares de coisas ou simplesmente nos recusarmos a apoiar essas barbaridades. O que não dá é ficarmos de braços cruzados, só olhando, reclamando e "metendo a real" sem fazer nada de concreto no mundo.
O que acontece numa guerra em que um lado é extremamente mais poderoso que o outro? GUERRILHA!
Assim como numa guerra assimétrica, não temos como competir com a mídia global e com a máquina estatal, mas podemos usar táticas de sabotagem, como por exemplo:
Podemos ir recrutando homens aos poucos à nossa causa pra ganharmos número.
Podemos divulgar informações e estatísticas em redes sociais e participar de discussões, destruindo falácias feminazistas com dados e argumentos sólidos.
Podemos produzir textos, traduzir livros, publicar podcasts, fazer vídeos e usar o máximo o potencial de comunicaão que a internet nos dá.
Podemos educar nossos filhos e amigos pra essa luta, que eles nem sabem que estão perdendo.
Podemos aproveitar períodos eleitorais pra participar ativamente dos debates e rechaçar candidatos marxistas/feminazistas.
Podemos fazer milhares de coisas ou simplesmente nos recusarmos a apoiar essas barbaridades. O que não dá é ficarmos de braços cruzados, só olhando, reclamando e "metendo a real" sem fazer nada de concreto no mundo.

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