01-04-2018, 04:02 PM
Vamos lá confrades, acabei de ver o documentário, antes de procurá-lo na net, dei uma breve pesquisada no google e vi que esse documentário, gerou polemica em muitos locais e também foi censurado em outros, na boa, se o mainstream se incomodou com algo anti feminazi, já de antemão me parece algo bom, então fui procurar o material e assistir, algumas de minhas impressões deixarei aqui no tópico.
Para começar, uma dica que posso dar a vocês, ele é facilmente encontrado no youtube, eu preferi a versão legendada pois apesar de estudar Inglês, eu sou péssimo em idiomas, por mais que me esforce quando o dialogo parte para maneiras mais formais, ou cientificas, eu não consigo entender nem 5% do que é dito, mas fugindo dessa minha falta de habilidade natural com idiomas (apesar de me manter estudando e tendo a esperança de um dia ser menos fraco nesse setor) tenho algumas opiniões sobre o documentário, não serão spoillers.
A começar a razão pela qual a moça “feminazi” que dirigiu o documentário adentrou a essa ideologia, um motivo tão banal quanto a maioria das feministas de classe media alta e ricas, oriundas de escolas particulares e cursos de humanas na faculdade, 90% da motivação dela foi totalmente infantil, sendo 10% uma revolta que para alguém que possa estar perdida, é até compreensível ter caído no covil das jararacas.
Uma coisa que me chamou a atenção foi a dificuldade de pessoas que abraçam esses movimentos (incluindo homens) em ouvir o outro lado, sempre que tentam debater ou partem para o grito ou para o deboche, isso é clássico, eu mesmo já debati com algumas feministas e em todos os momentos as deixei sem argumento, daí bingo... era deboche na hora, confesso não ter sangue frio da maioria desses caras e já levantei a voz quando tentaram levantar e tal, mas isso foi em uma ocasião apenas, normalmente a falta de ideias e a ignorância fazem com que peçam arrego antes mesmo da gente tentar entender um o lado do outro.
Me deixou também intrigado o fato da diretora / repórter se sentir incomodada em cair na REAL tantas e tantas vezes, o bom e velho choque de realidade.
Enfim eu poderia citar ainda outras várias razões para a qual eu gostei desse documentário, mas prefiro deixar minha contribuição no tópico encorajando que separem um tempo do seu dia e assistam, para mim ao menos valeu bastante ter investido meu tempo (que eu normalmente uso aos domingos a essa hora para estar colocando minhas pesquisas e estudos em dia) para ver esse trabalho, muito interessante, que de certa forma inclusive explica a razão de surgimento de grupos masculinistas em resposta aos absurdos dados por pura barganha a movimentos feministas.
Uma indicação de série animada que acho bacana, é o anime chamado: rainbow nisha rokubou no shichinin
Que fala sobre o sofrimento de um grupo de adolescentes que são prisioneiros e tendo suas vidas abusadas e descartadas como algo qualquer, sem direito ao mínimo de compaixão, garanto que dificilmente mulheres prisioneiras passariam por metade do que esses rapazes passaram (inclusive é um dos temas tratados no documentário red pill)
Para começar, uma dica que posso dar a vocês, ele é facilmente encontrado no youtube, eu preferi a versão legendada pois apesar de estudar Inglês, eu sou péssimo em idiomas, por mais que me esforce quando o dialogo parte para maneiras mais formais, ou cientificas, eu não consigo entender nem 5% do que é dito, mas fugindo dessa minha falta de habilidade natural com idiomas (apesar de me manter estudando e tendo a esperança de um dia ser menos fraco nesse setor) tenho algumas opiniões sobre o documentário, não serão spoillers.
A começar a razão pela qual a moça “feminazi” que dirigiu o documentário adentrou a essa ideologia, um motivo tão banal quanto a maioria das feministas de classe media alta e ricas, oriundas de escolas particulares e cursos de humanas na faculdade, 90% da motivação dela foi totalmente infantil, sendo 10% uma revolta que para alguém que possa estar perdida, é até compreensível ter caído no covil das jararacas.
Uma coisa que me chamou a atenção foi a dificuldade de pessoas que abraçam esses movimentos (incluindo homens) em ouvir o outro lado, sempre que tentam debater ou partem para o grito ou para o deboche, isso é clássico, eu mesmo já debati com algumas feministas e em todos os momentos as deixei sem argumento, daí bingo... era deboche na hora, confesso não ter sangue frio da maioria desses caras e já levantei a voz quando tentaram levantar e tal, mas isso foi em uma ocasião apenas, normalmente a falta de ideias e a ignorância fazem com que peçam arrego antes mesmo da gente tentar entender um o lado do outro.
Me deixou também intrigado o fato da diretora / repórter se sentir incomodada em cair na REAL tantas e tantas vezes, o bom e velho choque de realidade.
Enfim eu poderia citar ainda outras várias razões para a qual eu gostei desse documentário, mas prefiro deixar minha contribuição no tópico encorajando que separem um tempo do seu dia e assistam, para mim ao menos valeu bastante ter investido meu tempo (que eu normalmente uso aos domingos a essa hora para estar colocando minhas pesquisas e estudos em dia) para ver esse trabalho, muito interessante, que de certa forma inclusive explica a razão de surgimento de grupos masculinistas em resposta aos absurdos dados por pura barganha a movimentos feministas.
Uma indicação de série animada que acho bacana, é o anime chamado: rainbow nisha rokubou no shichinin
Que fala sobre o sofrimento de um grupo de adolescentes que são prisioneiros e tendo suas vidas abusadas e descartadas como algo qualquer, sem direito ao mínimo de compaixão, garanto que dificilmente mulheres prisioneiras passariam por metade do que esses rapazes passaram (inclusive é um dos temas tratados no documentário red pill)

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