25-11-2017, 04:15 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 25-11-2017, 04:24 PM por SteveMcQueen.)
Deve ser frisado que na época Nessahan complementou o conteúdo postando na OLODM e depois em blog.
O que ele dizia, realmente, é que muitas vezes a conversa e a orientação não surte efeito, nesse caso, o ideal é parar de criar expectativas, julgando e punindo com afastamento conforme o necessário.
A liberdade plena deveria ser dada em caso de dúvida quanto ao caráter da mesma, lembro, inclusive de uma passagem em que deveria se estimular o lado ruim para ver até onde a mulher seria capaz de ir; exemplo, ela quer sair com uma roupa curta e o homem a manda usar uma mais curta ainda... caso ela voltasse atrás seria um sinal de decência da parte dela.
Não estudei o Manhood Academy (gosto do Roissy e Return of Kings), mas sei que, em sites americanos, vi muito pouco de esoterismo e religião como forma de evolução do homem; ao contrário de sites brasileiros.
Não gosto muito do sistema deles, acho que muitas vezes um homem não demonstra ser alfa (não tem grana, nem status); entretanto, seu psicológico e emocional são muito fortes e trabalhados, o que é um aspecto alfa.
Lá a coisa é mais racionalista, comportamento x comportamento e resultados práticos; o alfa é o que tem o poder, a postura, a conversa e uma boa posição de hierarquia; aqui, um homem solteiro sem grandes atrativos, mas independente psicologicamente, saudável, culto (no sentido de possuir sabedoria), com emocional forte e desapegado poderia ser enquadrado como alfa. O alfa norte-americano é o cara do PUA, que vai pra balada, que pega várias, que tem muitos contatos sociais; enquanto o alfa (estilo Nessahan) é um homem livre de amarras sociais, não faz questão de agradar, é um rei em seu domínio e taca um foda-se para aceitação social/feminina.
Parte disso pode ser explicado por origens distintas: Lá a luta começou contra as leis feministas que eram exageradas; aqui a luta se deu contra a promiscuidade, dependência emocional, apaixonamento e a cultura do amor romântico. Talvez por isso as escolas masculinistas sejam distintas: uma se foca na razão, no visível; outra se foca nas emoções e psicológico, no invisível.
Em outra visão, saindo das escolas PUAS e Masculinistas, indo para a cultura; os EUA em tempos mais remotos tb tinham a ideia de alfa em sua cultura como o homem descrito por Nessahan. Basta ver filmes antigos do John Waye, Clint Eastwood, etc.. onde homens fortes e destemidos fazem o papel de cowboy solitário que tacam um foda-se para tudo. O Alfa de Nessahan é de certa forma o herói do antigo velho oeste: destemido, independente, ciente de sua temporariedade na terra, solitário e bem resolvido quanto a seu destino de ser um herói, ainda que morra sozinho no fim.
O que ele dizia, realmente, é que muitas vezes a conversa e a orientação não surte efeito, nesse caso, o ideal é parar de criar expectativas, julgando e punindo com afastamento conforme o necessário.
A liberdade plena deveria ser dada em caso de dúvida quanto ao caráter da mesma, lembro, inclusive de uma passagem em que deveria se estimular o lado ruim para ver até onde a mulher seria capaz de ir; exemplo, ela quer sair com uma roupa curta e o homem a manda usar uma mais curta ainda... caso ela voltasse atrás seria um sinal de decência da parte dela.
Não estudei o Manhood Academy (gosto do Roissy e Return of Kings), mas sei que, em sites americanos, vi muito pouco de esoterismo e religião como forma de evolução do homem; ao contrário de sites brasileiros.
Não gosto muito do sistema deles, acho que muitas vezes um homem não demonstra ser alfa (não tem grana, nem status); entretanto, seu psicológico e emocional são muito fortes e trabalhados, o que é um aspecto alfa.
Lá a coisa é mais racionalista, comportamento x comportamento e resultados práticos; o alfa é o que tem o poder, a postura, a conversa e uma boa posição de hierarquia; aqui, um homem solteiro sem grandes atrativos, mas independente psicologicamente, saudável, culto (no sentido de possuir sabedoria), com emocional forte e desapegado poderia ser enquadrado como alfa. O alfa norte-americano é o cara do PUA, que vai pra balada, que pega várias, que tem muitos contatos sociais; enquanto o alfa (estilo Nessahan) é um homem livre de amarras sociais, não faz questão de agradar, é um rei em seu domínio e taca um foda-se para aceitação social/feminina.
Parte disso pode ser explicado por origens distintas: Lá a luta começou contra as leis feministas que eram exageradas; aqui a luta se deu contra a promiscuidade, dependência emocional, apaixonamento e a cultura do amor romântico. Talvez por isso as escolas masculinistas sejam distintas: uma se foca na razão, no visível; outra se foca nas emoções e psicológico, no invisível.
Em outra visão, saindo das escolas PUAS e Masculinistas, indo para a cultura; os EUA em tempos mais remotos tb tinham a ideia de alfa em sua cultura como o homem descrito por Nessahan. Basta ver filmes antigos do John Waye, Clint Eastwood, etc.. onde homens fortes e destemidos fazem o papel de cowboy solitário que tacam um foda-se para tudo. O Alfa de Nessahan é de certa forma o herói do antigo velho oeste: destemido, independente, ciente de sua temporariedade na terra, solitário e bem resolvido quanto a seu destino de ser um herói, ainda que morra sozinho no fim.

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