24-11-2016, 07:47 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 24-11-2016, 07:55 PM por Electro.)
(24-11-2016, 07:05 PM)Doppelgänger Escreveu: Registrei um filho que não é meu. E agora?Depende, acredito que não seja tão simples assim tomar uma socioafetiva, só toma a socioafetiva quando a criança cria um vinculo emocional com o pai, se o cara conseguir descobrir no começo ele deve conseguir reverter e retirar a falsa paternidade, se a mulher foi lá pouco tempo após a criança nascer e registrou sem a presença do pai e depois o cara descobre por teste de DNA que não é o pai, ele deve conseguir resolver isso na justiça, porém, pode ocorrer dele cair na mão de uma juíza feminazi lunática que acha que uma "família" não pode ser desestruturada por isso e que uma mulher e uma criança não pode ser desamparada assim pelo cara, já que a constituição é tão respeitada pelos juízes quanto um pedaço de papel higiênico, caso ocorra isso, se o cara tiver grana para pagar um bom advogado ele provavelmente ainda conseguirá reverter, talvez se ele for pobre e não tiver dinheiro para pagar um bom advogado ele vai se ferrar e ser o mais novo papai do ricardinho, mas se o cara descobrir isso tarde quando a criança já adquiriu dependência emocional e se apegou a ele, ai já era, a justiça vai obrigar ele a ser o "pai" para sempre, mas se o cara conseguir descobrir isso no começo deve conseguir reverter em quase todas às vezes.
http://leonardopetro.jusbrasil.com.br/ar...eu-e-agora
"Quando um homem e uma mulher são casados, e a criança nasceu durante o casamento, a Lei determina que por presunção o marido é sempre o pai da criança. Inclusive, no registro do nascimento, o pai não precisa estar junto, bastando que a mãe apresente a certidão de casamento e o nome do marido, automaticamente, é colocado na certidão de nascimento da criança."
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Quer dizer que se a mulher pular a cerca no casamento, engravidar de outro, já era? Tu que assume o esperma de outro?
É por isso que eu falo, TODOS os homens devem fazer teste de DNA quando o filho nasce, independente de qualquer coisa, independente se é uma peguete ou a esposa que você ta casado há 15 anos, independente se a mulher da ou não motivos para desconfiar da fidelidade dela(afinal o corno na maioria das vezes nunca desconfia dos chifres e é o ultimo a saber), independente de se quando se casaram a mulher era rodada ou tinha baixa quilometragem sexual ou era virgem, independente se a criança é parecida com ele ou tem a mesma cara de quando o cara era bebê(vai que o ricardão é um irmão ou primo). E isso não é revolta ou paranoia, é simplesmente ser inteligente e precavido, afinal, temos diversas leis misândricas para nos ferrar, a única coisa que podemos fazer é prevenir para não cair nelas e se ferrar no futuro, pq se descobrir que o filho não é seu depois que a criança já tem uns 2~3 anos de idade(ou talvez ainda mais cedo), já era, vai ser pai para sempre e vai pagar pensão pro filho de outro cara. E eu nem preciso de dizer que para fazer esse teste de DNA não tem que pedir permissão para mulher ou contar para ela, é só pegar um fio de cabelo da criança escondido ou saliva e fazer o teste, qualquer mulher se sentiria extremamente ofendida por tal pedido.

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