10-11-2016, 04:21 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 10-11-2016, 04:27 PM por Kohelet.)
Advogada desaparece após fazer post denunciando assédio no trabalho
Corpo de advogada que denunciou assédio na web é encontrado em MT
Procurador nega assédio e diz que jovem tinha problemas psiquiátricos
Polícia de MT apura se depressão está ligada à morte de advogada
Postagem no Facebook: http://bit.ly/2eWohmQ
Resumo
Uma mulher de 25 anos, recém formada em direito na UnB e nomeada para um cargo em comissão no TJMT, fez uma postagem no Facebook denunciando assédio de um de seus professores, quando era estagiária em seu escritório.
A moça tece elogios ao professor, que também é advogado e procurador do DF, mas se diz perseguida por ele a tal ponto que mudou de cidade.
Na mensagem, ela diz não suportar mais a perseguição, se despede falando em "outra reencarnação" e desaparece.
Ela tomou um taxi em Cuiabá e foi ao mirante da Chapada dos Guimarães. Uma testemunha a viu chegar ao mirante chorando. Foram encontrados, primeiramente, os sapatos e a bolsa e, logo em seguida o corpo, num local de difícil acesso, ao pé de um precipício de 45 metros.
Para o assunto deste fórum, chama a atenção uma de suas fotos de perfil, que leva o filtro com os dizeres: "luto contra a cultura do estupro".
Esse caso tem todos os elementos para ser explorado pela militância feminazi, que, óbvio, já declarou o homem culpado. Reparem que as reportagens tendenciosas acusam o assédio, mas em momento algum mencionam suicídio como a causa da morte.
Tirem suas próprias conclusões.
Corpo de advogada que denunciou assédio na web é encontrado em MT
Procurador nega assédio e diz que jovem tinha problemas psiquiátricos
Citar:De acordo com Rafael Silva, seu relacionamento com a jovem era estritamente profissional e, até a saída dela do escritório do qual ele é dono, os dois nunca tiveram qualquer contratempo. “A demissão dela foi tranquila, sem problemas. Em agosto deste ano, ela começou a me mandar e-mails dizendo que eu tinha grampeado o celular dela, colocado câmeras na casa e a estava perseguindo”, diz.
O professor afirma ainda que informou o caso à diretoria da Faculdade de Direito da UnB, falou com amigos próximos de Ariadne e tentou entrar em contato com a família dela. No entanto, Silva diz que os colegas pediram que o procurador não registrasse ocorrência policial, porque Ariadne estava “passando por tratamento psiquiátrico”.
Polícia de MT apura se depressão está ligada à morte de advogada
Citar:Segundo o delegado responsável pelo inquérito, Diego Martimiano, o psiquiatra disse que atendeu a jovem e que 'constatou que ela tinha um quadro de depressão profunda'. O psiquiatra contou ao delegado que receitou medicamentos de uso controlado, porém, Ariadne havia recusado porque não queria tomar os remédios.
Postagem no Facebook: http://bit.ly/2eWohmQ
Resumo
Uma mulher de 25 anos, recém formada em direito na UnB e nomeada para um cargo em comissão no TJMT, fez uma postagem no Facebook denunciando assédio de um de seus professores, quando era estagiária em seu escritório.
A moça tece elogios ao professor, que também é advogado e procurador do DF, mas se diz perseguida por ele a tal ponto que mudou de cidade.
Na mensagem, ela diz não suportar mais a perseguição, se despede falando em "outra reencarnação" e desaparece.
Ela tomou um taxi em Cuiabá e foi ao mirante da Chapada dos Guimarães. Uma testemunha a viu chegar ao mirante chorando. Foram encontrados, primeiramente, os sapatos e a bolsa e, logo em seguida o corpo, num local de difícil acesso, ao pé de um precipício de 45 metros.
Para o assunto deste fórum, chama a atenção uma de suas fotos de perfil, que leva o filtro com os dizeres: "luto contra a cultura do estupro".
Esse caso tem todos os elementos para ser explorado pela militância feminazi, que, óbvio, já declarou o homem culpado. Reparem que as reportagens tendenciosas acusam o assédio, mas em momento algum mencionam suicídio como a causa da morte.
Tirem suas próprias conclusões.
"E eu achei uma coisa mais amarga do que a morte, a mulher cujo coração são laços e redes, e cujas mãos são grilhões; […]". Eclesiastes 7:26

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