11-08-2016, 02:18 PM
Ótimas considerações sobre o tema. Muita gente confunde independência financeira com independência laboral, que são coisas distintas.
O próprio objeto indica de o que se quer ver livre, ou independente. A independência financeira, então, é a possibilidade de não ter que depender de uma renda com a qual não se possa contar regularmente. Ou melhor, é a segurança de uma renda regular que te permita não depender de outra.
A independência laboral seria, portanto, a possibilidade de não ter que depender do trabalho para auferir esta renda, seja qual for a outra forma pela qual buscará sua subsistência.
O que a maioria das pessoas que comentam na chamada "blogosfera" de finanças busca, com uma boa dose de amargura até, é a independência laboral. Eles odeiam seus trabalhos [ou, possivelmente, o fato de terem que trabalhar] e usam isso como 'motivação' para aplicar o mantra: poupar, aportar, investir.
Só que em razão dessa amargura, tanto a motivação, quanto a finalidade pelas quais eles se movem, fazem com que haja muita falhas neste processo de independência, no qual tomam uma independência pela outra.
Assim é que vemos muitos indivíduos investindo errado [pela motivação: pressa em se ver livre da dor do trabalho], bem como fazendo retiradas equivocadas do capital "principal" [pela finalidade: viver de renda, desconsiderando outros fatores como inflação real, depreciação do ativo, impossibilidade do cálculo do restante de vida, etc.].
Já aquele que busca a efetiva independência financeira não se incomoda de continuar trabalhando, mesmo que rentabilize em seus investimentos um valor superior às suas despesas planejadas,já que não é um martírio para ele o ato de trabalhar.
O próprio objeto indica de o que se quer ver livre, ou independente. A independência financeira, então, é a possibilidade de não ter que depender de uma renda com a qual não se possa contar regularmente. Ou melhor, é a segurança de uma renda regular que te permita não depender de outra.
A independência laboral seria, portanto, a possibilidade de não ter que depender do trabalho para auferir esta renda, seja qual for a outra forma pela qual buscará sua subsistência.
O que a maioria das pessoas que comentam na chamada "blogosfera" de finanças busca, com uma boa dose de amargura até, é a independência laboral. Eles odeiam seus trabalhos [ou, possivelmente, o fato de terem que trabalhar] e usam isso como 'motivação' para aplicar o mantra: poupar, aportar, investir.
Só que em razão dessa amargura, tanto a motivação, quanto a finalidade pelas quais eles se movem, fazem com que haja muita falhas neste processo de independência, no qual tomam uma independência pela outra.
Assim é que vemos muitos indivíduos investindo errado [pela motivação: pressa em se ver livre da dor do trabalho], bem como fazendo retiradas equivocadas do capital "principal" [pela finalidade: viver de renda, desconsiderando outros fatores como inflação real, depreciação do ativo, impossibilidade do cálculo do restante de vida, etc.].
Já aquele que busca a efetiva independência financeira não se incomoda de continuar trabalhando, mesmo que rentabilize em seus investimentos um valor superior às suas despesas planejadas,já que não é um martírio para ele o ato de trabalhar.
"Trata de saborear a vida; e fica sabendo, que a pior filosofia é a do choramingas que se deita à margem do rio para o fim de lastimar o curso incessante das águas. O ofício delas é não parar nunca; acomoda-te com a lei, e trata de aproveitá-la." - Trecho de Memórias Póstumas de Brás Cubas

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