04-04-2016, 07:41 PM
As bobagens pululam enquanto estamos imersos na matrix. Mas como a pergunta inicial do tópico é sobre a maior delas, vou contar a minha pior façanha matrixiana.
Sempre gostei de animes, principalmente os clássicos e mais antigos. Nestes o mito do amor romântico vigora com toda a sua força e a molecada cai lindamente nisso.
Então, na 8ª série me apaixonei por uma menina de uma turma da 7ª série. Era linda a danada, tinha os cabelos cacheados, olhos castanhos bem claros e um belo corpo já em formação. Na época, por não ter a mínima coragem de chegar pra conversar com a garota, consegui o MSN dela e passei a conversar com ela por meio dele.
Foi então que decidi por o meu ousado projeto em prática, o qual já acalentava há uns bons 3 anos, que era o de escrever o meu próprio roteiro de um anime. E imagina quem seria o herói da bagaça? E a mocinha da peleja? Sim, nós dois, um belo casal, ao menos na minha mente.
O pior não foi isso, a manginada derradeira e definitiva foi que, depois da primeira temporada escrita, me empolguei tanto com o resultado que resolvi mostrar pra ela o resultado, explicando quais eram os personagens e quais pessoas havia os inspirado.
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Preciso nem dizer qual foi a reação da menina. Um misto de decepção com pena, uma expressão ao menos tempo impassível e debochada, ante a minha sucessão de atitudes risíveis e deploráveis.
Pra finalizar, semanas depois, ainda sob o efeito da dura rejeição a mim e ao meu talento de roteirista de anime, vi a garota no muro de trás da escola aos beijos com um moleque do 2º ano do ensino médio. Uma decepção para um jovem matrixiano.
E sabem qual foi a atitude que decidi tomar a partir deste momento de dor e sofrimento? Isso mesmo que imaginaram, escrevi a segunda temporada do anime e inclui o cara como vilão principal, a quem eu derrotaria no final para impressionar a mocinha e finalmente tê-la comigo.
Bons tempos de matrix!
Sempre gostei de animes, principalmente os clássicos e mais antigos. Nestes o mito do amor romântico vigora com toda a sua força e a molecada cai lindamente nisso.
Então, na 8ª série me apaixonei por uma menina de uma turma da 7ª série. Era linda a danada, tinha os cabelos cacheados, olhos castanhos bem claros e um belo corpo já em formação. Na época, por não ter a mínima coragem de chegar pra conversar com a garota, consegui o MSN dela e passei a conversar com ela por meio dele.
Foi então que decidi por o meu ousado projeto em prática, o qual já acalentava há uns bons 3 anos, que era o de escrever o meu próprio roteiro de um anime. E imagina quem seria o herói da bagaça? E a mocinha da peleja? Sim, nós dois, um belo casal, ao menos na minha mente.

O pior não foi isso, a manginada derradeira e definitiva foi que, depois da primeira temporada escrita, me empolguei tanto com o resultado que resolvi mostrar pra ela o resultado, explicando quais eram os personagens e quais pessoas havia os inspirado.
:Preciso nem dizer qual foi a reação da menina. Um misto de decepção com pena, uma expressão ao menos tempo impassível e debochada, ante a minha sucessão de atitudes risíveis e deploráveis.
Pra finalizar, semanas depois, ainda sob o efeito da dura rejeição a mim e ao meu talento de roteirista de anime, vi a garota no muro de trás da escola aos beijos com um moleque do 2º ano do ensino médio. Uma decepção para um jovem matrixiano.
E sabem qual foi a atitude que decidi tomar a partir deste momento de dor e sofrimento? Isso mesmo que imaginaram, escrevi a segunda temporada do anime e inclui o cara como vilão principal, a quem eu derrotaria no final para impressionar a mocinha e finalmente tê-la comigo.

Bons tempos de matrix!
"Trata de saborear a vida; e fica sabendo, que a pior filosofia é a do choramingas que se deita à margem do rio para o fim de lastimar o curso incessante das águas. O ofício delas é não parar nunca; acomoda-te com a lei, e trata de aproveitá-la." - Trecho de Memórias Póstumas de Brás Cubas

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