16-01-2016, 10:04 AM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 16-01-2016, 10:05 AM por Ignis.)
(07-05-2015, 11:16 AM)Raito Escreveu:(01-05-2015, 10:45 PM)JonPicon Escreveu: Somos escravo do trabalho e desenvolvimento pessoal. Se matamos pra conseguir viver.
Isso só acontece quando o objetivo final é ganhar dinheiro. Quando o desenvolvimento pessoal é praticado com o objetivo de ter qualidade de vida desde agora, tudo e dosado e a caminhada traz satisfação, diferente do que acontece quando nos tornarmos escravos do dinheiro e da futilidade do mundo moderno, pois neste último caso, corremos atrás de emoções passageiras, trocamos a satisfação pelo prazer.
Concordo com o Raito-san.
Eu penso que se dinheiro é o único objetivo, logo o consumismo é o único objetivo. Seria totalmente fútil e nada de realmente bom poderia surgir de uma ideia tão tosca assim. Assim são os personagens do texto.
Como o trabalho, no exemplo das personagens do texto, se tornou um escravista e o fim, eles acabaram deixando de lado outras partes da vida também, como espiritualidade (espiritualização, mental). O stress do dia a dia acabou por afetar sua saúde. Tiveram muitos prejuízos que, é claro, o dinheiro não repara; já que a busca por ele é o motivo destes.
Mas quando qualidade de vida, satisfação pessoal e não viver o resto da vida em apertos financeiros é o objetivo, logo; dinheiro será necessário. Será o foco, mas não o fim. Será o meio. Eu acho que a melhor ideia seria 'liberdade financeira', e não riqueza. Não é preciso ser rico para viver bem. Mas sendo pobre a não ser que seja uma pessoa muito simples e pacata (a ignorância é uma benção?), não será um sujeito realizado. É assim que eu penso e acredito que muitos confrades pensem assim também.

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