25-07-2012, 06:44 PM
(25-07-2012, 06:21 PM)Búfalo Escreveu: Cara, a economia lida com o uso racional de meios para se alcançar os fins desejados. A economia se prontifica a explicar exatamente o que irá acontecer caso uma determinada política seja adotada, a partir daí cabendo aos agentes se decidir quanto à implementação ou não de tal política. É FATO que o Império Romano caiu por causa da inflação, controle de preços, welfare state (pão e circo) e que esta intervenção corrompeu as famílias romanas.
Keynesianismo é uma doutrina imoral por si só. Aqui um bom texto sobre o keynesianismo:
Citar:O keynesianismo é uma doutrina imoral, porque se baseia no privilégio do imediato, do consumo e dos gastos, e não na preocupação com o futuro, na poupança e nos aumentos de produtividade.http://www.midiasemmascara.org/artigos/e...lismo.html
Ademais, se você é masculinista, sua primeira luta deve ser contra a intervenção estatal na vida e na família. Lutar pela abolição das leis de divórcio, Maria da Penha, etc. Como diz o Barao: "onde o governo mete a mao, faz merda"...
Você disse bem, a economia, e não o economista (no caso, Mises ou qualquer outro). E ela se prontifica, não quer dizer que sempre acerta... na realidade, os economistas estão sempre errando nas sua previsões.
A bem da verdade é que a economia é, nada mais nada menos, que o estudo do comportamento humano sob escolhas. Essa é a melhor definição que se pode dar a ela. Todo o resto é balela. Economia não é adivinhar o futuro... se assim fosse a mãe Diná seria economista, oq não é o caso. Sou mestre em economia, sei do que estou falando.
E não me venha dizer que opiniões individuais são FATOS. Não, não é fato que o império romano caiu por isso. Pode ser fato dentro da tua cabeça liberal e da do Mises. Mas para milhões de outros economistas não é.
Quanto ao Keynesianismo: cada um crê no que quer. Eu não sou keynesianista, mas é inegável que keynes colaborou muito com a economia com sua tese. E quem é keynesianista vai discordar de ti quanto a intervenção estatal ser a fonte dos problemas no império romano, ou em qualquer outro lugar ou período histórico.
E eu não me considero masculinista. Mas mesmo que me considerasse, não acredito que um masculinista tenha que ser, via de regra, um fundemantelista liberal. Não é bem assim que as coisas funcionam, o Estado é necessário sim, até Smith (o pai do liberalismo econômico) dizia que ele era necessário para evitar as falhas do mercado (só que, guess what, há falhas de mercado em todo lugar, a concorrência perfeita de Smith é tão utópica quanto o comunismo de Marx!).
Todo fundamentalismo é cego. Não é 8 nem 80. Você pode ser liberal, mas tome cuidado, não vai se afundar demais em qualquer ideologia pq isso só vai fazer com que tu se prenda a um pensamento e não evolua intelectualmente.
Como diria NA: Esteja além do bem e do mal. Extraia o bem que há no mal e tome para si. Retire o mal que há no bem e jogue-o fora.
Eu diria a mesma coisa quanto a correntes econômicas ou políticas: esteja acima de liberais e intervencionistas, extraia os acertos dos liberais e aproveite-os, retire os erros dos intervencionistas e descarte-os.
É por isso que minha visão política não nem de esquerda, nem de direita, estou acima disso, minha visão política é individual e não se encaixa em nenhum extremismo. Até pq, todo fundamentalismo é burro.
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