12-01-2016, 03:36 AM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 12-01-2016, 05:38 AM por Remy LeBeau.)
(12-01-2016, 03:03 AM)Dom Renan Escreveu: Desconhecia essas informações. Mas notei duas coisas:
1. O Putin comeu uma mulher monocelha. Peituda, mas monocelha.
2. Isso significa então que uma hora o bicho vai pegar lá na Rússia. O Putin representa o esquema russo-chinês, e os muçulmanos representam apenas eles mesmo. Ele enfia um monte de bomba no rabo dos muçulmanos do Oriente Médio e ao mesmo tempo cria muçulmanos em seu quintal. Ele está alimentando o monstro que pode engoli-lo.
O país possui um escopo conservador, inegável, diga-se de passagem. Não é algo sobrenatural, mas é algo plenamente observado através da história daquele país. Havia um regime comunista opressivo que adotava políticas sociais conservadoras, enquanto que do outro lado você tem uma convergência de opiniões conservadoras entre a Igreja Católica Ortodoxa e o Islamismo, nada absurdo ou anormal.
O nacionalismo russo existente é polarizado em duas correntes:
1) o nacionalismo russo pró-Putin, que por exemplo, defende à intervenção no leste da Ucrânia;
2) o nacionalismo russo anti-Putin, que quer uma Rússia livre do clã do Putin, a ponto de ingressarem as fileiras das forças de defesa da Ucrânia e lutar por esse país, contra à intervenção de seus compatriotas.
Nem precisa ir muito longe para saber que o 1 é dominante.
Sobre a questão do islamismo, o Putin surgiu para fazer um contraponto ao Yeltsin. Esse tentou combater os separatistas, mas conseguiu um armistício muito caro. A Chechênia ficou virtualmente independente dos russos até 1998 - 1999 (o Paquistão chegou a reconhecê-la como país soberano), eles chegaram a circular a sua própria moeda e implementaram a Sharia (os caras tinham até escravos lá). A casa deles caiu quando invadiram duas repúblicas russas que faziam fronteira (Daguestão e Ingushetia). Já na administração Putin, ele fez ao contrário do Yeltsin, invadiu e liberou aquela região, chamou as lideranças separatistas e procurou cooperar com eles. Dividiu o poder com os poderosos de lá, em troca de que eles próprios perseguissem os separatistas, por isso no segundo conflito houve uma grande debandada dos separatistas para o lado dos russos.
Sobre os chineses, vários territórios pouco habitáveis da Sibéria estão sendo arrendados para imigrantes chineses conforme um acordo firmado entre a Rússia e a China.
O islã é muito forte naquelas bandas. Para cada vídeo que você vê, por exemplo, de russos descendo o cacete em mulçumanos, existem outros 10 no sentido contrário. A própria fileira do exército russo tá sendo preenchida por eles, seja de mulçumanos com passaporte russo, ou de outros países da Ásia Central ou do Cáucaso. Inclusive, não me recordo qual tópico era, eu postei imagens que circulam na Internet de soldados mulçumanos bulinando e humilhando russos dentro de seu próprio país e instituição, já que não estão sujeitos ao processo de emasculação e não passam o dia inteiro bebendo.
Pega o exemplo do Nurmagomedov do UFC. Ele nasceu no Daguestão e é mulçumano. O cara faz sparring com ursos desde que era criança!
O único grupo do islã que está sujeito a algum tipo de perseguição estatal é o Wahabismo, supostamente financiado pelos sauditas e que possui aspirações separatistas.
Não há mais aquela pressão separatista no Cáucaso, e ali é uma região estratégica, com recursos naturais importantes, onde passam vários gasodutos e com divisas e fronteiras importantes. Já as outras repúblicas mulçumanas, apenas pegam carona nessa suposta estabilidade.
Por fim, lembra daquelas projeções que afirmam que apartir da década de 50, os mulçumanos seriam quase a maioria na Europa? As mesmas para a Rússia dizem que isso ocorreria muito antes, já na década de 30.


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