05-12-2016, 07:38 AM
Fico feliz que meu texto tenha servido para algo, Hellblazer
Obrigado por ter comentado aqui. Só que é importante notar uma coisa: quando falo em pseudo-idealização e auto-engano, nesse texto, estou focando justamente numa tendência que a pessoa tem não tanto de ignorar os problemas da pessoa e do relacionamento, mas de relativizá-los, de forma a arrumar desculpas para que esses mesmos problemas sejam vistos não como problemas mas como coisas boas.
Claro, é interessante toda a análise que você fez do seu comportamento no relacionamento (inclusive, acho que cheguei a mencionar esse tipo de coisa no texto original, quando o postei na versão antiga do meu site - ainda não repostei na versão nova por falta de tempo), mas percebi uma coisa: me pareceu que você ainda está preocupado com o que vc fez ou deixou de fazer, que acabou levando ao fim do relacionamento por parte dela - e parece que você está meio que se culpando por isso.
Bom, antes já deixo claro que aqui não estou falando de acordo com a Real, mas de acordo com o que desenvolvi nesses últimos 3 anos no Shibumismo: você não deve se culpar por isso. Mesmo que você tenha, como você mesmo disse, "relaxado" um pouco, isso não significa que a culpa foi sua. Ora, ninguém é perfeito! Somos todos humanos... Relacionamentos não são apenas diversão (e não falo somente de relacionamentos entre homens e mulheres, mas também amizades, família, trabalho, social etc), é necessário algum trabalho, de AMBAS as partes - e também é extremamente necessário COMPREENSÃO (também de ambas as partes).
Por mais que você tivesse relaxado nesse final de ano, como você disse, a obrigação dela era tentar compreender e evitar o término (assim como também teria sido a sua caso fosse ela que tivesse relaxado) - é claro, entendo aqui que "relaxar" não significa "fazer merda", apenas "relaxar". Se ela realmente gostasse de você, teria entendido isso e evitado o que aconteceu. Teria entendido que você é humano e respeitado seus limites, sejam eles físicos, emocionais, psicológicos ou sei lá o que (poderia ter tentado entender que talvez você estivesse cansado, na correria, talvez com alguma preocupação por motivos familiares ou profissionais etc.).
Agora, apenas pense o seguinte: se ela não foi capaz de tentar entender isso e pelo menos conversar com você, acha mesmo que ela seria confiável para ter uma família? Ora, o sentido do namoro é casamento e a família. Não estou dizendo que ela iria te trair, longe disso - poderia até ser a pessoa mais fiel do mundo. Quando digo "confiável", quero dizer no sentido de ser compreensiva e fazer o mínimo necessário para manter o relacionamento, especialmente quando esse mínimo necessário não seja nada mais do que simplesmente tentar entender. Você não é obrigado a ser quem não é para manter um relacionamento. Sua única obrigação é ser você mesmo e agir corretamente, de acordo com o que exige um relacionamento minimamente humano.
Enfim, não fique se culpando... Se ela terminou por motivos tão infantis, com certeza não seria confiável para formar uma família: provavelmente ignoraria o casamento e os filhos e já falaria em divórcio na menor dificuldade que pudessem ter.
Obrigado por ter comentado aqui. Só que é importante notar uma coisa: quando falo em pseudo-idealização e auto-engano, nesse texto, estou focando justamente numa tendência que a pessoa tem não tanto de ignorar os problemas da pessoa e do relacionamento, mas de relativizá-los, de forma a arrumar desculpas para que esses mesmos problemas sejam vistos não como problemas mas como coisas boas. Claro, é interessante toda a análise que você fez do seu comportamento no relacionamento (inclusive, acho que cheguei a mencionar esse tipo de coisa no texto original, quando o postei na versão antiga do meu site - ainda não repostei na versão nova por falta de tempo), mas percebi uma coisa: me pareceu que você ainda está preocupado com o que vc fez ou deixou de fazer, que acabou levando ao fim do relacionamento por parte dela - e parece que você está meio que se culpando por isso.
Bom, antes já deixo claro que aqui não estou falando de acordo com a Real, mas de acordo com o que desenvolvi nesses últimos 3 anos no Shibumismo: você não deve se culpar por isso. Mesmo que você tenha, como você mesmo disse, "relaxado" um pouco, isso não significa que a culpa foi sua. Ora, ninguém é perfeito! Somos todos humanos... Relacionamentos não são apenas diversão (e não falo somente de relacionamentos entre homens e mulheres, mas também amizades, família, trabalho, social etc), é necessário algum trabalho, de AMBAS as partes - e também é extremamente necessário COMPREENSÃO (também de ambas as partes).
Por mais que você tivesse relaxado nesse final de ano, como você disse, a obrigação dela era tentar compreender e evitar o término (assim como também teria sido a sua caso fosse ela que tivesse relaxado) - é claro, entendo aqui que "relaxar" não significa "fazer merda", apenas "relaxar". Se ela realmente gostasse de você, teria entendido isso e evitado o que aconteceu. Teria entendido que você é humano e respeitado seus limites, sejam eles físicos, emocionais, psicológicos ou sei lá o que (poderia ter tentado entender que talvez você estivesse cansado, na correria, talvez com alguma preocupação por motivos familiares ou profissionais etc.).
Agora, apenas pense o seguinte: se ela não foi capaz de tentar entender isso e pelo menos conversar com você, acha mesmo que ela seria confiável para ter uma família? Ora, o sentido do namoro é casamento e a família. Não estou dizendo que ela iria te trair, longe disso - poderia até ser a pessoa mais fiel do mundo. Quando digo "confiável", quero dizer no sentido de ser compreensiva e fazer o mínimo necessário para manter o relacionamento, especialmente quando esse mínimo necessário não seja nada mais do que simplesmente tentar entender. Você não é obrigado a ser quem não é para manter um relacionamento. Sua única obrigação é ser você mesmo e agir corretamente, de acordo com o que exige um relacionamento minimamente humano.
Enfim, não fique se culpando... Se ela terminou por motivos tão infantis, com certeza não seria confiável para formar uma família: provavelmente ignoraria o casamento e os filhos e já falaria em divórcio na menor dificuldade que pudessem ter.

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