22-07-2012, 10:24 AM
(21-07-2012, 04:08 PM)Mestre Laveley Escreveu: Spirit, na boa, você só pega oq eu digo e distorce.
Ou você faz intencionalmente, ou tem séries dificuldades de interpretação.
É que você ainda não entendeu o que eu quero te explicar: INTELIGÊNCIA NÃO TEM NADA A VER COM RAÇA. Vou repetir o que o Capitão disse a respeito:
(21-07-2012, 10:02 PM)Capitão Escreveu: Laveley, é você que esta distorcendo tudo o que os outros estão falando, entenda de uma vez... fator genético de inteligencia, não tem nada haver com raça, gênero ou etnia; afirmar isso não é igual a dizer que existem raças naturalmente mais inteligentes que outras, entendeu ou quer que desenhe?
Você precisa aprender a pensar logicamente, Mestre Laveley. Pensar logicamente é dar um passo a mais para longe da matrix, e você ainda não deu esse passo.
(21-07-2012, 05:17 PM)Navarre Escreveu: Pense em uma pessoa que leva uma vida sedentária sem exercícios físicos. Seu corpo é atrofiado. Ele é fransino e incapaz de levantar grandes pesos ou correr grandes distâncias.
Ao mudar radicalmente o seu estilo de vida, o seu corpo se adapta aos novos desafios. Com o passar do tempo, esse indivíduo se tornaria um atleta capaz de grandes proesas físicas. A sua limitação não era tanto genética, mas sim a falta de estímulos que subutilizou e atrofiou o seu corpo. Ao mudar o indivíduo do meio em que se encontrava, este se desenvolveu a ponto de alcançar os indices de desempenho exigidos pelo novo ambiente.
O cérebro humano trabalha da mesma forma.
Em um ambiente monótono e pouco estimulante, o mesmo se atrofia. Ao ser estimulado constantemente por desafios, ele se desenvolve para se tornar eficiente nas tarefas exigidas.
Sim, com certeza. Existe muita gente inteligente com potencial subaproveitado, enquanto pessoas "menos" inteligentes ainda conseguem grandes proezas.
No primeiro extremo, temos os indianos na Índia; existem pessoas muito inteligentes lá que não conseguem sair da pobreza por causa da falta de oportunidades de sair do país, mas isso muda completamente quando alguns deles partem para o Vale do Silício. E no outro extremo, temos as mulheres, que estão superando os homens em salários justamente por estarem frequentando o ensino superior em maior número.
(21-07-2012, 05:17 PM)Navarre Escreveu: O Q.I. não é um valor estável ou imutável. Qualquer indivíduo pode trabalhar o seu cérebro ao longo do tempo para melhorar o seu desempenho cognitivo. Não importa a raça, origem, ou gênero.O QI é apenas uma medida de inteligência. Não se pode culpar uma unidade de medida por segregação - ex, não é o quilo(kg) que fomenta o preconceito contra gordos, nem o dólar que fomenta a desigualdade social -, e sim a forma de os dados serem interpretados. Por intenção ou falta de atenção, os dados podem ser interpretados de forma errônea e enganosa, fomentando preconceitos e servindo a ideologias suspeitas; mas a culpa é do interpretador, não do valor.
A "religião do testes de QI" é um mecanismo pernicioso de limita, segrega, e rotúla um grupo de pessoas com base em algo frívolo e equivocado[...], usado como mecanismo de repressão cultural ao velho estilo da eugenia nazista.
(21-07-2012, 05:17 PM)Navarre Escreveu: Sim, os negros na África tem valores mais baixos nos testes de QI.
Pseudo-cientistas reducionistas e irresponsáveis então escrevem argumentos sem cabimento para justificar o racismo e a segregação de uma raça supostamente inferior intelectualmente e geneticamente.
Não passa pela cabeça desses imbecis que o resultado do teste vem do fato da educação no lugar onde vivem ser precária. Portanto, a falta de estímulos é a causa do problema e não algum fator genético fictício.
Isso complementa exatamente o que eu disse acima. Não é que o QI é segregador, ele apenas mede o nível de inteligência.

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