10-12-2015, 12:15 AM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 10-12-2015, 02:30 PM por Odysseus.)
Eu acredito que o confrade The Boss foi específico no caso da Banânia, pois de fato há diversos fatores que atrapalham a liberdade criativa, uma delas ferrando com a condição socioecômica da maioria, e vê lá se quem está preocupado em ganhar seu sustento vai conseguir ter a tranquilidade e tempo para criarem algo de novo.
Agora isso também não é desculpa pra nada, nós temos que lutar e avançar mesmo contra as adversidades e isso é situação comum a maioria dos que hoje admiramos. E isso entra exatamente no que o Barãozin quis mandar no texto.
Os exemplos foram os grandes gênios do passado como Faraday e Newton, pois essa semana li uma biografia do grande cienstista que foi Nikola Tesla. Deteve mais de 700 patentes pelo mundo (a listinha inclui o motor de corrente alternada, o motor por indução, o rádio, o raio-x, a lâmpada fluorescente, o controle remoto, etc) mas o seu maior projeto era a transmissão de energia GRATUITA, seu sonho, seu projeto de vida. Foi boicotado desde quando pisou nos EUA (ele era austríaco/croata) por nada menos que Thomas Edison e seu financiador, o banqueiro J.P. Morgan, humilhado publicamente pela mídia comprada por estes e rotulado como cientista louco (tem até episódio do Superman vs Tesla the mad scientist), faliu durante a vida diversas vezes (chegou a rasgar o contrato de royalties que tinha com seu financiador, o Westinghouse, quando este chegou a iminência de falir) e terminou por morrer pobre. Pobre, sem simplesmente nada, num quarto de hotel.
Assim, ele simplesmente inventou o século XX. Um homem que fez mais pela humanidade do que ela fez por ele em qualquer nível. O ideal de energia livre é simplesmente brilhante, literal e figurativamente. Para um homem desses, eu pessoalmente duvido que o Tesla tenha feito pensando nos homens, ele fez simplesmente porque era possível fazer. Se era possível melhorar a forma de transmissão de energia, de contínua para alternada, de alternada para wireless, ele estaria estudando para conseguir isto e no processo conseguiu as várias outras proesas. Ele não conseguiu finalizar seu projeto, não conseguiu pelos interesses de homens egomaníacos e podres (como diria J.P. Morgan, "se é sem fios, onde eu colocaria o marcador de energia?"). Não corro o risco aqui de pagar de comunista, a intenção não é criticar a cobrança de um serviço/bem, mas sim o impedimento de uma projeto simplesmente revolucionador (assim como dizem que o carro à hidrogênio há muito é boicotado).
E justamente por conhecer a história de vida como essa que eu fico impressionado com gente que chora por causa de mulher ou qualquer outra bobeira facilmente superável. E isso por que eu não quero nem falar dos que entram em depressão ou se suicidam.
E por isso que eu concordo plenamente, o homem tem que criar. Desculpas não existem, dificuldades sim mas motivações não faltam.
O único porém disso tudo, é o que me fez começar este comentário. Fico imaginando como existe um Nikola Tesla nesse mesmo mundo que existe um Thomas Edison. E como é estar na pele de alguém como ele. Nesses momentos é que dá vontade de acreditar que existem níveis de evolução e esse avançou mais um degrau na escadinha to heaven.
Agora isso também não é desculpa pra nada, nós temos que lutar e avançar mesmo contra as adversidades e isso é situação comum a maioria dos que hoje admiramos. E isso entra exatamente no que o Barãozin quis mandar no texto.
Os exemplos foram os grandes gênios do passado como Faraday e Newton, pois essa semana li uma biografia do grande cienstista que foi Nikola Tesla. Deteve mais de 700 patentes pelo mundo (a listinha inclui o motor de corrente alternada, o motor por indução, o rádio, o raio-x, a lâmpada fluorescente, o controle remoto, etc) mas o seu maior projeto era a transmissão de energia GRATUITA, seu sonho, seu projeto de vida. Foi boicotado desde quando pisou nos EUA (ele era austríaco/croata) por nada menos que Thomas Edison e seu financiador, o banqueiro J.P. Morgan, humilhado publicamente pela mídia comprada por estes e rotulado como cientista louco (tem até episódio do Superman vs Tesla the mad scientist), faliu durante a vida diversas vezes (chegou a rasgar o contrato de royalties que tinha com seu financiador, o Westinghouse, quando este chegou a iminência de falir) e terminou por morrer pobre. Pobre, sem simplesmente nada, num quarto de hotel.
Assim, ele simplesmente inventou o século XX. Um homem que fez mais pela humanidade do que ela fez por ele em qualquer nível. O ideal de energia livre é simplesmente brilhante, literal e figurativamente. Para um homem desses, eu pessoalmente duvido que o Tesla tenha feito pensando nos homens, ele fez simplesmente porque era possível fazer. Se era possível melhorar a forma de transmissão de energia, de contínua para alternada, de alternada para wireless, ele estaria estudando para conseguir isto e no processo conseguiu as várias outras proesas. Ele não conseguiu finalizar seu projeto, não conseguiu pelos interesses de homens egomaníacos e podres (como diria J.P. Morgan, "se é sem fios, onde eu colocaria o marcador de energia?"). Não corro o risco aqui de pagar de comunista, a intenção não é criticar a cobrança de um serviço/bem, mas sim o impedimento de uma projeto simplesmente revolucionador (assim como dizem que o carro à hidrogênio há muito é boicotado).
E justamente por conhecer a história de vida como essa que eu fico impressionado com gente que chora por causa de mulher ou qualquer outra bobeira facilmente superável. E isso por que eu não quero nem falar dos que entram em depressão ou se suicidam.
E por isso que eu concordo plenamente, o homem tem que criar. Desculpas não existem, dificuldades sim mas motivações não faltam.
O único porém disso tudo, é o que me fez começar este comentário. Fico imaginando como existe um Nikola Tesla nesse mesmo mundo que existe um Thomas Edison. E como é estar na pele de alguém como ele. Nesses momentos é que dá vontade de acreditar que existem níveis de evolução e esse avançou mais um degrau na escadinha to heaven.
Do irreal conduz-me ao Real.
Das trevas conduz-me à Luz.
Da morte conduz-me à Imortalidade.
Das trevas conduz-me à Luz.
Da morte conduz-me à Imortalidade.


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