09-12-2015, 12:30 AM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 09-12-2015, 12:41 AM por Ross.)
Apostei meu cú nisso... 
Ministro esquerdista indicado pela dilma/lula concede liminar suspendendo comissão do impeachment
Quem pediu a liminar foi (rufem os tambores) PC do B
http://g1.globo.com/politica/processo-de...hment.html
É senhores... 2016 vos deixo nesse país de merda.
Edit: Pesquisando sobre o nosso imparcial ministro eis a surpresa:
Indicação ao Supremo Tribunal Federal[editar | editar código-fonte]
Em 14 abril de 2015, Fachin foi indicado pela presidente Dilma Rousseff para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), em vaga que estava em aberto havia mais de oito meses, desde a aposentadoria de Joaquim Barbosa em 31 de julho de 2014.[9]
Anteriormente, ele havia sido considerado como cotado para o cargo em seis ocasiões, a primeira das quais em 2003, e depois de ser preterido diversas vezes pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, declarou, em 2010, que aquela seria sua última tentativa de assumir uma vaga no tribunal.[13]
A indicação de Fachin recebeu o apoio de ministros do STF, como Luís Roberto Barroso, Marco Aurélio Mello e Ricardo Lewandowski,[14] dos constitucionalistas Clèmerson Merlin Clève, Dalmo Dallari, Ives Gandra Martins, José Afonso da Silva, Lenio Streck e Paulo Bonavides,[15] e também foi defendida por Beto Richa (PSDB), governador do Paraná,[16] e Álvaro Dias (PSDB), senador pelo Paraná e relator da indicação no Senado Federal.[17]
Dentro do Senado, a indicação encontrou resistência. O presidente daquela casa, Renan Calheiros, quando consultado informalmente pela presidente da República sobre a possibilidade de indicar Luiz Edson Fachin, já havia declarado que a indicação seria barrada, devido às posições políticas do jurista.[18] Outras razões seriam a defesa de Fachin em prol da reforma agrária, desagradando senadores da bancada ruralista,[19] e em prol do casamento entre pessoas do mesmo sexo, contrariando a bancada evangélica.[20] Ademais, Fachin foi acusado pelo Senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) e pela oposição (DEM e PSDB) de não ter reputação ilibada, por ter exercido a advocacia após ter tomado posse como procurador do Estado do Paraná em 1990, contrariando as Constituições da República e do Estado do Paraná. Fachin se defendeu comprovando não ter impedimento para advogar naquele momento, tendo sido autorizado pela procuradoria e pela Ordem dos Advogados do Brasil a cumular a função de procurador com a advocacia privada.[21]
Sua sabatina perante a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, considerada a mais difícil em décadas,[20] durou cerca de 12 horas, sendo a mais longa pela qual já passou um indicado ao STF. Ao final, Fachin teve seu nome aprovado pela CCJ com 20 votos favoráveis e 7 contrários, e a indicação seguiu para ser votada pelo plenário,[22] onde, na semana seguinte, Fachin foi aprovado com 52 votos favoráveis e 27 contrários.[23] A nomeação foi publicada no Diário Oficial da União, edição do dia 25 de maio de 2015,[24] e Fachin tomou posse em 16 de junho.[1]
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Aposto meu cú novamente [zuera] que um dos ministros, possivelmente algum dos indicados pela dilma vai pedir vistas do processo e retardar o impeachment por um looooooongo tempo, até lá, dilma vai comprar uma base liberando emendas, cargos, etc.
É senhores..... tchau pra quem fica.

Ministro esquerdista indicado pela dilma/lula concede liminar suspendendo comissão do impeachment
Quem pediu a liminar foi (rufem os tambores) PC do B
http://g1.globo.com/politica/processo-de...hment.html
É senhores... 2016 vos deixo nesse país de merda.
Edit: Pesquisando sobre o nosso imparcial ministro eis a surpresa:
Indicação ao Supremo Tribunal Federal[editar | editar código-fonte]
Em 14 abril de 2015, Fachin foi indicado pela presidente Dilma Rousseff para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), em vaga que estava em aberto havia mais de oito meses, desde a aposentadoria de Joaquim Barbosa em 31 de julho de 2014.[9]
Anteriormente, ele havia sido considerado como cotado para o cargo em seis ocasiões, a primeira das quais em 2003, e depois de ser preterido diversas vezes pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, declarou, em 2010, que aquela seria sua última tentativa de assumir uma vaga no tribunal.[13]
A indicação de Fachin recebeu o apoio de ministros do STF, como Luís Roberto Barroso, Marco Aurélio Mello e Ricardo Lewandowski,[14] dos constitucionalistas Clèmerson Merlin Clève, Dalmo Dallari, Ives Gandra Martins, José Afonso da Silva, Lenio Streck e Paulo Bonavides,[15] e também foi defendida por Beto Richa (PSDB), governador do Paraná,[16] e Álvaro Dias (PSDB), senador pelo Paraná e relator da indicação no Senado Federal.[17]
Dentro do Senado, a indicação encontrou resistência. O presidente daquela casa, Renan Calheiros, quando consultado informalmente pela presidente da República sobre a possibilidade de indicar Luiz Edson Fachin, já havia declarado que a indicação seria barrada, devido às posições políticas do jurista.[18] Outras razões seriam a defesa de Fachin em prol da reforma agrária, desagradando senadores da bancada ruralista,[19] e em prol do casamento entre pessoas do mesmo sexo, contrariando a bancada evangélica.[20] Ademais, Fachin foi acusado pelo Senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) e pela oposição (DEM e PSDB) de não ter reputação ilibada, por ter exercido a advocacia após ter tomado posse como procurador do Estado do Paraná em 1990, contrariando as Constituições da República e do Estado do Paraná. Fachin se defendeu comprovando não ter impedimento para advogar naquele momento, tendo sido autorizado pela procuradoria e pela Ordem dos Advogados do Brasil a cumular a função de procurador com a advocacia privada.[21]
Sua sabatina perante a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, considerada a mais difícil em décadas,[20] durou cerca de 12 horas, sendo a mais longa pela qual já passou um indicado ao STF. Ao final, Fachin teve seu nome aprovado pela CCJ com 20 votos favoráveis e 7 contrários, e a indicação seguiu para ser votada pelo plenário,[22] onde, na semana seguinte, Fachin foi aprovado com 52 votos favoráveis e 27 contrários.[23] A nomeação foi publicada no Diário Oficial da União, edição do dia 25 de maio de 2015,[24] e Fachin tomou posse em 16 de junho.[1]
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Aposto meu cú novamente [zuera] que um dos ministros, possivelmente algum dos indicados pela dilma vai pedir vistas do processo e retardar o impeachment por um looooooongo tempo, até lá, dilma vai comprar uma base liberando emendas, cargos, etc.
É senhores..... tchau pra quem fica.
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