20-11-2015, 11:57 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 21-11-2015, 12:15 AM por Marcílio.)
(20-11-2015, 11:07 PM)John Escreveu: Valeu pelo feedback.
Não tenho muita experiência no campo profissional, mas vendo até pelo lado da amizade, a amizade com homens tende a ser muito mais sincera, com espírito de parceria e sem "joguinhos".
Você acha interessante o estágio em escritórios? O que dizem é que, apesar de o salário ser maior do que em órgão público, a carga horária tende a ser bem maior e você algumas vezes funciona como office boy. Claro que isso depende de escritório para escritório, e estagiar em um escritório renomado em uma área promissora seria muito bom. Fora que se o aprendizado for grande, tudo vale a pena.
Quero passar por pelos mais 2 órgãos públicos diferentes e 1 escritório.
Não é que mulher tenha joguinhos. É porque muitas são dissimuladas. Mas homem também dissimula, mas com menor frequência.
Apesar do que eu falei acima, é bom não idealizar também. Muitos caras são gente boa, mas tem alguns caras que são metidos a esperto que se vc não tiver tato pra lidar com encrencas, vc se perde. Então, é melhor não idealizar muito. Cada caso é um caso.
Tenho um professor meu (defensor público) que disse que a melhor coisa que um estudante de direito poderia fazer era estagiar nos três setores polos da relação jurídica processual (Advocacia + Promotoria + Magistratura).
O bom disso é que vc analisa qual delas vc tem realmente vocação ou não. O problema é que ninguem tem tempo pra fazer isso em uma graduação.
Não existe um melhor que outro. Vai depender do que realmente tu quer na vida futuramente. Se queres apenas passar em concurso e assumir o cargo, então não vejo porque ficar se esgoelando pra ver qual é o melhor.
Agora é bem mais díficil depois de formado aprender o know-how da advocacia dos médios a grandes escritórios. O ideal é fazer isso logo na faculdade e ver como esses caras se comportam, como é organização, o nicho empresarial, como eles fazem pra adquirir clientes, como é o envolvimento deles com políticos, bastidores do judiciário, como conversar com juiz, etc. etc.
É mais desgastante. Em compensação vc desenvolve mais traquejo social e e aprende mais.
Já no serviço público...bem... é serviço público, ora bolas !!! Não precisa de nada, é só tá dentro, mostrar empolgação e vontade de estudar. Se o cara quiser fazer uma coisa por lá, é só esperar um curso de formação que eles passam, conversar com servidores, fazer amizade, tomar cafezinho, comer umas bolachas, fingir que trabalha...hehe... e pronto.
Candidata das zelites perdeu a eleição na OAB do meu Estado...kkkkkkkkkkkkkkkkkk
A dita-cuja era dá high society, pertence ao grupo das federais e elite de facul privadas, é culta, além de ser feminazi até a alma e marxista também. Era da chapa da continuação.
E qual o problema? Sem dúvida a mulher tem currículo e tanto, mas além de arrogante a chapa tinha culto a personalidade dela.
Já do trabalhador e homem comum do povo que foi pra privada para estudar, é mais jovem, tem menos currículo que a rival, mas tiinha um marketing moderno e sabia vender o projeto. Era chapa da oposição.
Venceu.
Não é o melhor, mas foi o mais eficiente no marketing político-jurídico.
Falei tudo isso pra dizer é coisa uma coisa que na advocacia se aprende demais: traquejo social e política.
Pra quem quer viver recluso em gabinete e em audiências, melhor ir pro mundo dos concursos mesmo...


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