24-10-2015, 11:56 PM
Aqui em BH, há alguns anos entrou em vigor um sistema de ensino onde a escola era "plural", a partir daí nenhuma aluno "tomava bomba", desde que fosse a escola. Não foram poucos os que chegaram ao ensino médio analfabetos, do tipo que troca s por z, ch por x, não tem a menor noção de ponto nem de vírgula e outras bizarrices (inclusive tive casos em minha família). Para mim os professores traíram a sociedade ao aceitarem trabalhar dessa forma.
Mas vi também um fato interessante no tempo que trabalhei na indústria. Profissionais de escolas técnicas e instituições de ensino superior de menos renome sendo mais valorizados que os que vinham de instituições federais. Isso ocorria porque os alunos das escolas de renome eram excelentes na teoria, nas provas, mas na prática não tinham atitude, não estavam acostumados a pegar no pesado. Aqui quem estuda na UFMG ou no CEFET acha que "está com a corda toda", mas em muitas áreas estas instituições estão com o "filme queimado".
Mas vi também um fato interessante no tempo que trabalhei na indústria. Profissionais de escolas técnicas e instituições de ensino superior de menos renome sendo mais valorizados que os que vinham de instituições federais. Isso ocorria porque os alunos das escolas de renome eram excelentes na teoria, nas provas, mas na prática não tinham atitude, não estavam acostumados a pegar no pesado. Aqui quem estuda na UFMG ou no CEFET acha que "está com a corda toda", mas em muitas áreas estas instituições estão com o "filme queimado".
Spoiler:
E sete mulheres naquele dia lançarão mão de um homem, dizendo: Nós comeremos do nosso pão, e nos vestiremos do que é nosso; tão-somente queremos ser chamadas pelo teu nome; tira o nosso opróbrio. - Isaías 4:1

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