07-10-2015, 08:37 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 07-10-2015, 08:45 PM por Búfalo.)
Existem várias formas: estágio, contrato temporário, trabalhar como terceirizado, pra ir adquirindo experiência (o que o mercado de trabalho demanda mto hj)...
Agora, veja como o politicamente correto e as leis do governo prejudicam no nosso desenvolvimento pessoal. Desde os tempos medievais, a entrada de um jovem em um ofício se tem feito mediante a aprendizagem, ou, usando termos modernos, adquirindo experiência profissional. Um jovem entra para trabalhar com gente mais experiente, para aprender um ofício, a lidar com as ferramentas e as máquinas, em troca de pouca ou nenhuma compensação financeira. Neste contrato, todos ganham: o empregador que pode avaliar o potencial do empregado e o jovem aprendiz que adquire experiência. Isso sempre foi assim.
O que ocorre? Hoje, a lei dos estágios, confere benefícios típicos de um trabalhador regular de carteira assinada, como direito a férias de 30 dias para cada 12 meses de trabalho, bolsa-estágio e auxílio-transporte compulsórios em casos de estágio não-obrigatório. Além disso, o empregador deve obedecer a uma relação numérica mínima entre empregados e estagiários, isto é, para cada estagiário que ele queira contratar, a empresa deverá possuir de 1 a 5 empregados de carteira assinada para viabilizar a contratação; caso ele necessite de 2 estagiários, deverá possuir o mínimo de 6 a 10 funcionários. Em alguns estados, como Mato Grosso, o governo decretou até a imposição de um salário mínimo para estagiários. Tudo isso eleva os custos para o empregador, o que acaba tornando a entrada do estagiário na empresa ainda mais difícil. Não é a toa, então, que está se tornando comum que o processo seletivo aplicado para candidatos à vaga de estágio e trainees seja exatamente o mesmo ao aplicado para candidatos a cargos de maior responsabilidade e remuneração.
Agora, veja como o politicamente correto e as leis do governo prejudicam no nosso desenvolvimento pessoal. Desde os tempos medievais, a entrada de um jovem em um ofício se tem feito mediante a aprendizagem, ou, usando termos modernos, adquirindo experiência profissional. Um jovem entra para trabalhar com gente mais experiente, para aprender um ofício, a lidar com as ferramentas e as máquinas, em troca de pouca ou nenhuma compensação financeira. Neste contrato, todos ganham: o empregador que pode avaliar o potencial do empregado e o jovem aprendiz que adquire experiência. Isso sempre foi assim.
O que ocorre? Hoje, a lei dos estágios, confere benefícios típicos de um trabalhador regular de carteira assinada, como direito a férias de 30 dias para cada 12 meses de trabalho, bolsa-estágio e auxílio-transporte compulsórios em casos de estágio não-obrigatório. Além disso, o empregador deve obedecer a uma relação numérica mínima entre empregados e estagiários, isto é, para cada estagiário que ele queira contratar, a empresa deverá possuir de 1 a 5 empregados de carteira assinada para viabilizar a contratação; caso ele necessite de 2 estagiários, deverá possuir o mínimo de 6 a 10 funcionários. Em alguns estados, como Mato Grosso, o governo decretou até a imposição de um salário mínimo para estagiários. Tudo isso eleva os custos para o empregador, o que acaba tornando a entrada do estagiário na empresa ainda mais difícil. Não é a toa, então, que está se tornando comum que o processo seletivo aplicado para candidatos à vaga de estágio e trainees seja exatamente o mesmo ao aplicado para candidatos a cargos de maior responsabilidade e remuneração.

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