23-09-2015, 09:29 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 23-09-2015, 09:29 PM por Deuxcartes.)
Independente de ambos os conceitos tem que haver certa consideração moral também. Pois ninguém vive isolado numa ilha ou só com os seus. Indiretamente ou diretamente cada um sabe que suas ações boas ou ruins podem acabar retornando para si um dia. Logo o individualista saberia que não é correto andar intencionalmente pisando nos demais, não por questões de bondade ou altruísmo, mas sabe que se fizer, está autorizando outro a fazer, que pelo imperativo categórico, se todos fazem, por fim farão com ele mesmo, que pelo menos se faz não deve fazer muito, de outro modo se todo mundo age de maneira egoísta sempre, isto deixaria lgo de ser benéfico, pois tal conduta só agrega valor àqueles que fazer, por existirem outras pessoas que estão dispostas a sacrificarem e investirem recursos nos demais, por uma causa, por benefícios a longo prazo, reconhecimento da sociedade. E este tipo de prática se mantém na mesma medida em que continua a ser lucrativa. É altamente benéfica na medida em que a grande maioria sustenta esses valores com praticas consistentes; no qual o fato de uma minoria se beneficiar, não prejudica significativamente a comunidade.
Se a sociedade for incentivada a ser comunitarista por exemplo, aqueles quem usarem do pragmatismo para benefício próprio sairão no lucro, e se isto aumenta em número, ocorre sanções, ou o número de aproveitadores aumenta, tornando inviáveis os valores comunitários. Se sendo cada um individualista, forem recompensados por cederem um pouco de benefícios imediatos por causas, benefícios longo prazo, reconhecimento social, então os que fizerem isto beneficiam aos demais sem se sacrificarem tanto, não correm risco de sanções do grupo, obtém o reconhecimento que queriam, podem lucrar a longo prazo. Mas o benefício aos demais que de outro modo não poderiam gozar desses benefícios seria menor que no caso anterior.
Em ambos os casos estamos lidando com humanos, então teremos momentos em que os modelos irão transitar de um lado para o outro, pois o número de pessoas dispostas a colaborar ou a se aproveitar ficarão oscilando, na medida em que os prejuízos e benefícios forem sustentáveis ou não.
Se a sociedade for incentivada a ser comunitarista por exemplo, aqueles quem usarem do pragmatismo para benefício próprio sairão no lucro, e se isto aumenta em número, ocorre sanções, ou o número de aproveitadores aumenta, tornando inviáveis os valores comunitários. Se sendo cada um individualista, forem recompensados por cederem um pouco de benefícios imediatos por causas, benefícios longo prazo, reconhecimento social, então os que fizerem isto beneficiam aos demais sem se sacrificarem tanto, não correm risco de sanções do grupo, obtém o reconhecimento que queriam, podem lucrar a longo prazo. Mas o benefício aos demais que de outro modo não poderiam gozar desses benefícios seria menor que no caso anterior.
Em ambos os casos estamos lidando com humanos, então teremos momentos em que os modelos irão transitar de um lado para o outro, pois o número de pessoas dispostas a colaborar ou a se aproveitar ficarão oscilando, na medida em que os prejuízos e benefícios forem sustentáveis ou não.

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