11-08-2015, 02:11 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 11-08-2015, 02:23 PM por Teophilo.)
Falaram sobre a morte do ego.
A morte do ego conforme os santos é o estado de impassibilidade quanto tudo aquilo que deriva da concupiscência da carne, da concupiscência dos olhos e da soberba da vida; com a finalidade de reorientar as vontades, desejos, anseios ou sentimentos para as coisas mais elevadas e, consequentemente, a Deus, unido-se assim com Ele.
O objetivo da impassibilidade é sempre elevar o homem, não castrá-lo. Um homem elevado à vida interior conhece melhor, e por isso ama melhor; convive melhor, reage melhor às intempéries da vida, raciocina melhor, discerne melhor diante dos problemas a resolver, etc. Ou seja, continua agindo, porém de forma a atingir a excelência tanto quanto for possível a ele.
O objetivo final de tais ações excelentes e da vida voltada para a virtude é a União com a Sabedoria.
Isso tudo está definitivamente ensinado, demonstrado, confirmado e selado pelos santos, e estes nada mais são que os modelos ideais de homens.
O que falam sobre morte do ego, um São João da Cruz já falava a 500 anos atrás, e um São Bento a 1500 anos.
...
Outra coisa que há de se entender é que quaisquer movimentos tendentes ao conservadorismo, mas que não o abraça em todos os aspectos, tão somente formam dele uma caricatura. O que não quer dizer que sejam ruins em si mesmos, mas incompletos e ainda corre-se o risco de neles conterem elementos contrários a um genuíno pensamento conservador.
Por isso se diz que o próprio termo "conservador" tem que ser continuamente reavaliado, já que um conservador do século 21 é bem possível que seja menos conservador que um do século 18, por exemplo. Um conservador da década de 1920 é mais conservador que um da década de 2000...
No que diz respeito a estes atuais movimentos tendentes ao conservadorismo que por aí surgem parece que todos possuem ou dizem possuir algo do genuíno conservadorismo cristão. Por outro lado, porém, apontam certos elementos estranhos que os qualificam apenas como uma caricatura e não como um autêntico filiado. O que não os tornam essencialmente ruins, desde que as pessoas da Fé não se apoiem em suas doutrinas para modelar suas vidas, mas apenas atenham-se naquilo que neles têm de verdadeiro e de bom. E desde que eles mesmos não "toquem" naquelas coisas que sejam consideradas essenciais pelo conservadorismo genuíno.
A morte do ego conforme os santos é o estado de impassibilidade quanto tudo aquilo que deriva da concupiscência da carne, da concupiscência dos olhos e da soberba da vida; com a finalidade de reorientar as vontades, desejos, anseios ou sentimentos para as coisas mais elevadas e, consequentemente, a Deus, unido-se assim com Ele.
O objetivo da impassibilidade é sempre elevar o homem, não castrá-lo. Um homem elevado à vida interior conhece melhor, e por isso ama melhor; convive melhor, reage melhor às intempéries da vida, raciocina melhor, discerne melhor diante dos problemas a resolver, etc. Ou seja, continua agindo, porém de forma a atingir a excelência tanto quanto for possível a ele.
O objetivo final de tais ações excelentes e da vida voltada para a virtude é a União com a Sabedoria.
Isso tudo está definitivamente ensinado, demonstrado, confirmado e selado pelos santos, e estes nada mais são que os modelos ideais de homens.
O que falam sobre morte do ego, um São João da Cruz já falava a 500 anos atrás, e um São Bento a 1500 anos.
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Outra coisa que há de se entender é que quaisquer movimentos tendentes ao conservadorismo, mas que não o abraça em todos os aspectos, tão somente formam dele uma caricatura. O que não quer dizer que sejam ruins em si mesmos, mas incompletos e ainda corre-se o risco de neles conterem elementos contrários a um genuíno pensamento conservador.
Por isso se diz que o próprio termo "conservador" tem que ser continuamente reavaliado, já que um conservador do século 21 é bem possível que seja menos conservador que um do século 18, por exemplo. Um conservador da década de 1920 é mais conservador que um da década de 2000...
No que diz respeito a estes atuais movimentos tendentes ao conservadorismo que por aí surgem parece que todos possuem ou dizem possuir algo do genuíno conservadorismo cristão. Por outro lado, porém, apontam certos elementos estranhos que os qualificam apenas como uma caricatura e não como um autêntico filiado. O que não os tornam essencialmente ruins, desde que as pessoas da Fé não se apoiem em suas doutrinas para modelar suas vidas, mas apenas atenham-se naquilo que neles têm de verdadeiro e de bom. E desde que eles mesmos não "toquem" naquelas coisas que sejam consideradas essenciais pelo conservadorismo genuíno.
“Se o mundo for contra a verdade, então Atanásio será contra o mundo.” (Sto. Atanásio)
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