21-06-2015, 02:18 AM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 21-06-2015, 02:31 AM por Marcílio.)
Estava eu fazendo minhas pesquisar no google, e acabei parando no papo mangina
:[/quote]...
E li uma coisa interessante por lá, e estou tirando do fundo do báu um movimento tímido contra a feminização do cristianismo:
Pelo menos, não se pode dizer que não existiu um movimnento contra essa feminização da cristianismo, que mais tarde a Igreja abrigou doutrina marxista e feminazi em seu canto, tornando-se muito pior e dando oportunidade à reengenharia social.
Movimento Masculinista (a REAL, eu não sei...) precisa fica de olho nisso aí.
:[/quote]...E li uma coisa interessante por lá, e estou tirando do fundo do báu um movimento tímido contra a feminização do cristianismo:
Citar:Religião
A terceira instituição que historicamente transformava meninos em homens é a religião. Durante o século passado, para a maioria dos norte-americanos, essa religião foi o cristianismo. No entanto, se a casa havia se tornado um lugar completamente feminilizado, a igreja estava longe de ser um refúgio da masculinidade.
Mulheres costumam ser mais afeitas à religiosidade do que homens – e isso se mostra verdadeiro independentemente da época, do lugar ou da fé. Isso significa que elas têm sido historicamente mais propensas a participar dos cultos e à participação ativa numa congregação. Os pastores cristãos, de forma consciente ou não, naturalmente adequaram seu estilo e programas ao seu público principal. O Jesus que os homens encontravam nos bancos das igrejas tornara-se uma alma delicada e abatida caminhando por Jerusalém afagando a cabeça das crianças, falando sobre as flores e chorando.
A investida contra essa feminização do cristianismo começou mais ou menos na virada século XX. Chamado de “Cristianismo Muscular”, seus defensores associaram um corpo forte a uma fé forte e procuraram apresentar um evangelho viril e vigoroso.
O líder mais evidente e popular desse movimento foi o pregador evangélico Billy Sunday. Ele foi jogador profissional de baseball antes de se converter ao cristianismo e decidir se dedicar a difundir a fé. A pregação de Sunday era carismática e corporal; salpicava seus sermões com referências esportivas, corria de um lado pro outro, se jogava do púlpito como se estivesse deslizando até uma base de baseball, arrebentava cadeiras para transmitir sua mensagem.
Sacudido pela diferença entre a pregação de Sunday e o estilo mais “afeminado” típico da época, um jornalista descreveu:
“Ele tem postura de homem dentro e fora do púlpito. Fala como homem. Trabalha como homem... Ele é viril com Deus e com todos que vêm ouvi-lo. Não importa o quanto você discorde dele, ele te trata sempre de um jeito másculo. Ele não é uma farsa, mas um homem viril dando a todos um tratamento justo”.
Sunday apresentava Jesus como um Salvador viril, masculino; ele foi “o maior brigão da História”. Era um Messias forte, um artesão com mãos calejadas de carpinteiro, um homem que afugentou furiosamente os comerciantes do templo e corajosamente enfrentou uma dolorosa execução. A fé não era para os delicados e preguiçosos. Sunday acreditava que um homem cristão não deveria ser
“um projeto de pano de chão, um fracote, uma espécie de bobo afeminado, que deixasse todo mundo fazer capacho dele. O mais viril dos homens será aquele que aceitar a Jesus Cristo. ... Que Deus nos livre de um Cristianismo flácido, de joelhos fracos e pele fina, sem coragem, afeminado”.
Baseando-se no princípio de que “o evangelho viril de Cristo deveria ser ensinado de homem pra homem”, em 1911 Sunday iniciou o “Movimento Progressista Masculino e Religioso”. Longos avivamentos semanais apenas para homens eram ministrados com grande sucesso; a presença masculina na igreja teve um aumento gritante de 800%.
Apesar disso, Sunday não resolveu o problema de fazer os homens adquirirem o hábito de ir à igreja. Com o surgimento de novas formas de entretenimento, a popularidade de Sunday, e dos avivamentos em geral, foram se extinguindo e o desequilíbrio de gêneros na religião continuou completamente inalterado.
http://www.papodehomem.com.br/uma-geraca...elas-maes/
Pelo menos, não se pode dizer que não existiu um movimnento contra essa feminização da cristianismo, que mais tarde a Igreja abrigou doutrina marxista e feminazi em seu canto, tornando-se muito pior e dando oportunidade à reengenharia social.
Movimento Masculinista (a REAL, eu não sei...) precisa fica de olho nisso aí.


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