10-06-2015, 07:46 AM
ManginaHater, por curiosidade quantos anos você tem?
Acabei de ver aqui que você tem mais de 30 anos. Pelo modo que você falou, duvidei que fosse alguém que tivesse mais de 18...
Eu já tive essa visão radical que você tem. Tinha uns 17-18 anos, entrando na faculdade de Bio e não conseguia ver nenhum valor nas religiões, e renegava todos os dogmas. Pra mim o homem tinha que se focar nele, abaixar a cabeça a procura de deuses no céu e olhar para o chão para resolver seus problemas, eu era o que se podia chamar de nietschniano. Lia muito de Darwin, Huxley, cheguei a ler até Mayr, grandes genios da Ciência, porém totalmente aversos a qualquer outra área que não utilize o método científico-empírico. (Sim, os cientistas devem ser os profissionais mais vaidosos do mundo) Essa foi a primeira fase.
Depois de 6 meses de faculdade desisti de Bio. E entrei na 2a fase quando fui estudar Economia, do qual me formei. Na época voltei minha atenção toda as relações que moldam a sociedade humana. Não renegava mais nenhum dogma, mas ignorava-os por não ver neles importância nenhuma. A Economia é feita de decisões (trade-offs) e nenhuma delas é absolutamente ótima e eficiente. Ou seja são relativas. Tirei essa relatividade que a Economia ensina e trouxe pra minha vida prática e nunca mais julguei nada de modo absoluto. Tornei-me assertivo a tudo, e a todos.
Depois de formado entrei na 3a fase. A fase em que sai do meu micro cosmo particular de formação acadêmica ou ideológica e começei a abrir a mente para outras áreas ou ciências. Depois de formado comecei a ler tudo que pude de filosofia, sociologia, antropologia, história, psicanálise etc. E sabe o mais enxergamos quanto mais estudamos e aprendemos? Que nada deve ser julgado de modo 100% homogêneo e radical. É necessário assertividade sempre. A própria raça humana ainda não conseguiu a definição de si mesma de modo absoluto, e muito menos de onde viemos, ou o que nos cerca.
Uma frase de Wittgenstein para você refletir sobre a merda que escreveu:
"Sobre aquilo de que não se pode falar, deve-se calar”:
Acabei de ver aqui que você tem mais de 30 anos. Pelo modo que você falou, duvidei que fosse alguém que tivesse mais de 18...
Eu já tive essa visão radical que você tem. Tinha uns 17-18 anos, entrando na faculdade de Bio e não conseguia ver nenhum valor nas religiões, e renegava todos os dogmas. Pra mim o homem tinha que se focar nele, abaixar a cabeça a procura de deuses no céu e olhar para o chão para resolver seus problemas, eu era o que se podia chamar de nietschniano. Lia muito de Darwin, Huxley, cheguei a ler até Mayr, grandes genios da Ciência, porém totalmente aversos a qualquer outra área que não utilize o método científico-empírico. (Sim, os cientistas devem ser os profissionais mais vaidosos do mundo) Essa foi a primeira fase.
Depois de 6 meses de faculdade desisti de Bio. E entrei na 2a fase quando fui estudar Economia, do qual me formei. Na época voltei minha atenção toda as relações que moldam a sociedade humana. Não renegava mais nenhum dogma, mas ignorava-os por não ver neles importância nenhuma. A Economia é feita de decisões (trade-offs) e nenhuma delas é absolutamente ótima e eficiente. Ou seja são relativas. Tirei essa relatividade que a Economia ensina e trouxe pra minha vida prática e nunca mais julguei nada de modo absoluto. Tornei-me assertivo a tudo, e a todos.
Depois de formado entrei na 3a fase. A fase em que sai do meu micro cosmo particular de formação acadêmica ou ideológica e começei a abrir a mente para outras áreas ou ciências. Depois de formado comecei a ler tudo que pude de filosofia, sociologia, antropologia, história, psicanálise etc. E sabe o mais enxergamos quanto mais estudamos e aprendemos? Que nada deve ser julgado de modo 100% homogêneo e radical. É necessário assertividade sempre. A própria raça humana ainda não conseguiu a definição de si mesma de modo absoluto, e muito menos de onde viemos, ou o que nos cerca.
Uma frase de Wittgenstein para você refletir sobre a merda que escreveu:
"Sobre aquilo de que não se pode falar, deve-se calar”:
"Saber do não-saber é sublime
Não saber do saber é doença
Assim o Homem Sagrado não adoece
Por considerar doença a doença
Por isso, não há doença" Lao Zî - Tao Te Ching
"Não posso provar a você que Deus existe, mas meu trabalho provou empiricamente que o "padrão de Deus" existe em cada homem, e que esse padrão é a maior energia transformadora de que a vida é capaz de dispor ao indivíduo. Encontre esse padrão em você mesmo e a vida será transformada" C.G. Jung
Não saber do saber é doença
Assim o Homem Sagrado não adoece
Por considerar doença a doença
Por isso, não há doença" Lao Zî - Tao Te Ching
"Não posso provar a você que Deus existe, mas meu trabalho provou empiricamente que o "padrão de Deus" existe em cada homem, e que esse padrão é a maior energia transformadora de que a vida é capaz de dispor ao indivíduo. Encontre esse padrão em você mesmo e a vida será transformada" C.G. Jung

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