08-05-2015, 06:36 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 08-05-2015, 06:38 PM por zumnupy.)
Citar:Falou tudo. E novamente, cito este artigo do doutrinador "casamento e sexo" : http://doutrinador.net/2014/03/07/casamento-e-sexo/
O artigo em si é muito bom, mas pessoalmente discordo do doutrinador quanto a uma coisa.
"Também não acredite no discurso cafa de que “puteiro e balada” é a solução pra você: esses daí apenas fogem dos relacionamentos estáveis por medo e incapacidade."
Não é medo ou incapacidade. Eu apenas gosto de poder variar de fêmea a vontade, gosto de saber que chegarei com 50, 60, 70 anos e continuarei trepando com universitárias de 18-25 anos. Que não terei que enfrentar joguinhos emocionais, nem correr o risco de me fuder com pensão + perda de patrimônio num divórcio. O que eu ganho trocando um harém por uma única mulher?
Se eu tivesse o objetivo de formar família, eu até pensaria em me casar, mas me casar com a mentalidade de só querer aproveitar mulheres, é outra história. O problema da traição, não é a promiscuidade, mas sim não honrar a própria palavra. Honrar a própria palavra e os compromissos que você firma porque quis, é um valor universal.
(2) na parte negritada.
Vejo nos fóruns realistas, uma grande preocupação (Correta) com os valores sexuais vigentes , quando na verdade deveríamos nos focar mais nas questões de ética geral.
A traição conjugal por exemplo, não é necessariamente ligada ao sexo ao a qualquer desordem nesse campo. Está mais ligada a ética e a moral geral. As relações extra conjugais são a quebra da promessa de monogamia feita no ato do casamento. Quem rompe com esse pacto e depois fica tramando meios de esconder do parceiro, esta obviamente enganando, passando para trás a outra parte ou melhor dizendo tirando vantagem. Note que, quem trai, costuma ser altamente exigente quanto aos deveres da outra parte envolvida, quer todos os benefícios da relação, mas ao mesmo tempo não quer cumprir com a sua parte do combinado.
Qualquer pessoa que age dessa forma no matrimônio, não vê problemas em repetir o comportamento em outros setores da vida, como por exemplo em sociedades,negócios e qualquer outro compromisso.
Por isso digo que o importe é resgatar e promover valores como honradez, companheirismo e empatia verdadeira.

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