08-05-2015, 03:37 PM
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 08-05-2015, 03:37 PM por Thanatos.)
(08-05-2015, 01:54 PM)Don Welzo Escreveu:(08-05-2015, 01:17 PM)Thanatos Escreveu: Don Welzo, primeiro, vc nem refutou os meus argumentos, só disse "que merda vei" e partiu pra ataques ad hominem. Com o que vc postou de preços menores, a solução é o que? Fuder toda a indústria que depende das gráficas, pra salvar a indústria gráfica?
Vamos proibir computadores, pra proteger a indústria de máquinas de escrever. Vamos proibir a lâmpada elétrica para proteger a indústria de lampiões. Afinal foda-se a competitividade nacional, o que importa é garantir a estagnação. Antes de partir para insultos novamente, me cite um único país com leis trabalhistas pesadas, tipo a nossa CLT, cujos trabalhadores tenham metade da metade(25%) do poder de compra de um trabalhador médio de Singapura.
Ai sim, vc vai me convencer que é possível existir leis trabalhistas, sem destruir o poder de compra do trabalhador. Em Singapura, tem até um sujeito que ficou milionário, trabalhando poucos anos de Garçom e investindo o que sobrava(mais da metade do salário). Singapura até tem algumas leis trabalhistas, mas são bem poucas. Nem salário mínimo existe por lá.
Acho que vc entendeu tudo errado.
Falei em merda porque o salário caiu de 5000 mil pilhas para 3000 pilhas, porque eles querem te proteger do patrão opressor.
Citei o caso da gráficas, porque demonstra claramente que excesso de proteção ao trabalhador, aliado a uma máquina estatal ineficiente e fraca abertura de capitais para aumentar a competitividade dá nisso: de empresas nacionais fugindo de contratos com empresas daqui no Brasil.
Sim, agora que li o texto ocm atenção, vi que me equivoquei e falei besteira. Achei q vc tava defendendo outra coisa... Desculpa ai.

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